{"id":1001,"date":"2013-09-18T10:31:58","date_gmt":"2013-09-18T13:31:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/?page_id=1001"},"modified":"2013-09-18T10:31:58","modified_gmt":"2013-09-18T13:31:58","slug":"2011-flavia-maria-kazue-kurita","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2011-flavia-maria-kazue-kurita\/","title":{"rendered":"Fl\u00e1via Maria Kazue Kurita MS"},"content":{"rendered":"<h2 style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3777\" style=\"border: 0px\" alt=\"faixapos6\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg\" width=\"950\" height=\"163\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6.jpg 950w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2015\/02\/faixapos6-768x131.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 950px) 100vw, 950px\" \/><\/a><\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h2 style=\"text-align: center\">Fl\u00e1via Maria Kazue Kurita<\/h2>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\">No dia 19 de julho de 2011, a aluna de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Fl\u00e1via Maria Kazue Kurita (bolsista Fapesp-processo 2009\/03070-4), defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada<br \/>\n\u201cCrescimento\u00a0<em>in vitro\u00a0<\/em>da brom\u00e9lia\u00a0<em>Alcantarea imperialis<\/em>\u00a0(Carri\u00e8re) Harms com diferentes concentra\u00e7\u00f5es de nitrog\u00eanio, f\u00f3sforo, pot\u00e1ssio e c\u00e1lcio\u201d.<\/p>\n<p>A banca examinadora foi composta pela Dra. V\u00edvian Tamaki (Orientadora e Presidente\/IBt),\u00a0 Dr. Rog\u00e9rio Mamoru Suzuki (Ibt) e Dra. Maria Maria Aurineide Rodrigues (USP\/SP). Durante a arg\u00fci\u00e7\u00e3o foi destacada a originalidade do trabalho e sua import\u00e2ncia<br \/>\npara a conserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies amea\u00e7adas.<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h3 style=\"text-align: center\">Crescimento in vitro da brom\u00e9lia <em>Alcantarea imperialis<\/em> (Carri\u00e8re) Harms com diferentes concentra\u00e7\u00f5es de nitrog\u00eanio, f\u00f3sforo, pot\u00e1ssio e c\u00e1lcio.<\/h3>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<h4 style=\"text-align: center\"><strong>RESUMO<\/strong><\/h4>\n<p style=\"text-align: justify\">A maioria dos representantes de Bromeliaceae \u00e9 considerada ornamental, tornando-se alvo do extrativismo ilegal, como a brom\u00e9lia\u00a0<em>Alcantarea imperialis\u00a0<\/em>(Carri\u00e8re) Harms, que est\u00e1 amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o de acordo com o Programa de Prote\u00e7\u00e3o das Esp\u00e9cies Amea\u00e7adas de Extin\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica Brasileira, da Funda\u00e7\u00e3o Biodiversitas, na categoria esp\u00e9cie em perigo de extin\u00e7\u00e3o. O cultivo<em>\u00a0in vitro<\/em>\u00a0\u00e9 uma ferramenta importante, pois possibilita a otimiza\u00e7\u00e3o do crescimento juntamente com os estudos nutricionais. O presente trabalho teve como objetivo estudar o crescimento de\u00a0<em>A. imperialis\u00a0<\/em>cultivadas\u00a0<em>in vitro,\u00a0<\/em>em diferentes concentra\u00e7\u00f5es de nitrog\u00eanio, f\u00f3sforo, pot\u00e1ssio e c\u00e1lcio, visando a elabora\u00e7\u00e3o de um meio mais adequado para o crescimento desta planta. Neste estudo foram transferidas pl\u00e2ntulas germinadas\u00a0<em>in vitro<\/em>durante 1 m\u00eas, para frascos de 250 mL, contendo 40 mL de meio Murashige &amp; Skoog (MS) modificado com diferentes concentra\u00e7\u00f5es de nitrog\u00eanio (N), f\u00f3sforo (P), pot\u00e1ssio (K) e c\u00e1lcio (Ca). Cada tratamento possu\u00eda 20 frascos (10 pl\u00e2ntulas\/frasco), que foram mantidos em sala de cultura com fotoper\u00edodo de 12 horas com luminosidade de 30 \u00b5mol.m-2.s-1 e a temperatura de 26\u00b12 \u00b0C durante seis meses. Foram determinados o n\u00famero de folhas, os comprimentos dos eixos caulinares e radiculares, os teores de massas fresca e seca das partes a\u00e9rea e radicular, al\u00e9m da quantidade de pigmentos fotossint\u00e9ticos (clorofila\u00a0<em>a<\/em>,\u00a0<em>b<\/em>\u00a0e caroten\u00f3ides). Adicionalmente foram medidos os teores foliares end\u00f3genos de macronutrientes (N, P, K, Ca e Mg) e de micronutrientes (B, Cu, Fe, Mn e Zn), que foram realizados pelo laborat\u00f3rio de qu\u00edmica anal\u00edtica do Departamento de Solos e Nutri\u00e7\u00e3o Mineral da Escola Superior de Agricultura \u201cLuiz de Queiroz\u201d da Universidade de S\u00e3o Paulo. Todos os dados obtidos foram submetidos \u00e0 an\u00e1lise estat\u00edstica. Os resultados mostraram que as plantas cultivadas em 15 e 60 mM de N, 0,60 mM de P, 1,875 e 2,5 mM de K e 4,5 mM de Ca proporcionaram um bom crescimento\u00a0<em>in vitro<\/em>\u00a0desta esp\u00e9cie. Observou-se que as mudan\u00e7as nas concentra\u00e7\u00f5es destes macronutrientes podem influenciar nos teores end\u00f3genos de outros nutrientes, mostrando a intera\u00e7\u00e3o entre eles. Concluiu-se que ajustes nas concentra\u00e7\u00f5es de macronutrientes no meio de cultura de MS otimizam a produ\u00e7\u00e3o desta esp\u00e9cie\u00a0<em>in vitro<\/em>, pois de acordo com os resultados acima, o meio modificado se mostrou mais eficiente no crescimento\u00a0 desta esp\u00e9cie do que o meio MS completo, que \u00e9 a formula\u00e7\u00e3o mais utilizada no cultivo\u00a0<em>in vitro.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Palavras-chaves:<\/strong>\u00a0Bromeliaceae, conserva\u00e7\u00e3o, nutri\u00e7\u00e3o mineral, micropropaga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2313\" style=\"border: 0px\" alt=\"pdf_grande\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/pdf_grande.gif\" width=\"60\" height=\"60\" \/><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/pgibt\/2013\/09\/Flavia_Maria_Kazue_Kurita_MS.pdf\" target=\"_blank\">Fl\u00e1via Maria Kazue Kurita<br \/>\nCrescimento in vitro da brom\u00e9lia\u00a0<em>Alcantarea imperialis<\/em>\u00a0(Carri\u00e8re) Harms com diferentes concentra\u00e7\u00f5es de nitrog\u00eanio, f\u00f3sforo, pot\u00e1ssio e c\u00e1lcio.<\/a><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/\">VOLTAR AS DISSERTA\u00c7\u00d5ES E TESES<\/a><\/strong><\/p>\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fl\u00e1via Maria Kazue Kurita No dia 19 de julho de 2011, a aluna de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Biodiversidade Vegetal e Meio Ambiente do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo (IBt), Fl\u00e1via Maria Kazue Kurita (bolsista Fapesp-processo 2009\/03070-4), defendeu sua disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado intitulada \u201cCrescimento\u00a0in vitro\u00a0da brom\u00e9lia\u00a0Alcantarea imperialis\u00a0(Carri\u00e8re) Harms com diferentes concentra\u00e7\u00f5es de nitrog\u00eanio, f\u00f3sforo, pot\u00e1ssio e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":249,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"fullpage.php","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1001"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1001"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1001\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1001"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}