{"id":1165,"date":"2013-09-19T14:25:23","date_gmt":"2013-09-19T17:25:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1165"},"modified":"2013-09-19T14:25:23","modified_gmt":"2013-09-19T17:25:23","slug":"2007-joao-ruffin-leme-de-godoy","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2007-joao-ruffin-leme-de-godoy\/","title":{"rendered":"Jo\u00e3o Ruffin Leme de Godoy DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Jo\u00e3o Ruffin Leme de Godoy<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 22 de fevereiro de 2007, a tese de doutorado<br \/>\n&#8220;Ecofisiologia do estabelecimento de leguminosas arb\u00f3reas da Mata Atl\u00e2ntica, pertencentes a<br \/>\ndiferentes grupos funcionais, sob atmosfera enriquecida com CO2: uma abordagem sucessional&#8221;<br \/>\nfoi defendida pelo aluno Jo\u00e3o Ruffin Leme de Godoy, no audit\u00f3rio do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo,<br \/>\npara a obten\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo de doutor em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente na \u00e1rea de Plantas Vasculares em An\u00e1lises Ambientais.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A referida tese foi desenvolvida sob orienta\u00e7\u00e3o do Prof. Dr. Marcos Silveira Buckeridge (IB-USP) e co-orienta\u00e7\u00e3o do Prof. Dr. Marcos Pereira Marinho Aidar (IBt-SMASP) e a banca examinadora contou com a presen\u00e7a do Prof. Dr. Carlos Alberto Martinez y Huaman (FFCLRP-USP),<br \/>\ndo Prof. Dr. Augusto Cesar Franco (ICB-UNB), da Profa. Dra. Regina Maria de Moraes (IBt-SMASP), do Prof. Dr. Emerson Alves da Silva (IBt-SMASP) e do Prof. Dr. Marcos Silveira Buckeridge &#8211; orientador (IB-USP).<\/p>\n<div id=\"attachment_1166\" style=\"width: 260px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/joaoruffin1.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1166\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1166\" alt=\" Da esquerda para a direita: Profa. Dra. Regina Maria de Moraes (IBt), Prof. Dr. Carlos Alberto Martinez y Huaman (FFCLRP-USP),  Prof. Dr. Emerson Alves da Silva (IBt-SMASP), o autor da tese, Profa. Dra. Sonia Machado Campos Dietrich (IBt) e Prof. Dr. Augusto Cesar Franco (ICB-UNB)\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/joaoruffin1.jpg\" width=\"250\" height=\"188\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1166\" class=\"wp-caption-text\">Da esquerda para a direita: Profa. Dra. Regina Maria de Moraes (IBt), Prof. Dr. Carlos Alberto Martinez y Huaman (FFCLRP-USP), Prof. Dr. Emerson Alves da Silva (IBt-SMASP), o autor da tese, Profa. Dra. Sonia Machado Campos Dietrich (IBt) e Prof. Dr. Augusto Cesar Franco (ICB-UNB)<\/p><\/div>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Ecofisiologia do estabelecimento de leguminosas arb\u00f3reas\u00a0da Mata Atl\u00e2ntica, pertencentes a diferentes grupos funcionais, \u00a0sob atmosfera enriquecida com CO2: uma abordagem sucessional<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0A tese menciona que durante esse s\u00e9culo, o que ainda resta das florestas tropicais do planeta enfrentar\u00e1 impactos humanos diretos e altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e atmosf\u00e9ricas n\u00e3o sentidas pelos ecossistemas naturais h\u00e1 pelo menos 20 milh\u00f5es de anos, e quando se pensa em conserva\u00e7\u00e3o, manejo e modelagem de biomas com elevada biodiversidade como a Mata Atl\u00e2ntica e outras florestas tropicais, entender como os diferentes grupos funcionais responder\u00e3o \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas em vigor no planeta apresenta grande relev\u00e2ncia. Esses ecossistemas podem desempenhar um papel fundamental na mitiga\u00e7\u00e3o dos impactos causados pelas crescentes concentra\u00e7\u00f5es de CO2 na atmosfera, relacionadas \u00e0s altera\u00e7\u00f5es do clima global, captando carbono atrav\u00e9s da fotoss\u00edntese e transformando-o em biomassa. Nesse contexto, o conhecimento desses processos (fotoss\u00edntese e crescimento) tornou-se fundamentalmente importante e as leguminosas passaram a ocupam lugar de destaque por estarem entre as fam\u00edlias com maior representatividade flor\u00edstica e estrutural em florestas tropicais. Assim sendo, foi avaliado, numa abordagem intrafil\u00e9tica de ecofisiologia comparada, o estabelecimento de cinco esp\u00e9cies de\u00a0<em>Leguminosae<\/em>\u00a0arb\u00f3reas da Mata Atl\u00e2ntica, pertencentes a diferentes grupos funcionais, sob atmosfera natural e enriquecida com CO2, a fim de responder as seguintes perguntas: (i)\u00a0Ocorrem diferen\u00e7as sob alto CO2 ?; (ii)\u00a0As esp\u00e9cies, e os grupos funcionais, apresentam desempenhos diferentes ?; (iii) Existe um gradiente de respostas ao CO2 elevado em fun\u00e7\u00e3o do gradiente de estrat\u00e9gias de regenera\u00e7\u00e3o encontrado ao longo do processo sucessional ?; (iv) Existem esp\u00e9cies tropicais mais suscet\u00edveis, ou com maior potencial de respostas, ao aumento nas concentra\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas de CO2 em andamento no planeta ? As esp\u00e9cies estudadas foram:\u00a0<em>Sesbania virgata (Cav.) Pers<\/em>. (o feij\u00e3o-do-mato) \u2013 uma pioneira;\u00a0<em>Schizolobium parahyba (Vell.) Blake<\/em>\u00a0(o guapuruv\u00fa),\u00a0<em>Piptadenia gonoacantha (Mart.) J.F.Macbr<\/em>. (o pau-jacar\u00e9), e\u00a0<em>Dalbergia nigra (Vell.) Fr. All<\/em>. (o jacarand\u00e1-da-bahia) \u2013 secund\u00e1rias iniciais; e\u00a0<em>Hymenaea courbaril L.<\/em>\u00a0(o jatob\u00e1) \u2013 uma secund\u00e1ria tardia. Ap\u00f3s a germina\u00e7\u00e3o, as pl\u00e2ntulas foram cultivadas por cerca de dois meses em c\u00e2maras de topo aberto sob dois tratamentos: atmosfera ambiente (c.a. 370 ppm de CO2) e atmosfera ambiente enriquecida com CO2 industrial (c.a. 720 ppm de CO2) (Fig. 2). Durante esse per\u00edodo foram medidos a altura, o n\u00famero de folhas, a \u00e1rea foliar, a fluoresc\u00eancia da clorofila a (Fv\/Fm) e as trocas gasosas de H2O e CO2. No final, foram realizadas curvas de resposta \u00e0 luz e ao CO2 e cada esp\u00e9cie foi avaliada tamb\u00e9m quanto \u00e0 quantidade de mat\u00e9ria seca de folhas, caules e ra\u00edzes. Sob CO2 elevado, as respostas dependeram da esp\u00e9cie, do par\u00e2metro e da fase do experimento analisada. No geral, sob atmosfera enriquecida com CO2 as esp\u00e9cies mostraram maiores valores para altura, \u00e1rea foliar, taxa de crescimento relativo inicial, assimila\u00e7\u00e3o l\u00edquida de CO2, efici\u00eancia de uso da \u00e1gua, capacidade fotossint\u00e9tica e raz\u00e3o raiz : parte a\u00e9rea. Por\u00e9m, uma an\u00e1lise mais detalhada revelou que as esp\u00e9cies mais iniciais na sucess\u00e3o (<em>Sesbania virgata, Schizolobium parahyba<\/em>) apresentaram maiores valores para as taxas iniciais de crescimento relativo, para o n\u00famero de folhas em torno dos 40 dias ap\u00f3s a embebi\u00e7\u00e3o, para a efici\u00eancia qu\u00e2ntica potencial do fotossistema II (Fv\/Fm), para a assimila\u00e7\u00e3o l\u00edquida de CO2, para a raz\u00e3o entre a concentra\u00e7\u00e3o intercelular de CO2 no mesofilo foliar e a concentra\u00e7\u00e3o ambiente desse g\u00e1s (Ci\/Ca) e para o incremento percentual na capacidade fotossint\u00e9tica e no ac\u00famulo de biomassa quando submetidas a uma atmosfera enriquecida com CO2. Essas esp\u00e9cies mostraram tamb\u00e9m os menores valores para a efici\u00eancia intr\u00ednseca de uso da \u00e1gua e para os incrementos percentuais na assimila\u00e7\u00e3o l\u00edquida de CO2, na efici\u00eancia intr\u00ednseca de uso da \u00e1gua e na redu\u00e7\u00e3o da taxa de carboxila\u00e7\u00e3o m\u00e1xima da Rubisco e do transporte m\u00e1ximo de el\u00e9trons. Esses resultados evidenciaram um gradiente de respostas coincidindo com o gradiente de estrat\u00e9gias de regenera\u00e7\u00e3o estudado. Os ciclos de vida mais curtos, as maiores densidades populacionais, as madeiras de menor densidade e o quadro oposto apresentado pelas esp\u00e9cies secund\u00e1rias tardias indicaram que os diferentes grupos funcionais podem, no longo prazo, garantir maior estabilidade do seq\u00fcestro de carbono em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s esp\u00e9cies isoladamente. A tese, por fim, menciona que atualmente a escolha de esp\u00e9cies voltadas para a recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas e seq\u00fcestro de carbono deve considerar uma avalia\u00e7\u00e3o como a proposta pelo \u00edndice de Desempenho Fisiol\u00f3gico em Alto CO2 (DFAC) apresentado no trabalho, e que estas tenham crescimento r\u00e1pido, madeira com densidade mediana a alta e que estejam em solo profundo e f\u00e9rtil, garantindo dessa forma drenos internos de carbono eficientes.<\/p>\n<div id=\"attachment_1167\" style=\"width: 198px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/joaoruffin2.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-1167\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1167\" alt=\"C\u00e2maras de topo aberto onde foram realizados os experimentos\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/joaoruffin2.jpg\" width=\"188\" height=\"250\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1167\" class=\"wp-caption-text\">C\u00e2maras de topo aberto onde foram realizados os experimentos<\/p><\/div>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Joao_Ruffin_Leme_de_Godoy_MS.pdf\" target=\"_blank\">Jo\u00e3o Ruffin Leme de Godoy<br \/>\nEcofisiologia do estabelecimento de leguminosas arb\u00f3reas da Mata Atl\u00e2ntica, pertencentes a diferentes grupos funcionais,<br \/>\nsob atmosfera enriquecida com CO2: uma abordagem sucessional<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h1 style=\"text-align: center\"><\/h1>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jo\u00e3o Ruffin Leme de Godoy No dia 22 de fevereiro de 2007, a tese de doutorado &#8220;Ecofisiologia do estabelecimento de leguminosas arb\u00f3reas da Mata Atl\u00e2ntica, pertencentes a diferentes grupos funcionais, sob atmosfera enriquecida com CO2: uma abordagem sucessional&#8221; foi defendida pelo aluno Jo\u00e3o Ruffin Leme de Godoy, no audit\u00f3rio do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1165"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1165"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1165\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1165"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}