{"id":1120,"date":"2013-09-19T13:36:46","date_gmt":"2013-09-19T16:36:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1120"},"modified":"2013-09-19T13:36:46","modified_gmt":"2013-09-19T16:36:46","slug":"2010-elisa-mitsuko-aoyama","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2010-elisa-mitsuko-aoyama\/","title":{"rendered":"Elisa Mitsuko Aoyama DR"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Elisa Mitsuko Aoyama<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 26 de fevereiro de 2010, a aluna de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Elisa Mitsuko Aoyama (bolsista Capes), defendeu sua tese de doutorado intitulada<br \/>\n\u201cPropaga\u00e7\u00e3o\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0e em estufa de\u00a0<em>Alcantarea imperialis\u00a0<\/em>(Carri\u00e8re) Harms (Bromeliaceae) a partir de sementes\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pela Dra. Solange Cristina Mazzoni-Viveiros (Orientadora e Presidente\/IBt),<br \/>\nDra. Regina Maria Monteiro de Castilho (Unesp \u2013 Ilha Solteira\/SP), Dr. Andr\u00e9 Mantovani (JBRJ), Dra. Jane Elizabeth Kraus (USP)<br \/>\ne Maria Angela M. Carvalho (IBt), como mostrado na fotografia.<\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/foto_site_Elisa.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1122\" alt=\"\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/foto_site_Elisa.jpg\" width=\"425\" height=\"207\" \/><\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Propaga\u00e7\u00e3o <em>in vitro<\/em> e em estufa de <em>Alcantarea imperialis<\/em> (Carri\u00e8re) Harms (Bromeliaceae) a partir de sementes<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O cultivo\u00a0<em>in vitro\u00a0<\/em>de brom\u00e9lias tem sido considerado uma t\u00e9cnica eficiente para aperfei\u00e7oar a propaga\u00e7\u00e3o dessas plantas, que pelos m\u00e9todos naturais n\u00e3o \u00e9 capaz de fornecer em curto espa\u00e7o de tempo, um grande n\u00famero de esp\u00e9cimes, o que mais interessa ao produtor comercial. Para\u00a0<em>Alcantarea imperialis<\/em>\u00a0(Carri\u00e8re) Harms, utilizada no paisagismo e considerada amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o devido ao extrativismo ilegal, n\u00e3o existem relatos que comparem o crescimento\u00a0<em>in vitro\u00a0<\/em>com a produ\u00e7\u00e3o em estufa. No cultivo\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0as plantas s\u00e3o obtidas em condi\u00e7\u00f5es controladas de assepsia, alta umidade e disponibilidade de nutrientes, enquanto que aos serem transferidas para crescimento\u00a0<em>ex vitro\u00a0<\/em>em estufa, a aclimata\u00e7\u00e3o, dependem da taxa fotossint\u00e9tica e da absor\u00e7\u00e3o de nutrientes do substrato. A redu\u00e7\u00e3o do tempo de perman\u00eancia\u00a0<em>in vitro<\/em>, pode diminuir os custos de manuten\u00e7\u00e3o para os produtores. O objetivo do presente trabalho foi estabelecer um protocolo para a propaga\u00e7\u00e3o de mudas da esp\u00e9cie<em>\u00a0Alcantarea imperialis<\/em>\u00a0(Carri\u00e8re) Harms a partir de sementes, que permita obter o maior \u00edndice de produ\u00e7\u00e3o e sobreviv\u00eancia de plantas dessa esp\u00e9cie com o menor custo. Para o lote cultivado\u00a0<em>in vitro<\/em>, as sementes ap\u00f3s a retirada dos ap\u00eandices plumosos e desinfesta\u00e7\u00e3o superficial foram depositadas em meio de cultura Murashige &amp; Skoog (MS), com concentra\u00e7\u00e3o original dos micronutrientes e metade da concentra\u00e7\u00e3o dos macronutrientes (MS\/2). Para o lote cultivado em estufa, sementes foram colocadas em gerbox com papel de filtro para a germina\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s 30 dias da germina\u00e7\u00e3o, as plantas foram colocadas em bandejas de isopor contendo substrato de casca de\u00a0<em>Pinus<\/em>\u00a0mo\u00edda, envoltas com pl\u00e1stico transparente para evitar a perda excessiva de umidade e adubadas semanalmente com solu\u00e7\u00e3o de MS\/2. Ambos os lotes foram mantidos em fotoper\u00edodo de 12 h e temperatura de 26 \u00b1 2\u00baC. Ap\u00f3s 1, 2, 4, 6, 8, 10 e 12 meses de cultivo\u00a0<em>in vitro<\/em>, 100 plantas correspondentes a cada per\u00edodo foram transferidas para condi\u00e7\u00f5es\u00a0<em>ex vitro<\/em>\u00a0e mantidas por 2 meses em estufa nas mesmas condi\u00e7\u00f5es de temperatura, luz e aduba\u00e7\u00e3o utilizadas no cultivo\u00a0<em>in vitro<\/em>. Os par\u00e2metros avaliados, nos cultivos\u00a0<em>in vitro\u00a0<\/em>e em gerbox, foram taxa de germina\u00e7\u00e3o em diferentes fotoper\u00edodos e desenvolvimento p\u00f3s-seminal. As sementes s\u00e3o fotobl\u00e1sticas positivas com porcentagem de germina\u00e7\u00e3o de 93% e o tempo m\u00e9dio de 4 dias. N\u00e3o foram observadas diferen\u00e7as morfol\u00f3gicas no desenvolvimento entre as pl\u00e2ntulas cultivadas\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0e em estufa. As plantas provenientes do cultivo\u00a0<em>in vitro<\/em>, em estufa e as submetidas \u00e0 aclimata\u00e7\u00e3o foram avaliadas quanto \u00e0 porcentagem de sobreviv\u00eancia, n\u00famero e comprimento de folhas e ra\u00edzes, teor de pigmentos, al\u00e9m do ganho de massas fresca e seca, \u00edndice de sucul\u00eancia, raz\u00e3o raiz:parte a\u00e9rea, raz\u00e3o de peso de folha, distribui\u00e7\u00e3o de biomassa e taxa de crescimento relativo. Os dados obtidos foram submetidos \u00e0 an\u00e1lise de vari\u00e2ncia e teste Tukey. Para a an\u00e1lise estrutural, amostras das folhas de plantas adultas inclu\u00eddas em metacrilatoglicol foram seccionadas em micr\u00f3tomo rotativo e as sec\u00e7\u00f5es obtidas coradas com azul de toluidina 0,05% em tamp\u00e3o acetato 0,1M pH 4,7. Os resultados demonstraram que as plantas provenientes do cultivo\u00a0<em>in vitro<\/em>apresentaram maiores valores para n\u00famero e comprimento de ra\u00edzes e folhas, principalmente a partir do 4\u00ba m\u00eas de cultivo, e ganho nas massas fresca e seca a partir do 6\u00ba m\u00eas de cultivo. As taxas de crescimento, tanto das ra\u00edzes como da parte a\u00e9rea, foram maiores nas plantas cultivadas\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0com 2 meses.O teor de pigmentos, o \u00edndice de sucul\u00eancia e a raz\u00e3o raiz : parte a\u00e9rea foram maiores nas plantas cultivadas\u00a0<em>in vitro<\/em>, demonstrando que nessas plantas ocorre um aumento no investimento das ra\u00edzes, enquanto que nas plantas cultivadas em estufa ele \u00e9 maior para a parte a\u00e9rea. O valor m\u00ednimo de sobreviv\u00eancia das plantas cultivadas\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0e transferidas para a aclimata\u00e7\u00e3o foi de 96% naquelas que permaneceram\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0durante 4 meses. Os dados obtidos demonstram ser poss\u00edvel aclimatar plantas da esp\u00e9cie cultivadas\u00a0<em>in vitro<\/em>,a partir de 2 meses, pois foi neste per\u00edodo que ocorreram as maiores taxas de crescimento e\u00a0 a distribui\u00e7\u00e3o da biomassa apresentou dados similares entre as plantas cultivadas\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0e as aclimatadas. Quanto \u00e0 estrutura a diferen\u00e7a observada entre as plantas cultivadas\u00a0<em>in vitro\u00a0<\/em>e em estufa foi na largura da l\u00e2mina foliar, sendo maior nas primeiras, n\u00e3o foram observadas altera\u00e7\u00f5es nos diferentes tecidos foliares, inclusive nos est\u00f4matos. O cultivo\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0se mostrou, assim, eficiente e pode otimizar a produ\u00e7\u00e3o da brom\u00e9lia imperial, constatando-se que plantas com apenas 2 meses de cultivo\u00a0<em>in vitro\u00a0<\/em>j\u00e1 podem ser aclimatadas, contribuindo para uma diminui\u00e7\u00e3o no tempo de cultivo e na importante rela\u00e7\u00e3o custo-benef\u00edcio para sua produ\u00e7\u00e3o comercial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Palavras-chave: brom\u00e9lia imperial, Tillandsioideae, micropropaga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Elisa_Mitsuko_Aoyama_DR.pdf\" target=\"_blank\">Elisa Mitsuko Aoyama<br \/>\nPropaga\u00e7\u00e3o<em> in vitro<\/em> e em estufa de<em> Alcantarea imperialis<\/em> (Carri\u00e8re) Harms (Bromeliaceae) a partir de sementes<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elisa Mitsuko Aoyama No dia 26 de fevereiro de 2010, a aluna de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Elisa Mitsuko Aoyama (bolsista Capes), defendeu sua tese de doutorado intitulada \u201cPropaga\u00e7\u00e3o\u00a0in vitro\u00a0e em estufa de\u00a0Alcantarea imperialis\u00a0(Carri\u00e8re) Harms (Bromeliaceae) a partir de sementes\u201d. 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