{"id":6974,"date":"2024-09-11T12:33:52","date_gmt":"2024-09-11T15:33:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/?p=6974"},"modified":"2024-09-11T12:35:19","modified_gmt":"2024-09-11T15:35:19","slug":"artigo-publicado-em-revista-cientifica-do-ipa-movimenta-debate-sobre-a-presenca-de-crateras-de-impactos-meteoriticos-em-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/2024\/09\/artigo-publicado-em-revista-cientifica-do-ipa-movimenta-debate-sobre-a-presenca-de-crateras-de-impactos-meteoriticos-em-sp\/","title":{"rendered":"Artigo publicado em revista cient\u00edfica do IPA movimenta debate sobre a presen\u00e7a de crateras de impactos meteor\u00edticos em SP"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><em>Cr\u00e9dito da foto: Victor Vel\u00e1zquez Fernandez<\/em><\/p>\n<p>A mais recente edi\u00e7\u00e3o da revista <a href=\"https:\/\/revistaig.emnuvens.com.br\/derbyana\">Derbyana<\/a>, um dos peri\u00f3dicos cient\u00edficos do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA), publicou um <a href=\"https:\/\/revistaig.emnuvens.com.br\/derbyana\/article\/view\/818\/805\">artigo<\/a> do ge\u00f3logo \u00c1lvaro Cr\u00f3sta, professor aposentado da <a href=\"https:\/\/unicamp.br\/\">Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)<\/a>, que movimenta os debates sobre a poss\u00edvel presen\u00e7a de uma cratera proveniente de impacto meteor\u00edtico na capital paulista.<\/p>\n<p>Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, os impactos meteor\u00edticos passaram a receber aten\u00e7\u00e3o cient\u00edfica por serem fen\u00f4menos de import\u00e2ncia fundamental para a compreens\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o de todo o Sistema Solar. Esses processos geol\u00f3gicos, por suas caracter\u00edsticas extremas de press\u00e3o e temperatura, s\u00e3o capazes de promover transforma\u00e7\u00f5es permanentes em rochas da crosta terrestre, formando estruturas denominadas &#8220;crateras de impacto&#8221;. A maioria das crateras conhecidas na Terra se encontra em um est\u00e1gio parcial de preserva\u00e7\u00e3o, recebendo a denomina\u00e7\u00e3o de &#8220;astroblemas&#8221;. Atualmente, s\u00e3o conhecidas aproximadamente 200 estruturas dessa natureza em nosso planeta. Na Am\u00e9rica do Sul h\u00e1 onze. As nove maiores e mais antigas est\u00e3o no Brasil.<\/p>\n<p>As primeiras men\u00e7\u00f5es \u00e0 ocorr\u00eancia de potenciais estruturas de impacto meteor\u00edtico em nosso pa\u00eds datam das d\u00e9cadas de 1960 e 1970. Apenas no in\u00edcio da d\u00e9cada seguinte surgiram os primeiros trabalhos cient\u00edficos mais sistem\u00e1ticos, bem como a primeira rela\u00e7\u00e3o das estruturas de impacto brasileiras. A consolida\u00e7\u00e3o dessa \u00e1rea do conhecimento no Brasil s\u00f3 viria a ocorrer ao longo das \u00faltimas duas d\u00e9cadas, com a realiza\u00e7\u00e3o dos estudos geol\u00f3gicos, geof\u00edsicos e geoqu\u00edmicos de detalhe que permitiram estabelecer a origem meteor\u00edtica dessas estruturas.<\/p>\n<div id=\"attachment_6996\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/09\/crateras-de-impacto-no-brasil.png\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-6996\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-6996 size-wcstandard\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/09\/crateras-de-impacto-no-brasil-550x559.png\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"559\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/09\/crateras-de-impacto-no-brasil-550x559.png 550w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/09\/crateras-de-impacto-no-brasil-295x300.png 295w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/09\/crateras-de-impacto-no-brasil-48x48.png 48w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/09\/crateras-de-impacto-no-brasil-250x254.png 250w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/09\/crateras-de-impacto-no-brasil-177x180.png 177w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/09\/crateras-de-impacto-no-brasil-492x500.png 492w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/09\/crateras-de-impacto-no-brasil.png 768w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-6996\" class=\"wp-caption-text\">Mapa de localiza\u00e7\u00e3o das estruturas de impacto brasileiras com as bacias sedimentares do Paran\u00e1 (1) e do Parna\u00edba (2) delimitadas. Ao fundo, a Carta Geol\u00f3gica do Brasil ao Milion\u00e9simo<\/p><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No artigo, o autor apresenta uma s\u00edntese do conhecimento atual sobre o registro de estruturas provenientes de impactos comprovadas no Brasil, assim como algumas das que t\u00eam potencial para terem sua g\u00eanese atribu\u00edda a esse tipo de processo geol\u00f3gico, mas que ainda carecem de dados comprobat\u00f3rios mais s\u00f3lidos. Aqui, destacamos o debate sobre uma cratera com poss\u00edvel origem de impacto meteor\u00edtico na periferia da maior metr\u00f3pole da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<h4>Uma controversa cratera na capital<\/h4>\n<p>Na Zona Sul munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, no distrito de Parelheiros, est\u00e1 localizada a Cratera de Col\u00f4nia. A estrutura tem 3,6 km de di\u00e2metro. Estima-se que tenha se formado em algum momento entre 5 e 36 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s. Sua origem tem sido motivo de debates desde o in\u00edcio da d\u00e9cada de 1960, quando foi identificada e j\u00e1 associada a um poss\u00edvel impacto meteor\u00edtico. Cr\u00f3sta afirma em seu artigo que, desde ent\u00e3o, uma s\u00e9rie de estudos foram conduzidos na estrutura sem, por\u00e9m, que sua forma\u00e7\u00e3o por impacto meteor\u00edtico pudesse ser comprovada de forma conclusiva.<\/p>\n<p>No artigo cient\u00edfico &#8220;<a href=\"https:\/\/revistaig.emnuvens.com.br\/rig\/article\/view\/209\/191\"><em>The Col\u00f4nia Astrobleme, Brasil<\/em><\/a>&#8220;, publicado em 1991 no volume 12 da <a href=\"https:\/\/revistaig.emnuvens.com.br\/rig\/announcement\/view\/1\">Revista do Instituto Geol\u00f3gico<\/a> por outro grupo de pesquisadores, os autores conclu\u00edram, \u00e0 \u00e9poca, que &#8220;<em>apesar da falta de evid\u00eancias diretas, a estrutura de Col\u00f4nia \u00e9 provavelmente um astroblema<\/em>&#8220;.<\/p>\n<p>Segundo Cr\u00f3sta, a maioria dos estudos utilizaram diversos m\u00e9todos geof\u00edsicos para estimar a forma, espessura e demais caracter\u00edsticas do seu preenchimento sedimentar, bem como investigar eventual fen\u00f4meno end\u00f3geno que pudesse ser o respons\u00e1vel por sua forma\u00e7\u00e3o, mas os resultados mostraram a inexist\u00eancia de mecanismo end\u00f3geno para sua forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Desde 2013, evid\u00eancias vem sendo reunidas e apresentadas para a comprova\u00e7\u00e3o da hip\u00f3tese do impacto por outro especialista no assunto, Victor Vel\u00e1zquez, docente da <a href=\"https:\/\/www5.usp.br\/\">Universidade de S\u00e3o Paulo (USP)<\/a>, conforme publica\u00e7\u00f5es do <a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/ciencias\/novos-achados-confirmam-que-impacto-de-objeto-extraterrestre-gerou-a-cratera-de-colonia\/\">Jornal da USP<\/a> e <a href=\"https:\/\/agencia.fapesp.br\/novos-achados-confirmam-que-impacto-de-objeto-extraterrestre-gerou-a-cratera-de-colonia\/37598\">Ag\u00eancia Fapesp<\/a>. No entanto, Cr\u00f3sta entende que tratam-se de evid\u00eancias indiretas e n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias diretas cientificamente aceitas desse fen\u00f4meno. Essas supostas evid\u00eancias, segundo ele, n\u00e3o se sustentam frente \u00e0 literatura. Para o ge\u00f3logo, a origem por impacto da estrutura de Col\u00f4nia permanece uma quest\u00e3o cient\u00edfica ainda em aberto. Ela s\u00f3 dever\u00e1 ser elucidada a partir da an\u00e1lise de material contendo evid\u00eancias de choque ou assinaturas geoqu\u00edmicas de material meteor\u00edtico.<\/p>\n<p>A ci\u00eancia possui car\u00e1ter din\u00e2mico. Est\u00e1 em constante evolu\u00e7\u00e3o, sempre se adaptando e se transformando com base em novas descobertas, evid\u00eancias e tecnologias. O conhecimento cient\u00edfico n\u00e3o \u00e9 est\u00e1tico, mas sujeito a mudan\u00e7as e revis\u00f5es cont\u00ednuas \u00e0 medida que novos dados s\u00e3o obtidos ou teorias antigas s\u00e3o questionadas. Um dos aspectos desse car\u00e1ter din\u00e2mico da ci\u00eancia \u00e9 a possibilidade de corrobora\u00e7\u00e3o ou refuta\u00e7\u00e3o. As teorias cient\u00edficas s\u00e3o constantemente testadas. Uma ideia que \u00e9 amplamente aceita pode ser refutada com o tempo se novos dados mostrarem que ela est\u00e1 incorreta ou incompleta. Assim, as teorias cient\u00edficas est\u00e3o sempre abertas a revis\u00f5es, o que garante que o conhecimento seja sempre aprimorado, atualizado e aprofundado.<\/p>\n<h4>Conserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio geol\u00f3gico<\/h4>\n<p>Essas estruturas de impacto s\u00e3o s\u00edtios bastante prop\u00edcios ao desenvolvimento de a\u00e7\u00f5es ligadas \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio geol\u00f3gico e \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o da geodiversidade. No Brasil, a iniciativa de cria\u00e7\u00e3o de geoparques ainda \u00e9 embrion\u00e1ria e, at\u00e9 o presente momento, apenas seis deles foram oficialmente registrados junto \u00e0 <a href=\"https:\/\/www.unesco.org\/\">Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura (Unesco)<\/a>, sendo que nenhuma das estruturas de impacto brasileiras tem ainda um geoparque.<\/p>\n<p>A Cratera de Col\u00f4nia, al\u00e9m de constar da lista dos geoss\u00edtios oficiais da <a href=\"https:\/\/sigep.eco.br\/\">Comiss\u00e3o Brasileira de S\u00edtios Geol\u00f3gicos e Palentol\u00f3gicos (Sigep)<\/a>, foi tombada em 2003 pelo <a href=\"http:\/\/condephaat.sp.gov.br\/\">Conselho de Defesa do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico, Arqueol\u00f3gico, Art\u00edstico e Tur\u00edstico do Estado de S\u00e3o Paulo (Condephaat)<\/a>. Em 2007, foi criado o Parque Natural Municipal da Cratera de Col\u00f4nia, cobrindo uma \u00e1rea de 53 hectares abrangendo uma parte ainda sem ocupa\u00e7\u00e3o localizada no interior da cratera.<\/p>\n<p>Cr\u00f3sta entende que, por estar localizada em um distrito da maior metr\u00f3pole da Am\u00e9rica do Sul, a Cratera de Col\u00f4nia tem um grande potencial intr\u00ednseco para o desenvolvimento de atividades cient\u00edficas, educacionais e culturais. Mas pondera que um passo fundamental para isso \u00e9 a comprova\u00e7\u00e3o, por m\u00e9todos cient\u00edficos apropriados, da sua origem por impacto meteor\u00edtico e da sua idade, o que permitir\u00e1 grandes avan\u00e7os cient\u00edficos.<\/p>\n<h4>Cratera submarina<\/h4>\n<p>Outra estrutura do estado de S\u00e3o Paulo que tem poss\u00edvel origem por impacto meteor\u00edtico, mas ainda carece de comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, \u00e9 uma fei\u00e7\u00e3o circular submarina localizada na plataforma continental atl\u00e2ntica, a 200 km de dist\u00e2ncia da costa a partir do munic\u00edpio de Praia Grande. Com 20 km de di\u00e2metro, a cratera est\u00e1 situada abaixo de uma l\u00e2mina d&#8217;\u00e1gua de 1,3 km de profundidade e de uma coluna de rochas sedimentares com cerca de 4 km de espessura. A estrutura foi descoberta a partir de levantamentos que a Petrobras realizou na Bacia de Santos.<\/p>\n<h4>Derbyana<\/h4>\n<p>O artigo <a href=\"https:\/\/revistaig.emnuvens.com.br\/derbyana\/article\/view\/818\/805\">&#8220;Registros geol\u00f3gicos de impactos meteor\u00edticos no Brasil: evolu\u00e7\u00e3o e est\u00e1gio atual&#8221;<\/a> est\u00e1 dispon\u00edvel no volume 45 da <a href=\"https:\/\/revistaig.emnuvens.com.br\/derbyana\">Derbyana<\/a>,\u00a0revista cient\u00edfica do IPA que deu continuidade \u00e0 <a href=\"https:\/\/revistaig.emnuvens.com.br\/rig\">Revista do Instituto Geol\u00f3gico<\/a>, do instituto hom\u00f4nimo, publicada de 1980 a 2020. O peri\u00f3dico publica artigos relacionados \u00e0s geoci\u00eancias e \u00e1reas correlatas, in\u00e9ditos e originais, de car\u00e1ter cient\u00edfico e\/ou tecnol\u00f3gico. Destina-se tamb\u00e9m \u00e0 publica\u00e7\u00e3o de revis\u00f5es, mapas e cartas, notas pr\u00e9vias, coment\u00e1rios, cr\u00edticas e r\u00e9plicas de artigos.<\/p>\n<p>O nome da revista \u00e9 uma homenagem a Orville Derby (1851-1915), ge\u00f3logo e ge\u00f3grafo estadunidense radicado no Brasil e um dos patronos das geoci\u00eancias em nosso pa\u00eds. <a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/2017\/04\/museu-geologico-comemora-do-dia-da-terra-com-oficinas-didaticas-e-meteorito-e-destaque\">O primeiro trabalho que se conhece sobre meteoritos no Brasil foi feito por Derby<\/a> e publicado em 1888, na revista do Observat\u00f3rio Nacional. Ele foi o primeiro diretor da <em>Commiss\u00e3o Geographica e Geol\u00f3gica de S\u00e3o Paulo<\/em>, criada em 1886, que realizou pesquisas pioneiras sobre solo, clima, geomorfologia, geologia e hidrografia no \u00e2mbito do Estado de S\u00e3o Paulo. A Comiss\u00e3o, de cunho cient\u00edfico e expedicion\u00e1rio, foi o embri\u00e3o de diversas institui\u00e7\u00f5es de pesquisa paulistas, tais como <a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/\">Instituto Geol\u00f3gico<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.iflorestal.sp.gov.br\/\">Instituto Florestal<\/a> e\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/\">Instituto de Bot\u00e2nica<\/a>, cujas atribui\u00e7\u00f5es atualmente passaram ao IPA, e <a href=\"http:\/\/www.igc.sp.gov.br\/\">Instituto Geogr\u00e1fico e Cartogr\u00e1fico<\/a>, <a href=\"https:\/\/www.iag.usp.br\/\">Instituto Astron\u00f4mico e Geof\u00edsico<\/a>, <a href=\"https:\/\/museudoipiranga.org.br\/\">Museu Paulista<\/a> e <a href=\"https:\/\/mz.usp.br\/pt\/pagina-inicial\/\">Museu de Zoologia<\/a>, hoje ligados \u00e0 USP.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cr\u00e9dito da foto: Victor Vel\u00e1zquez Fernandez A mais recente edi\u00e7\u00e3o da revista Derbyana, um dos peri\u00f3dicos cient\u00edficos do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA), publicou um artigo do ge\u00f3logo \u00c1lvaro Cr\u00f3sta, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":197,"featured_media":6993,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2,5],"tags":[453,454,452,333,451,51,450,449,448,28],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6974"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/users\/197"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6974"}],"version-history":[{"count":17,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6974\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6999,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6974\/revisions\/6999"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6993"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6974"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6974"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6974"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}