{"id":1292,"date":"2013-09-20T10:14:01","date_gmt":"2013-09-20T13:14:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1292"},"modified":"2013-09-20T10:14:01","modified_gmt":"2013-09-20T13:14:01","slug":"2010-liliana-ferreira-delgado","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2010-liliana-ferreira-delgado\/","title":{"rendered":"Liliana Ferreira Delgado DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Liliana Ferreira Delgado<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 20 de maio de 2010, a aluna Liliana Ferreira Delgado do curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente,<br \/>\ndefendeu sua tese de doutorado intitulada<br \/>\n\u201cFracionamento, matura\u00e7\u00e3o e origem da capacidade regenerativa de sementes\u00a0de algumas esp\u00e9cies brasileiras de\u00a0<em>Eugenia\u00a0<\/em>(Myrtaceae)\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pelos Professores Doutores Claudio Jose Barbedo (orientador), Rita de C\u00e1ssia Leone Figueiredo-Ribeiro (IBt),<br \/>\nSandra Maria Carmello-Guerreiro (UNICAMP), Jane Elisabeth Kraus (IB-USP) e Nelson Augusto dos Santos J\u00fanior (IBt).<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Fracionamento, matura\u00e7\u00e3o e origem da capacidade regenerativa<br \/>\nde sementes de algumas esp\u00e9cies brasileiras de <em>Eugenia<\/em> (Myrtaceae)<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">Estudos de germina\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o fracionamento em sementes de diversas esp\u00e9cies de\u00a0<em>Eugenia\u00a0<\/em>demonstraram potencial regenerativo nas esp\u00e9cies desse g\u00eanero. A presen\u00e7a de poliembrionia em diversas esp\u00e9cies da fam\u00edlia Myrtaceae e, ainda, de embri\u00e3o aparentemente indiviso em\u00a0<em>Eugenia\u00a0<\/em>demonstram a necessidade de estudos relativos \u00e0 origem dos embri\u00f5es que surgem apenas ap\u00f3s as sementes serem fracionadas. Atrav\u00e9s deste trabalho buscou-se investigar esta origem, analisando o potencial de germina\u00e7\u00e3o de sementes de tr\u00eas esp\u00e9cies brasileiras n\u00e3o domesticadas (<em>Eugenia cerasiflora<\/em>,\u00a0<em>E. umbelliflora<\/em>\u00a0e\u00a0<em>E. pruinosa<\/em>), utilizando uma delas (<em>E. cerasiflora<\/em>) como modelo. Nesta analisaram-se as caracter\u00edsticas dessa capacidade regenerativa durante a forma\u00e7\u00e3o das sementes, bem como realizaram-se an\u00e1lises anat\u00f4micas a partir do fracionamento. Os resultados demonstraram que sementes de\u00a0<em>E cerasiflora<\/em>,<em>E. pruinosa<\/em>\u00a0e\u00a0<em>E. umbelliflora<\/em>\u00a0submetidas a fracionamentos longitudinais ou transversais mantiveram elevada porcentagem de germina\u00e7\u00e3o e de produ\u00e7\u00e3o de pl\u00e2ntulas normais, independente da esp\u00e9cie e do tratamento submetido, sendo que sempre o corte longitudinal resultou em maior incremento da germina\u00e7\u00e3o e da produ\u00e7\u00e3o de pl\u00e2ntulas. As sementes de\u00a0<em>E. cerasiflora<\/em>\u00a0apresentaram capacidade germinativa e regenerativa durante todo o seu processo de matura\u00e7\u00e3o. As sementes de\u00a0<em>E. cerasiflora, E. involucrata\u00a0<\/em>e\u00a0<em>E. uniflora<\/em>\u00a0apresentam eixo hipoc\u00f3tilo-rad\u00edcula distinto e dois cotil\u00e9dones parcialmente unidos, na semente madura e especificamente para\u00a0<em>E. cerasiflora<\/em>, tamb\u00e9m nas sementes imaturas. A produ\u00e7\u00e3o de novas plantas, ap\u00f3s o fracionamento, ocorreu a partir de c\u00e9lulas parenquim\u00e1ticas perivasculares localizados na regi\u00e3o apical dos cotil\u00e9dones. Tal fato sugere que as novas plantas produzidas apresentam genoma id\u00eantico ao do embri\u00e3o, o que deve lhes conferir maior valor adaptativo. A indu\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o de novas pl\u00e2ntulas somente ocorreu quando houve o fracionamento da semente, nunca ocorrendo de maneira espont\u00e2nea em sementes intactas. Isto poderia estar associado \u00e0 presen\u00e7a de inibidores de germina\u00e7\u00e3o na semente germinante. Para investigar a presen\u00e7a de poss\u00edveis inibidores, foram feitos extratos de sementes de\u00a0<em>Eugenia uniflora<\/em>\u00a0que n\u00e3o demonstraram claro efeito para a pr\u00f3pria esp\u00e9cie. Contudo, para aqu\u00eanios de alface e sementes de feij\u00e3o, esp\u00e9cies reconhecidamente sens\u00edveis a compostos inibidores, os resultados apresentaram diferen\u00e7as significativas, revelando potencial inibidor para sementes dessa esp\u00e9cie.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Palavras chave: Semente, anatomia, regenera\u00e7\u00e3o e inibidores de germina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Liliana_Ferreira_Delgado_DR.pdf\" target=\"_blank\">Liliana Ferreira Delgado<br \/>\nFracionamento, matura\u00e7\u00e3o e origem da capacidade regenerativa de sementes de<br \/>\nalgumas esp\u00e9cies brasileiras de<em> Eugenia<\/em> (Myrtaceae)<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Liliana Ferreira Delgado No dia 20 de maio de 2010, a aluna Liliana Ferreira Delgado do curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente, defendeu sua tese de doutorado intitulada \u201cFracionamento, matura\u00e7\u00e3o e origem da capacidade regenerativa de sementes\u00a0de algumas esp\u00e9cies brasileiras de\u00a0Eugenia\u00a0(Myrtaceae)\u201d. 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