{"id":1244,"date":"2013-09-19T17:18:56","date_gmt":"2013-09-19T20:18:56","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1244"},"modified":"2013-09-19T17:18:56","modified_gmt":"2013-09-19T20:18:56","slug":"2010-katya-da-silva-patekoski","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2010-katya-da-silva-patekoski\/","title":{"rendered":"Katya da Silva Patekoski MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Katya da Silva Patekoski<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 20 de Abril de 2010, a aluna Katya da Silva Patekoski (bolsista CAPES), \u00a0do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada<br \/>\n\u201cPatogenicidade e controle biol\u00f3gico de\u00a0<em>Pythium aphanidermatum<\/em>\u00a0(Edson) Fitzp.<br \/>\nem variedades de alface (<em>Lactuca sativa<\/em>\u00a0L.) em sistema hidrop\u00f4nico\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta por sua orientadora, Dra. Carmen Lidia Amorim Pires-Zottarelli (N\u00facleo de Pesquisa em Micologia\/IBt),<br \/>\nDr.<strong><\/strong>D\u00e1cio Roberto Matheus (Centro de Engenharia, Modelagem e Ci\u00eancias Sociais Aplicadas\/Universidade Federal do ABC)<br \/>\ne Dra. Liliane De Diana Teixeira (Cl\u00ednica Fitopatol\u00f3gica Prof. Hiroshi Kimati\/Esalq-USP).<\/p>\n<div id=\"attachment_1245\" style=\"width: 283px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/katya.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1245\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1245\" alt=\"Dra. Liliane De Diana Teixeira, Dra. Carmen Lidia Amorim Pires-Zottarelli, aluna Katya da Silva Patekoski e Dr. D\u00e1cio Roberto Matheus \" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/katya.jpg\" width=\"273\" height=\"205\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1245\" class=\"wp-caption-text\">Dra. Liliane De Diana Teixeira, Dra. Carmen Lidia Amorim Pires-Zottarelli,<br \/>aluna Katya da Silva Patekoski e Dr. D\u00e1cio Roberto Matheus<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: center\">O estudo foi conduzido\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0e em condi\u00e7\u00f5es hidrop\u00f4nicas semelhantes \u00e0s empregadas pelos hidroponicultores brasileiros na produ\u00e7\u00e3o de alface, com o intuito de avaliar o potencial patog\u00eanico de um isolado de\u00a0<em>Pythium aphanidermatum<\/em>\u00a0(pat\u00f3geno comumente destrutivo em sistemas hidrop\u00f4nicos) nas variedades de alface Vera (crespa) e Elisa (lisa), e testar o efeito dos produtos comerciais Biotrich\u00ae, Trichodermil\u00ae e Trichodel\u00ae, formulados com con\u00eddios de\u00a0<em>Trichoderma<\/em>\u00a0spp. no controle deste pat\u00f3geno\u00a0e na promo\u00e7\u00e3o de crescimento das variedades de alface estudadas.<br \/>\nOs resultados demonstraram que\u00a0<em>Pythium aphanidermatum<\/em>\u00a0apresentou patogenicidade nos testes\u00a0<em>in vitro<\/em>, reduzindo o comprimento das rad\u00edculas e a porcentagem de pl\u00e2ntulas sobreviventes das variedades, com maior agressividade verificada em temperatura elevada (31\u00baC). Nos experimentos\u00a0<em>in vivo<\/em>, n\u00e3o foi verificada influ\u00eancia do pat\u00f3geno sobre o desenvolvimento das plantas com a concentra\u00e7\u00e3o de zo\u00f3sporos estudada (5x103zo\u00f3sporos\/mL). De maneira geral, os produtos nas concentra\u00e7\u00f5es testadas n\u00e3o promoveram o crescimento das plantas, e diminu\u00edram o seu desenvolvimento em alguns tratamentos controle dos experimentos conduzidos\u00a0<em>in vitro<\/em>. Entretanto, maior crescimento das plantas foi verificado com a aplica\u00e7\u00e3o dos produtos na presen\u00e7a do pat\u00f3geno nos experimentos\u00a0<em>in vitro<\/em>, o que demonstra que os biocontroles estudados possuem potencial para o controle de\u00a0<em>Pythium aphanidermatum<\/em>, podendo ser utilizados em outros estudos visando o controle deste pat\u00f3geno.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Patogenicidade e controle biol\u00f3gico de <em>Pythium aphanidermatum<\/em> (Edson) Fitzp.<br \/>\nem variedades de alface (<em>Lactuca sativa<\/em> L.) em sistema hidrop\u00f4nico<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Pythium aphanidermatum<\/em>\u00a0(Edson) Fitzp. destaca-se como um dos pat\u00f3genos mais comuns e destrutivos em cultivos hidrop\u00f4nicos, afetando uma ampla gama de hospedeiros ao redor do mundo. O controle desta esp\u00e9cie torna-se um desafio, especialmente nas \u00e9pocas quentes do ano, devido \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia natural das plantas e \u00e0 maior adapta\u00e7\u00e3o do pat\u00f3geno nestas condi\u00e7\u00f5es. A introdu\u00e7\u00e3o de microrganismos antagonistas no controle de fitopat\u00f3genos \u00e9 uma alternativa vi\u00e1vel para a redu\u00e7\u00e3o do uso de agroqu\u00edmicos e prote\u00e7\u00e3o das culturas, sendo que\u00a0<em>Trichoderma\u00a0<\/em>spp. est\u00e3o entre os agentes de biocontrole mais estudados e utilizados, havendo inclusive produtos formulados com tais antagonistas \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o no mercado brasileiro, dentre eles o Biotrich\u00ae, o Trichodermil\u00ae e o Trichodel\u00ae. O presente estudo teve por objetivos avaliar o potencial patog\u00eanico de um isolado de\u00a0<em>Pythium aphanidermatum<\/em>\u00a0nas variedades de alface Vera e Elisa\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0e em condi\u00e7\u00f5es hidrop\u00f4nicas semelhantes \u00e0s empregadas pelos hidroponicultores brasileiros na produ\u00e7\u00e3o de alface; e testar o efeito dos produtos Biotrich\u00ae, Trichodermil\u00ae e Trichodel\u00ae no controle deste pat\u00f3geno e na promo\u00e7\u00e3o de crescimento das variedades nas condi\u00e7\u00f5es estudadas. Nos testes in\u00a0<em>vitro<\/em>, placas de Petri com agar-\u00e1gua receberam uma al\u00edquota de 1mL de suspens\u00e3o dos produtos com as concentra\u00e7\u00f5es de 0,2mL\/L (Biotrich\u00ae); 0,05, 0,1 e 0,2mL\/L (Trichodermil\u00ae); e 0,25, 0,5 e 1mL\/L (Trichodel\u00ae); pl\u00e2ntulas rec\u00e9m germinadas (sete pl\u00e2ntulas\/placa) e, ap\u00f3s 24h, discos com mic\u00e9lio do isolado. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com cinco repeti\u00e7\u00f5es, sendo cada repeti\u00e7\u00e3o representada por uma placa de Petri. Placas contendo apenas as sementes de alface, com e sem os produtos serviram como controle. Ao final de 10 dias de incuba\u00e7\u00e3o em 20 e 31<sup>o<\/sup>C, avaliou-se estatisticamente o comprimento das rad\u00edculas e hipoc\u00f3tilos e a porcentagem de pl\u00e2ntulas sobreviventes. Os testes\u00a0<em>in vivo\u00a0<\/em>foram conduzidos durante a primavera e ver\u00e3o, em sistema NFT (<em>Nutrient Film Technique<\/em>), com os produtos Biotrich\u00ae (0,2mL\/L) e Trichodel\u00ae (0,25mL\/L) e com a inocula\u00e7\u00e3o do pat\u00f3geno feita por meio da imers\u00e3o das ra\u00edzes das plantas em suspens\u00e3o de zo\u00f3sporos na concentra\u00e7\u00e3o de 5&#215;10<sup>3<\/sup>\u00a0zo\u00f3sporos\/mL.\u00a0 O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2&#215;3 (inocula\u00e7\u00e3o x produto), totalizando 12 tratamentos com seis repeti\u00e7\u00f5es, sendo cada repeti\u00e7\u00e3o representada por uma planta. Ap\u00f3s 28 dias de perman\u00eancia das plantas no sistema hidrop\u00f4nico, avaliou-se estatisticamente as massas fresca e seca da parte a\u00e9rea e ra\u00edzes das mesmas.\u00a0<em>Pythium aphanidermatum<\/em>\u00a0apresentou patogenicidade nos testes\u00a0<em>in vitro<\/em>, reduzindo o comprimento das rad\u00edculas e a porcentagem de pl\u00e2ntulas sobreviventes das variedades, com maior agressividade verificada em 31\u00baC. Nos experimentos\u00a0<em>in vivo<\/em>, n\u00e3o foi verificada influ\u00eancia do pat\u00f3geno sobre o desenvolvimento das plantas com a concentra\u00e7\u00e3o de zo\u00f3sporos estudada. De maneira geral, os produtos nas concentra\u00e7\u00f5es testadas n\u00e3o promoveram o crescimento das plantas, e diminu\u00edram o seu desenvolvimento em alguns tratamentos controle dos experimentos conduzidos\u00a0<em>in vitro<\/em>. Entretanto, maior crescimento das plantas foi verificado com a aplica\u00e7\u00e3o dos produtos na presen\u00e7a do pat\u00f3geno nos experimentos\u00a0<em>in vitro<\/em>, o que demonstra que os biocontroles estudados possuem potencial para o controle de\u00a0<em>Pythium aphanidermatum<\/em>, podendo ser utilizados em outros estudos visando o controle deste pat\u00f3geno.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chave:<\/strong>\u00a0Hidroponia, alface,\u00a0<em>Pythium<\/em>, podrid\u00e3o de raiz, controle biol\u00f3gico,\u00a0<em>Trichoderma<\/em><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Katya_da_Silva_Patekoski_MS.pdf\" target=\"_blank\">Katya da Silva Patekoski<br \/>\nPatogenicidade e controle biol\u00f3gico de<em> Pythium aphanidermatum<\/em> (Edson) Fitzp.<br \/>\nem variedades de alface (<em>Lactuca sativa<\/em> L.) em sistema hidrop\u00f4nico<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Katya da Silva Patekoski No dia 20 de Abril de 2010, a aluna Katya da Silva Patekoski (bolsista CAPES), \u00a0do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada \u201cPatogenicidade e controle biol\u00f3gico de\u00a0Pythium aphanidermatum\u00a0(Edson) Fitzp. em variedades de alface (Lactuca sativa\u00a0L.) em sistema hidrop\u00f4nico\u201d. A banca examinadora foi [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1244"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1244"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1244\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1244"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}