{"id":1163,"date":"2013-09-19T14:43:16","date_gmt":"2013-09-19T17:43:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1163"},"modified":"2013-09-19T14:43:16","modified_gmt":"2013-09-19T17:43:16","slug":"2010-fernanda-rios-jacinavicius","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2010-fernanda-rios-jacinavicius\/","title":{"rendered":"Fernanda Rios Jacinavicius MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Fernanda Rios Jacinavicius<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">Fernanda Rios Jacinavicius, aluna do programa em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, e bolsista CAPES defendeu no dia 23 de fevereiro de 2010, sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada<br \/>\n\u201cEfeitos da temperatura, irradi\u00e2ncia e competi\u00e7\u00e3o no crescimento e na produ\u00e7\u00e3o de cianotoxinas da \u00a0cepa SPC777 &#8211;<br \/>\n<em>Microcystis aeruginosa<\/em>\u00a0(K\u00fctzing) K\u00fctzing (Cyanobacteria)\u201d \u00a0orientada pela Dra. C\u00e9lia Leite Sant\u2019Anna.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi constitu\u00edda por sua orientadora, \u00a0pela Dra. Alessandra Giani Pinto Coelho da Universidade Federal de Minas Gerais \u2013 UFMG e<br \/>\nDra. Luce Maria Brand\u00e3o Torres do N\u00facleo de Pesquisa em Fisiologia \u2013 IBt.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\"><strong>Efeitos da temperatura, irradi\u00e2ncia e competi\u00e7\u00e3o no crescimento e na produ\u00e7\u00e3o de cianotoxinas da<br \/>\ncepa SPC777 &#8211;\u00a0<em>Microcystis aeruginosa<\/em>\u00a0(K\u00fctzing) K\u00fctzing (Cyanobacteria).<\/strong><\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O g\u00eanero\u00a0<em>Microcystis<\/em>\u00a0\u00e9 um dos que mais causam problemas em \u00e1guas continentais de todo mundo devido a sua alta capacidade de formar flora\u00e7\u00f5es e produzir toxinas. A literatura mostra que a esp\u00e9cie mais conhecida e estudada do g\u00eanero \u00e9\u00a0<em>M. aeruginosa<\/em>\u00a0que \u00e9 amplamente distribu\u00edda em todo o mundo, frequentemente forma flora\u00e7\u00f5es e \u00e9 produtora de microcistinas. De acordo com a literatura, fatores como temperatura, luz e nutrientes afetam diretamente o desenvolvimento e a concentra\u00e7\u00e3o de toxinas nas c\u00e9lulas. Tais fatores determinam a taxa de crescimento bem como a s\u00edntese das toxinas. Assim, nosso objetivo \u00e9 o estudo dos efeitos da temperatura, irradi\u00e2ncia e competi\u00e7\u00e3o sobre o desenvolvimento, morfometria e produ\u00e7\u00e3o de toxinas da Cepa SPC777<em>\u00a0Microcystis aeruginosa<\/em>. A escolha da cepa SPC777 baseou-se no fato que durante a triagem toxicol\u00f3gica do banco de culturas de cianobact\u00e9rias do Instituto de Bot\u00e2nica esta cepa mostrou-se capaz de produzir variantes de saxitoxinas. Por\u00e9m, ap\u00f3s sete anos em cultivo, a cepa deixou de produzir esta toxina. A cepa estudada foi coletada em 2000 e \u00e9 procedente do reservat\u00f3rio Billings, Estado de S\u00e3o Paulo, que \u00e9 destinado ao abastecimento p\u00fablico e lazer. A cepa utilizada para o estudo de competi\u00e7\u00e3o foi SPC338 (<em>Raphidiopsis brookii<\/em>) coletada em 1997 no mesmo reservat\u00f3rio. Estas cepas s\u00e3o mantidas no Banco de Cultura de Algas e Cianobact\u00e9rias da Se\u00e7\u00e3o de Ficologia do Instituto de Bot\u00e2nica, em sala com condi\u00e7\u00f5es controladas: irradi\u00e2ncia de 40-50\u00a0mmol f\u00f3tons m<sup>-2<\/sup>. s<sup>-1<\/sup>, temperatura 23+2 oC, meio ASM-1 (pH 7,4) e fotoper\u00edodo de 14h luz: 10h escuro. As cepas mantidas nestas condi\u00e7\u00f5es foram designadas como material controle. Os diferentes tratamentos analisados s\u00e3o os seguintes: Tratamento 1 \u2013 cepa SPC777 mantida nas mesmas condi\u00e7\u00f5es do controle com exce\u00e7\u00e3o da temperatura que foi alterada para 30 \u00baC; Tratamento 2: cepa SPC777 mantida nas mesmas condi\u00e7\u00f5es do controle com exce\u00e7\u00e3o da irradi\u00e2ncia que foi alterada para 100-120 \u00b5mol f\u00f3tons m<sup>-2<\/sup>. s<sup>-1<\/sup>, Tratamento 3: Estudo de competi\u00e7\u00e3o com\u00a0<em>R. brookii<\/em>. Para o tratamento 3, os experimentos foram realizados sob as mesmas condi\u00e7\u00f5es do controle. Foram estabelecidas curvas de crescimento para os controles e para os tratamentos, em tr\u00eas repeti\u00e7\u00f5es (n=3). Foram realizadas contagens do n\u00famero de c\u00e9lulas mL<sup>-1<\/sup>\u00a0a cada dois dias para a densidade e c\u00e1lculo do biovolume. Com base nas curvas de crescimento, foram retiradas tr\u00eas sub-amostras de 400 mL na Fase 1 de crescimento (15\u00b0 dia) e outras tr\u00eas na Fase 2, para o controle da SPC 777 (31\u00b0 dia) e para os tratamentos 1 e 2 (27\u00b0 dia) Para o controle da SPC 338 e tratamento 3 foram retiradas amostras de 400 mL apenas na Fase 1. As sub-amostras foram estudadas morfometricamente ao microsc\u00f3pio \u00f3ptico, com ocular de medi\u00e7\u00e3o. Foram feitas 30 medidas de cada caracter\u00edstica m\u00e9trica de interesse taxon\u00f4mico. Todas as diferentes fases de crescimento foram descritas e ilustradas. As cepas em estudo j\u00e1 foram identificadas em termos moleculares. A an\u00e1lise estat\u00edstica utilizada para compara\u00e7\u00e3o de m\u00e9dias foi a de vari\u00e2ncia (ANOVA) fator \u00fanico, seguido do teste de compara\u00e7\u00e3o m\u00faltipla de Tukey. Quanto ao desenvolvimento, a maior taxa de crescimento ocorreu no tratamento 2. Na Fase 1, o controle SPC777 apresentou maior rendimento celular, por\u00e9m, este n\u00e3o se diferenciou estatisticamente do tratamento 2. Para a Fase 2, o tratamento 1 diferenciou-se do controle e do tratamento 2 quanto ao rendimento celular. Por\u00e9m, apesar do tratamento 1 apresentar menor rendimento celular em rela\u00e7\u00e3o ao controle e tratamento 2, n\u00e3o apresentou diferen\u00e7a estat\u00edstica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 biomassa. A maior concentra\u00e7\u00e3o de clorofila a ocorreu no tratamento 1, por\u00e9m este n\u00e3o se diferenciou do controle. A menor produ\u00e7\u00e3o de clorofila a ocorreu no tratamento 2. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 morfometria houve diferen\u00e7a estat\u00edstica apenas no tratamento 1, onde ocorreu maior di\u00e2metro celular tanto na fase 1 quanto na fase 2. O tratamento 3 (competi\u00e7\u00e3o) mostrou que a cepa SPC338 teve grande influ\u00eancia sobre o desenvolvimento da cepa SPC777, diminuindo o seu rendimento celular em 40%. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cepa SPC338, a intera\u00e7\u00e3o aumentou sua taxa de crescimento e o rendimento celular aumentou 90%. No entanto, mesmo com a influ\u00eancia da cepa SPC338, a cepa SPC777 apresentou maior rendimento celular (6,04. 10<sup>6<\/sup>) do que a cepa SCP338 cujo rendimento foi de 1,73. 10<sup>6<\/sup>\u00a0Quanto \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de toxinas no controle da cepa SPC338, houve produ\u00e7\u00e3o de saxitoxina e goniautoxina, sendo a produ\u00e7\u00e3o de saxitoxina maior do que a de goniautoxina. Por\u00e9m, na intera\u00e7\u00e3o (tratamento 3) n\u00e3o houve produ\u00e7\u00e3o de saxitoxina e a produ\u00e7\u00e3o de goniautoxina foi menor do que a encontrada no controle. J\u00e1 a linhagem SPC777 n\u00e3o apresentou toxicidade (microcistinas e saxitoxinas) no controle e em nenhum dos tratamentos analisados. A cepa SPC777 mostrou-se sens\u00edvel ao longo per\u00edodo em cultura, apresentando perda de aer\u00f3topos e aus\u00eancia de produ\u00e7\u00e3o de toxinas. Aparentemente pode ter ocorrido alguma altera\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, pois, diferentemente do que ocorreu com a cepa SPC338, n\u00e3o foi poss\u00edvel alterar estes processos nos diferentes tratamentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Palavras-chave:\u00a0<em>Microcystis aeruginosa<\/em>, desenvolvimento, microcistinas, saxitoxinas.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Fernanda_Rios_Jacinavicious_MS.pdf\"><br \/>\n<\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Fernanda_Rios_Jacinavicious_MS.pdf\" target=\"_blank\">Fernanda Rios Jacinavicius<br \/>\nEfeitos da temperatura, irradi\u00e2ncia e competi\u00e7\u00e3o no crescimento e na produ\u00e7\u00e3o de cianotoxinas<br \/>\nda cepa SPC777 &#8211;<em>Microcystis aeruginosa<\/em> (K\u00fctzing) K\u00fctzing (Cyanobacteria)<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fernanda Rios Jacinavicius Fernanda Rios Jacinavicius, aluna do programa em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo, e bolsista CAPES defendeu no dia 23 de fevereiro de 2010, sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada \u201cEfeitos da temperatura, irradi\u00e2ncia e competi\u00e7\u00e3o no crescimento e na produ\u00e7\u00e3o de cianotoxinas da \u00a0cepa SPC777 &#8211; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1163"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1163"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1163\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1163"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}