{"id":1323,"date":"2013-09-20T10:41:57","date_gmt":"2013-09-20T13:41:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1323"},"modified":"2013-09-20T10:41:57","modified_gmt":"2013-09-20T13:41:57","slug":"2010-marcelle-dafre","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2010-marcelle-dafre\/","title":{"rendered":"Marcelle Dafr\u00e9 MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Marcelle Dafr\u00e9<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 26 de fevereiro de 2010, a aluna Marcelle Dafr\u00e9, do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente,\u00a0defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada\u00a0\u201cCapacidade de oxi-redu\u00e7\u00e3o de plantas de\u00a0<em>Ipomoea nil<\/em>\u00a0(L.) Roth cv. Scarlet O\u2019Hara<br \/>\nem \u00e1rea contaminada por oz\u00f4nio, no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga \u2013 SP\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pela Dra. Marisa Domingos (orientadora, IBt),<br \/>\nDr. Carlos Alberto Martinez y Huaman (USP- Ribeir\u00e3o Preto) e Dra. Vivian Tamaki (IBt).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Capacidade de oxi-redu\u00e7\u00e3o de plantas de<em> Ipomoea nil<\/em> (L.) Roth cv. Scarlet O\u2019Hara<br \/>\nem \u00e1rea contaminada por oz\u00f4nio, no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga \u2013 SP<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O interesse por parte de cientistas e pol\u00edticos pela polui\u00e7\u00e3o por oz\u00f4nio troposf\u00e9rico (O3) vem crescendo substancialmente, visto que suas concentra\u00e7\u00f5es tendem a aumentar nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas, inclusive nos pa\u00edses em desenvolvimento. Al\u00e9m disso, trata-se de um poluente com alto poder oxidativo. Uma vez absorvido pelas plantas, o oz\u00f4nio reage com \u00e1gua e produz esp\u00e9cies reativas de oxig\u00eanio (EROs), como o per\u00f3xido de hidrog\u00eanio (H2O2), super\u00f3xido (O2\u2022-) e radical hidroxila (OH\u2022). Em excesso, essas EROs podem provocar desde danos biomoleculares at\u00e9 inj\u00farias foliares vis\u00edveis, que s\u00e3o comumente observadas em plantas sens\u00edveis ao oz\u00f4nio, como supostamente \u00e9\u00a0<em>Ipomoea nil<\/em>\u00a0\u2018Scarlet O\u2019Hara\u2019, e s\u00e3o geralmente utilizadas como resposta indicadora da presen\u00e7a do poluente na atmosfera. Para neutralizar estas EROs, as plantas possuem um sistema antioxidante cuja efici\u00eancia, determinada pela sua capacidade oxi-redu\u00e7\u00e3o, pode limitar os danos causados pelo oz\u00f4nio. Assim, o presente estudo teve como objetivos: avaliar o potencial de oxi-redu\u00e7\u00e3o, em plantas de\u00a0<em>I. nil<\/em>\u00a0expostas em \u00e1rea contaminada por oz\u00f4nio, por meio de varia\u00e7\u00f5es na atividade de ascorbato peroxidase (APX), glutationa redutase (GR) e super\u00f3xido dismutase (SOD) e nas concentra\u00e7\u00f5es de glutationa e de \u00e1cido asc\u00f3rbico, em seus estados reduzidos e oxidados; identificar os fatores ambientais determinantes da varia\u00e7\u00e3o destes antioxidantes e verificar se a capacidade oxi-redu\u00e7\u00e3o em plantas desta cultivar interferem no surgimento de danos foliares, influenciando na efici\u00eancia desta planta como bioindicadora. Para tal, pl\u00e2ntulas da cultivar foram transplantadas para vasos pl\u00e1sticos contendo substrato comercial e cresceram em casa de vegeta\u00e7\u00e3o (sob ar filtrado), com irriga\u00e7\u00e3o cont\u00ednua e aduba\u00e7\u00e3o semanal com N:P:K (20:20:20). Cerca de 30 dias ap\u00f3s o transplante, 36 plantas foram colocadas no ambiente externo da casa de vegeta\u00e7\u00e3o, localizada no Instituto de Bot\u00e2nica, no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, caracterizando o in\u00edcio de cada exposi\u00e7\u00e3o, que teve dura\u00e7\u00e3o de 28 dias. Realizaram-se 2 exposi\u00e7\u00f5es no ver\u00e3o (14\/01\/08 \u2013 11\/02\/08 e 10\/03\/08 \u2013 07\/04\/08); 3 exposi\u00e7\u00f5es no outono: ( 07\/04\/08 &#8211; 05\/05\/08, 05\/05\/08 \u2013 02\/06\/08 e 02\/06\/08 \u2013 30\/06\/08); 3 exposi\u00e7\u00f5es no inverno (14\/07\/08 \u2013 11\/08\/08, 11\/08\/08 \u2013 08\/09\/08 e 08\/09\/08 \u2013 06\/10\/08) e 3 exposi\u00e7\u00f5es na primavera (13\/10\/08 \u2013 10\/11\/08, 10\/11\/08 \u2013 08\/12\/08 e 08\/12\/08 \u2013 05\/01\/09). Em 6 dias sorteados por exposi\u00e7\u00e3o, foram retiradas 6 plantas das quais as folhas 6 e 7 mais velhas foram analisadas quanto \u00e0s atividades de SOD, APX e GR e \u00e0s concentra\u00e7\u00f5es de glutationa reduzida (GSH), oxidada (GSSG), por espectrofotometria, e \u00e0s concentra\u00e7\u00f5es de \u00e1cido asc\u00f3rbico reduzido (AA) e oxidado (DHA) por cromatografia l\u00edquida de alta efici\u00eancia. Estimaram-se, tamb\u00e9m, o potencial redox da glutationa (GSH\/GSH+GSSG) e do \u00e1cido asc\u00f3rbico (AA\/AA+DHA). As maiores m\u00e9dias e doses acumuladas de oz\u00f4nio (AOT0 e 20) ocorreram na exposi\u00e7\u00e3o 2 de inverno enquanto o inverso se deu na exposi\u00e7\u00e3o 1 de ver\u00e3o, incluindo a AOT40. No entanto, as concentra\u00e7\u00f5es de oz\u00f4nio foram atipicamente baixas em 2008 no local, com a maior m\u00e9dia de 25,6 ppb. Observaram-se oscila\u00e7\u00f5es nos indicadores do sistema de defesa, no entanto a sazonalidade n\u00e3o foi marcante. As varia\u00e7\u00f5es dos antioxidantes, exceto glutationa redutase, e do estado redox de \u00e1cido asc\u00f3rbico e glutationa foram explicadas de forma combinada por oscila\u00e7\u00f5es na temperatura, umidade relativa, precipita\u00e7\u00e3o, irradia\u00e7\u00e3o solar e nos n\u00edveis de contamina\u00e7\u00e3o de oz\u00f4nio no per\u00edodo entre 3 a 6 dias que antecederam os dias de amostragem. As rea\u00e7\u00f5es que envolvem o \u00e1cido asc\u00f3rbico foram chaves para conferir maior toler\u00e2ncia contra o estresse oxidativo especificamente induzido pelo oz\u00f4nio, que parece ter ocorrido \u00e0s expensas da oxida\u00e7\u00e3o ou consumo da glutationa (GSH). O aumento da toler\u00e2ncia ao estresse oxidativo n\u00e3o foi suficiente para impedir a ocorr\u00eancia de sintomas vis\u00edveis nas plantas ao longo do per\u00edodo experimental. Os danos foliares ocorreram em todas as esta\u00e7\u00f5es com porcentagens m\u00e9dias de no m\u00e1ximo 18%, com mais intensidade na primavera.Plantas caracterizadas pela presen\u00e7a de danos continham, em especial, baixos n\u00edveis de AA e DHA, o que sugere novamente a import\u00e2ncia deste antioxidante para a prote\u00e7\u00e3o destas plantas contra este estresse. Assim esta cultivar parece ser pouco indicada para o biomonitoramento de oz\u00f4nio em \u00e1reas urbanas brasileiras, pelo menos sob as mesmas condi\u00e7\u00f5es de contamina\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica ocorridas no presente estudo, uma vez que varia\u00e7\u00f5es em sua capacidade de oxi-redu\u00e7\u00e3o podem alterar a manifesta\u00e7\u00e3o de sintomas vis\u00edveis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave:\u00a0<\/strong><em>Ipomoea nil<\/em>\u00a0\u2018Scarlet O\u2019Hara\u2019 ; oz\u00f4nio; biomonitoramento; antioxidantes; estresse oxidativo.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Marcelle_Dafre_MS.pdf\" target=\"_blank\">Marcelle Dafr\u00e9<br \/>\nCapacidade de oxi-redu\u00e7\u00e3o de plantas de <em>Ipomoea nil<\/em> (L.) Roth cv. Scarlet O\u2019Hara<br \/>\nem \u00e1rea contaminada por oz\u00f4nio, no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga \u2013 SP<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Marcelle Dafr\u00e9 No dia 26 de fevereiro de 2010, a aluna Marcelle Dafr\u00e9, do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente,\u00a0defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada\u00a0\u201cCapacidade de oxi-redu\u00e7\u00e3o de plantas de\u00a0Ipomoea nil\u00a0(L.) Roth cv. 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