{"id":8080,"date":"2025-04-11T10:56:50","date_gmt":"2025-04-11T13:56:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/?p=8080"},"modified":"2025-04-11T10:56:50","modified_gmt":"2025-04-11T13:56:50","slug":"estudo-aponta-indicadores-para-guiar-projetos-de-restauracao-ecologica-de-campos-naturais-e-savanas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/2025\/04\/estudo-aponta-indicadores-para-guiar-projetos-de-restauracao-ecologica-de-campos-naturais-e-savanas\/","title":{"rendered":"Estudo aponta indicadores para guiar projetos de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica de campos naturais e savanas"},"content":{"rendered":"<div class=\"card-text\">\n<div class=\"LabelMobil\">\n<p class=\"summary\"><strong><em>Trabalho conduzido por cientistas do Instituto de Pesquisas Ambientais e da Unicamp pode aumentar a taxa de sucesso de projetos voltados \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o de ecossistemas abertos degradados ao suprir parte da falta de conhecimento cient\u00edfico sobre o tema<\/em><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"linhas\">\n<p>Estudo\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/rec.70010\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">publicado<\/a><\/strong>\u00a0na revista cient\u00edfica\u00a0<em>Restoration Ecology<\/em>\u00a0apontou os melhores indicadores e definiu valores de refer\u00eancia para guiar projetos de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica de campos naturais e savanas.<\/p>\n<p>A restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica \u00e9 o processo de recuperar um ecossistema danificado ou degradado, buscando restaurar as suas fun\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas e a biodiversidade perdida ao longo do tempo. Como ainda h\u00e1 pouco conhecimento consolidado sobre a restaura\u00e7\u00e3o de ecossistemas abertos, como campos naturais e savanas, o estudo busca suprir essa lacuna ao possibilitar a avalia\u00e7\u00e3o segura do sucesso de projetos relacionados a esses ambientes.<\/p>\n<p>Os resultados da pesquisa, conduzida por cientistas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA), foram obtidos a partir da an\u00e1lise da estrutura, diversidade e composi\u00e7\u00e3o de plantas em 14 \u00e1reas remanescentes do Cerrado nos Estados de S\u00e3o Paulo, Minas Gerais, Paran\u00e1, Mato Grosso do Sul e Goi\u00e1s, com diferentes condi\u00e7\u00f5es de clima, solo e ocorr\u00eancia de fogo. Entre os fatores analisados, estavam a composi\u00e7\u00e3o da comunidade de plantas, a riqueza, a cobertura do solo e a biomassa acima do solo. Por nunca terem sido perturbados, os campos estudados servem como ecossistemas de refer\u00eancia na elabora\u00e7\u00e3o de projetos de restaura\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas.<\/p>\n<p>\u201cCom a defini\u00e7\u00e3o de um ecossistema de refer\u00eancia, \u00e9 poss\u00edvel visualizar como era aquele que foi degradado, qu\u00e3o longe est\u00e1 o ambiente degradado do \u00edntegro e se o processo de restaura\u00e7\u00e3o est\u00e1 diminuindo essa dist\u00e2ncia\u201d, explica a primeira autora do artigo,\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/718303\/bruna-helena-de-campos\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Bruna Helena de Campos<\/a><\/strong>. \u201cAl\u00e9m disso, ao conhecer a ampla lista de esp\u00e9cies e a estrutura dos campos naturais, \u00e9 poss\u00edvel, por exemplo, evitar o plantio de um conjunto \u2018errado\u2019 de esp\u00e9cies, prevenir a classifica\u00e7\u00e3o err\u00f4nea de um campo \u00edntegro como pastagem e antecipar se a \u00e1rea em restaura\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo invadida por alguma esp\u00e9cie ex\u00f3tica para, se for o caso, tomar as provid\u00eancias necess\u00e1rias.\u201d<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m visou suprir parte da falta de conhecimento cient\u00edfico sobre ecossistemas abertos. O artigo salienta que, embora todos os biomas enfrentem as mudan\u00e7as ambientais causadas por seres humanos, campos e savanas t\u00eam sido historicamente negligenciados em estrat\u00e9gias de conserva\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o. Eles est\u00e3o entre os ecossistemas mais amea\u00e7ados do Brasil: s\u00f3 em 2023, foram mais de 1,1 milh\u00e3o de hectares perdidos, de acordo com a rede\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/alerta.mapbiomas.org\/2024\/05\/28\/desmatamento-reduziu-nos-estados-da-amazonia-em-2023-veja-situacao-nos-outros-biomas\/#:~:text=RAD%202023%3A%20Desmatamento%20reduziu%20nos,Amaz%C3%B4nia%3B%20veja%20situa%C3%A7%C3%A3o%20nos%20biomas&amp;text=Na%20Amaz%C3%B4nia%2C%20a%20%C3%A1rea%20desmatada,crescimento%20de%2027%25%20no%20desmate\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">MapBiomas<\/a><\/strong>. Al\u00e9m disso, encaram desafios como a aus\u00eancia de protocolos estabelecidos e avalia\u00e7\u00f5es sistematizadas das t\u00e9cnicas empregadas na restaura\u00e7\u00e3o, o que leva a falhas prejudiciais ao ambiente.<\/p>\n<p><strong>Principais resultados<\/strong><\/p>\n<p>A pesquisa concluiu que estabelecer metas realistas de restaura\u00e7\u00e3o para ecossistemas abertos \u00e9 particularmente desafiador devido \u00e0 heterogeneidade inerente da vegeta\u00e7\u00e3o e \u00e0 escassez de estudos padronizados que cubram \u00e1reas grandes e diversas. Ent\u00e3o, embora a defini\u00e7\u00e3o de um ecossistema de refer\u00eancia seja necess\u00e1ria para conduzir um projeto de restaura\u00e7\u00e3o, alcan\u00e7ar todos os valores ideais simplesmente n\u00e3o \u00e9 vi\u00e1vel. \u201cCampos naturais e savanas s\u00e3o t\u00e3o vari\u00e1veis entre si que o ecossistema de refer\u00eancia \u00e9, na verdade, descrito pela amplitude de varia\u00e7\u00e3o em que cabem os diferentes campos. Assim, se um campo restaurado estiver dentro dessa amplitude, estar\u00e1 adequado\u201d, explica a engenheira florestal e coautora do artigo,\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/8008\/giselda-durigan\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Giselda Durigan<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, existem alguns indicadores mais confi\u00e1veis para avaliar o sucesso de um projeto de restaura\u00e7\u00e3o e outros, menos. Isso significa que parte pode falhar em capturar a complexidade dos processos ecossist\u00eamicos ou n\u00e3o responder de forma previs\u00edvel ao tempo e \u00e0s altera\u00e7\u00f5es ambientais, devendo ser considerada pelos cientistas de forma restrita. Esse \u00e9 o caso de indicadores como a composi\u00e7\u00e3o flor\u00edstica, a riqueza total por hectare e a biomassa a\u00e9rea, composta por galhos e folhas acima do solo. J\u00e1 os indicadores mais confi\u00e1veis s\u00e3o a propor\u00e7\u00e3o da forma de crescimento, a riqueza por metro quadrado e a riqueza ao n\u00edvel do local \u2013 a cada 30 metros quadrados.<\/p>\n<p>\u201cTer os valores de refer\u00eancia n\u00e3o significa que eles ser\u00e3o atingidos ou que os indicadores s\u00e3o bons para saber se o ecossistema foi restaurado ou n\u00e3o\u201d, explica Campos. \u201cUm exemplo \u00e9 a biomassa a\u00e9rea. Seu valor de refer\u00eancia pode ser alcan\u00e7ado rapidamente, mas ela n\u00e3o \u00e9 um bom indicador no caso de ecossistemas com ocorr\u00eancia de fogo, como os campos do Cerrado. Como o fogo consome toda a biomassa, se a amostragem for feita logo depois de uma queimada, por exemplo, haver\u00e1 pouca biomassa. Isso n\u00e3o significa que o ambiente n\u00e3o foi restaurado, apenas que ele ainda n\u00e3o se recuperou completamente do dist\u00farbio, podendo levar de seis meses a um ano para atingir n\u00edveis encontrados antes.\u201d\u00a0Ou seja, esse indicador pode levar a interpreta\u00e7\u00f5es equivocadas.<\/p>\n<p>Existe tamb\u00e9m uma limita\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao uso da lista de esp\u00e9cies para restaura\u00e7\u00e3o: muitas esp\u00e9cies foram encontradas em apenas um s\u00edtio de amostragem, evidenciando como a distribui\u00e7\u00e3o delas \u00e9 restrita. Assim, \u00e9 dif\u00edcil ter uma lista de esp\u00e9cies que sirva para restaurar todas as \u00e1reas de Cerrado. N\u00e3o existindo uma \u201creceita de bolo\u201d com um pacote fixo de esp\u00e9cies a plantar, a restaura\u00e7\u00e3o estar\u00e1 adequada desde que se plantem esp\u00e9cies entre as centenas que ocorrem nos campos naturais de cada regi\u00e3o, respeitando as propor\u00e7\u00f5es entre as formas de vida.<\/p>\n<p>As cientistas tamb\u00e9m averiguaram, entre outros resultados, que um campo restaurado precisa ter cerca de 20% de solo exposto, enquanto os outros 80% devem ser cobertos por uma mistura de plantas nativas formada por capins, ervas, arbustos e subarbustos capazes de rebrotar se forem queimados; que a cobertura de copas de \u00e1rvores e a biomassa de um campo restaurado n\u00e3o podem ultrapassar os limites m\u00e1ximos observados nos campos naturais de refer\u00eancia (20% do terreno e 715g\/m2, respectivamente); e que o n\u00famero de esp\u00e9cies em um metro quadrado de campo natural fica entre 9 e 22, mas esta diversidade \u00e9 t\u00e3o elevada que igualar a refer\u00eancia para este indicador ainda \u00e9 uma meta inating\u00edvel no est\u00e1gio atual da restaura\u00e7\u00e3o dos campos do Cerrado.<\/p>\n<p><strong>Restaurar para conservar e conservar para n\u00e3o precisar restaurar<\/strong><\/p>\n<p>Os campos naturais e as savanas est\u00e3o sob uma s\u00e9rie de amea\u00e7as, como a convers\u00e3o de terras, as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, a supress\u00e3o do fogo \u2013 que leva ao adensamento lenhoso \u2013 e a invas\u00e3o de esp\u00e9cies ex\u00f3ticas. Mas, uma das mais perigosas, segundo o artigo, \u00e9 a falta de conhecimento sobre a estrutura, biodiversidade, funcionamento e servi\u00e7os desses ecossistemas, que leva a erros crassos em projetos de restaura\u00e7\u00e3o. Entre os mais comuns est\u00e3o o plantio de \u00e1rvores onde elas n\u00e3o deveriam existir, as a\u00e7\u00f5es baseadas em carbono (sendo que nesses ecossistemas o carbono est\u00e1 abaixo da superf\u00edcie), o plantio de esp\u00e9cies ruderais ou ex\u00f3ticas e o mapeamento err\u00f4neo de campos naturais como se fossem \u00e1reas de florestas degradadas.<\/p>\n<p>Erros como os mencionados podem ser evitados diante do estabelecimento de valores de refer\u00eancia e indicadores apontados no artigo, que expande o conhecimento sobre os ecossistemas abertos e suas formas de restaura\u00e7\u00e3o. O estudo tamb\u00e9m desempenha papel crucial na formula\u00e7\u00e3o e na implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica e \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o do Cerrado. \u201cOs indicadores fornecem a base cient\u00edfica e t\u00e9cnica para orientar decis\u00f5es, garantir a efic\u00e1cia de projetos de restaura\u00e7\u00e3o, monitorar a evolu\u00e7\u00e3o dos plantios restaurados e verificar se a sustentabilidade ambiental foi atingida\u201d, pontua Campos.<\/p>\n<p>As cientistas acrescentam que, mesmo com os indicadores e valores de refer\u00eancia dando suporte a projetos de restaura\u00e7\u00e3o, ainda \u00e9 melhor conservar os ecossistemas campestres do que restaur\u00e1-los. Assim, a prioridade deve ser conservar os campos naturais remanescentes em vez de permitir sua convers\u00e3o para agricultura, pastagem ex\u00f3tica ou silvicultura.<\/p>\n<p>\u201cOs esfor\u00e7os de restaura\u00e7\u00e3o, embora extensivos, n\u00e3o podem recuperar todos os atributos ecol\u00f3gicos e a complexidade de ecossistemas que nunca foram perturbados. Essa abordagem refor\u00e7a a necessidade de estrat\u00e9gias de conserva\u00e7\u00e3o que garantam a prote\u00e7\u00e3o desses ecossistemas, \u00fanicos em sua biodiversidade e fun\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas\u201d, conclui o artigo.<\/p>\n<p>Campos \u00e9\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/210564\/efeito-de-queimadas-prescritas-na-estrutura-espacial-e-na-dinamica-de-populacoes-de-gramineas-invaso\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">bolsista<\/a><\/strong>\u00a0de p\u00f3s-doutorado no IPA, vinculado \u00e0 Secretaria de Meio Ambiente e Log\u00edstica do Governo do Estado de S\u00e3o Paulo (Semil-SP);\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/176254\/natashi-aparecida-lima-pilon\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Natashi Pilon<\/a><\/strong>, outra coautora do estudo, \u00e9 docente do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp; e\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bvs.fapesp.br\/pt\/pesquisador\/8008\/giselda-durigan\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Durigan<\/a><\/strong>\u00a0\u00e9 pesquisadora do IPA. Esta pesquisa est\u00e1 relacionada com a tese de\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/bolsas\/201696\/influencia-de-fatores-ambientais-e-historico-de-fogo-sobre-a-estrutura-diversidade-e-composicao-de-c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">doutorado<\/a><\/strong>\u00a0de Campos, desenvolvida no Instituto de Biologia da Unicamp com orienta\u00e7\u00e3o de Durigan e Pilon. Todas as cientistas fazem parte da equipe do\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/labecologiahidrologia.weebly.com\/sobre-o-projeto.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Biota Campos<\/a><\/strong>, Projeto Tem\u00e1tico\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/109524\/campos-naturais-do-estado-de-sao-paulo-diagnostico-manejo-e-conservacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">financiado<\/a><\/strong>\u00a0pela FAPESP que visa ampliar conhecimentos sobre a biodiversidade dos campos naturais de S\u00e3o Paulo e estados vizinhos e dar o embasamento cient\u00edfico necess\u00e1rio para sua conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0<em>What to expect from restored Cerrado grasslands? Indicators and reference values from pristine ecosystems<\/em>\u00a0pode ser lido em:\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/rec.70010\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/rec.70010<\/a><\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*Not\u00edcia originalmente publicada na <a href=\"https:\/\/agencia.fapesp.br\/estudo-aponta-indicadores-para-guiar-projetos-de-restauracao-ecologica-de-campos-naturais-e-savanas\/54399\">Ag\u00eancia Fapesp<\/a>, por Beatriz Ortiz<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Trabalho conduzido por cientistas do Instituto de Pesquisas Ambientais e da Unicamp pode aumentar a taxa de sucesso de projetos voltados \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o de ecossistemas abertos degradados ao suprir parte [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":197,"featured_media":8083,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2,5],"tags":[539,410,412,411,13,47,540],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8080"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/users\/197"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=8080"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8080\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8084,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/8080\/revisions\/8084"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/media\/8083"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=8080"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=8080"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=8080"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}