{"id":1094,"date":"2013-09-18T16:49:29","date_gmt":"2013-09-18T19:49:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1094"},"modified":"2013-09-18T16:49:29","modified_gmt":"2013-09-18T19:49:29","slug":"2010-camila-francieli-da-silva-malone","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2010-camila-francieli-da-silva-malone\/","title":{"rendered":"Camila Francieli da Silva Malone MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\"><span style=\"color: #003300\">Camila Francieli da Silva Malone<\/span><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 25 de fevereiro de 2010, Camila Francieli da Silva Malone (Bolsista CNPq\/Protax), aluna do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo \u2013 IBt, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">\u201cBiodiversidade de algas e cianobact\u00e9rias de duas lagoas salinas do Pantanal da Nhecol\u00e2ndia, MS, Brasil.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">A banca examinadora foi composta pela Dra. C\u00e9lia Leite Sant\u2019Anna (Orientadora\/Instituto de Bot\u00e2nica \u2013 S\u00e3o Paulo),<br \/>\nDra. Maria do Carmo Carvalho (CETESB \u2013 S\u00e3o Paulo) e pelo Dr. Luis Henrique Zanini Branco (Unesp\/Ibilce \u2013 S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto).<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Este trabalho configurou-se como o primeiro estudo sobre a biodiversidade de algas e cianobact\u00e9rias somente em lagoas salinas,<br \/>\nque s\u00e3o peculiares da sub-regi\u00e3o do Pantanal da Nhecol\u00e2ndia, Mato Grosso do Sul.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Biodiversidade de algas e cianobact\u00e9rias de duas lagoas salinas do Pantanal da Nhecol\u00e2ndia, MS, Brasil.<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">O Pantanal da Nhecol\u00e2ndia, sub-regi\u00e3o do Pantanal brasileiro, apresenta sistemas aqu\u00e1ticos \u00fanicos com caracter\u00edsticas limnol\u00f3gicas diferenciadas, denominados regionalmente como lagoas salinas. As lagoas salinas s\u00e3o sistemas rasos, circundadas por uma faixa de areia e preservadas das cheias por \u201ccordilheiras\u201d. N\u00e3o apresentam plantas aqu\u00e1ticas flutuantes. Apresentam altas concentra\u00e7\u00f5es de sais, principalmente s\u00f3dio e pot\u00e1ssio e valores de pH variando de 8,0 a 10,1. Nestes ambientes, as comunidades bi\u00f3ticas diferem substancialmente daquelas de outros sistemas e sua diversidade \u00e9 influenciada diretamente pela salinidade. Al\u00e9m disso, a alto pH (&gt;9) apresentado por estas lagoas caracterizou-as como ambientes extremos. Frente \u00e0 complexidade destes sistemas e aos escassos estudos na regi\u00e3o, o objetivo deste estudo foi o conhecimento da biodiversidade de algas e cianobact\u00e9rias de duas lagoas salinas situadas na sub-regi\u00e3o da Nhecol\u00e2ndia: salina da Ponta (18\u00ba59\u201900\u201d S e 56\u00ba39\u201935\u201d W) e salina da Reserva (18\u00ba57\u201942\u201dS e 56\u00ba37\u201926\u201dW).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">As coletas foram realizadas nos per\u00edodos de seca e de cheia, desde maio de 2005 a outubro de 2008. As amostras foram coletadas utilizando-se rede de pl\u00e2ncton com abertura de malha de 20 \u03bcm e foram preservadas com formol 4%. Amostras sem a adi\u00e7\u00e3o de fixador foram mantidas refrigeradas para estudo de material vivo e cultivo. A an\u00e1lise taxon\u00f4mica foi realizada, sempre que poss\u00edvel, em n\u00edvel espec\u00edfico analisando-se as caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas e m\u00e9tricas das popula\u00e7\u00f5es. Algumas vari\u00e1veis qu\u00edmicas e f\u00edsicas foram medidas\u00a0<em>in situ<\/em>: condutividade el\u00e9trica (\u03bcS cm-1), pH, potencial redox (mV), salinidade (ups), temperatura da \u00e1gua (\u00baC). A transpar\u00eancia da \u00e1gua foi estimada usando-se disco de Secchi. Para ambas as lagoas, os resultados mostram elevadas taxas de condutividade el\u00e9trica (716 a 18.350 \u00b5S\/cm), pH alcalino (acima de 9,3), potencial redox (-287 a 60 mV), salinidade (0,1 a 2,4 ups) e temperatura da \u00e1gua de 22,3 a 36,6 \u00baC. A profundidade da salina da Reserva variou de 10-23 cm e a transpar\u00eancia da \u00e1gua de 0,07-0,2 m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Enquanto, a salina da Ponta apresentou profundidade de 07-50 cm e transpar\u00eancia da \u00e1gua de 0,03 &#8211; 0,1 m. Foram identificados 66 t\u00e1xons distribu\u00eddos em sete classes taxon\u00f4micas: Cyanobacteria (22), Bacillariophyceae (20), Coscinodiscophyceae (1), Fragilariophyceae (1), Chlorophyceae (13), Euglenophyceae (1) e Zygnematophyceae (8). As classes com maior riqueza de esp\u00e9cies foram Cyanobacteria (33,3% do total identificado) e Bacillariophyceae (30,3% do total identificado).\u00a0<em>Anabaenopsis elenkinii\u00a0<\/em>Miller (Cyanobacteria, Nostocales),\u00a0<em>Anomoeoneis sphaerophora\u00a0<\/em>Pfitzer (Bacillariopyceae, Cymbellales), t\u00edpicas de ambientes salinos, e\u00a0<em>Nitzschia intermedia\u00a0<\/em>Hantzsch\u00a0<em>ex<\/em>\u00a0Cleve\u00a0<em>et<\/em>\u00a0Grunow (Bacillariopyceae, Bacillariales) s\u00e3o as esp\u00e9cies mais comum nas duas salinas estudadas, ocorrendo na maioria das amostras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Anabaenopsis elenkinii e Anomoeoneis sphaerophora\u00a0<\/em>foram encontradas comumente em outras lagoas salinas da regi\u00e3o do Pantanal. As classes Euglenophyceae e Zygnematophyceae ocorreram somente na lagoa salina da Reserva no per\u00edodo de cheia (Abril\/2008), o que provavelmente foi provocado pela ocasional entrada de \u00e1gua superficial nesta lagoa, trazida pela excepcional precipita\u00e7\u00e3o neste per\u00edodo. Este fato deve ter favorecido tamb\u00e9m a ocorr\u00eancia de 54% da classe Chlorophyceae neste mesmo per\u00edodo. No que se refere \u00e0s classes Coscinodiscophyceae e Fragilariophyceae, estas ocorreram somente na lagoa salina da Reserva nas amostras referente a maio de 2005. Dentre as esp\u00e9cies identificadas, 45,4% constitui primeiras refer\u00eancias para o Pantanal da Nhecol\u00e2ndia e 39,4% do total de t\u00e1xons identificados s\u00e3o primeiras refer\u00eancias para o Pantanal brasileiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Palavras-chave: Pantanal, lagoas salinas, biodiversidade, algas, cianobact\u00e9rias.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Camila_Francieli_da_Silva_Malone_MS.pdf\" target=\"_blank\">Camila Francieli da Silva Malone<br \/>\nBiodiversidade de algas e cianobact\u00e9rias de duas lagoas salinas do Pantanal da Nhecol\u00e2ndia, MS, Brasil.<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Camila Francieli da Silva Malone No dia 25 de fevereiro de 2010, Camila Francieli da Silva Malone (Bolsista CNPq\/Protax), aluna do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo \u2013 IBt, defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado intitulada \u201cBiodiversidade de algas e cianobact\u00e9rias de duas lagoas salinas do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1094"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1094"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1094\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1094"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}