{"id":6146,"date":"2024-05-15T11:16:55","date_gmt":"2024-05-15T14:16:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/?p=6146"},"modified":"2024-05-15T11:19:13","modified_gmt":"2024-05-15T14:19:13","slug":"ipa-lanca-novo-volume-da-revista-do-instituto-florestal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/2024\/05\/ipa-lanca-novo-volume-da-revista-do-instituto-florestal\/","title":{"rendered":"IPA lan\u00e7a novo volume da Revista do Instituto Florestal"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><em>Foto: Imagem de <a href=\"https:\/\/pixabay.com\/pt\/users\/pexels-2286921\/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1867751\">Pexels<\/a> por <a href=\"https:\/\/pixabay.com\/pt\/\/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1867751\">Pixabay<\/a><\/em><\/p>\n<p>No in\u00edcio deste m\u00eas de maio, o Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) abriu o <a href=\"https:\/\/rif.emnuvens.com.br\/revista\/issue\/view\/75\">volume 36 da Revista do Instituto Florestal<\/a>, um dos peri\u00f3dicos cient\u00edficos da institui\u00e7\u00e3o. A revista agora \u00e9 publicada em fluxo cont\u00ednuo e os tr\u00eas primeiros artigos desta edi\u00e7\u00e3o j\u00e1 est\u00e3o dispon\u00edveis ao p\u00fablico.<\/p>\n<p>O <a href=\"https:\/\/rif.emnuvens.com.br\/revista\/article\/view\/935\">primeiro artigo<\/a> traz estudo em que pesquisadores cient\u00edficos do IPA e uma t\u00e9cnica da Funda\u00e7\u00e3o Florestal avaliaram a reten\u00e7\u00e3o da \u00e1gua da chuva ao n\u00edvel das copas das \u00e1rvores em uma \u00e1rea reflorestada h\u00e1 cerca de 70 anos de idade na Esta\u00e7\u00e3o Experimental de Tupi, em Piracicaba\/SP. Ao longo de um ano, todos os eventos de precipita\u00e7\u00e3o foram registrados com pluvi\u00f4metros. Foram realizadas 60 coletas de chuva, totalizando 1.522 mm de precipita\u00e7\u00e3o. Em m\u00e9dia, 15,3% da precipita\u00e7\u00e3o total foi interceptada pela floresta. Os resultados mostram que ap\u00f3s sete d\u00e9cadas de restaura\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o, o processo hidrol\u00f3gico de compartimenta\u00e7\u00e3o das chuvas apresenta valores compat\u00edveis com os encontrados em florestas estacionais semidec\u00edduas.<\/p>\n<p>Em <a href=\"https:\/\/rif.emnuvens.com.br\/revista\/article\/view\/937\">outra pesquisa publicada na revista realizada por pesquisadores do IPA<\/a>,\u00a0foi avaliada a densidade e as dimens\u00f5es celulares da madeira de clones de eucalipto com idade de 4 anos.\u00a0O estudo visa \u00e0 sele\u00e7\u00e3o dos melhores materiais para a produ\u00e7\u00e3o de papel e celulose.<\/p>\n<p>A presente edi\u00e7\u00e3o do peri\u00f3dico traz ainda <a href=\"https:\/\/rif.emnuvens.com.br\/revista\/article\/view\/936\">artigo cient\u00edfico de autoria de profissionais das universidades federais do Acre e do Sul da Bahia<\/a>.\u00a0Nesta pesquisa, foi avaliada a utiliza\u00e7\u00e3o de \u00f3leos naturais de a\u00e7a\u00ed, buriti, dend\u00ea, murmuru e pato\u00e1 como preservantes de madeiras de esp\u00e9cies amplamente utilizadas na regi\u00e3o da Amaz\u00f4nia e que apresentam ataques de agentes xil\u00f3fagos. O estudo foi <a href=\"https:\/\/abori.com.br\/agronegocio\/oleos-naturais-de-acai-e-murmuru-preservam-madeiras-amazonicas\/\">divulgado no site da Ag\u00eancia Bori<\/a>.<\/p>\n<h4>Parceria para divulga\u00e7\u00e3o de ci\u00eancia brasileira<\/h4>\n<p>O IPA herdou do <a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\">Instituto Florestal<\/a>\u00a0a parceria com a Bori, que surgiu como resultado de uma articula\u00e7\u00e3o entre editores de Revista do Instituto Florestal e a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.abecbrasil.org.br\/\">Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Editores Cient\u00edficos (ABEC)<\/a>. A ag\u00eancia de not\u00edcias constr\u00f3i uma ponte entre os meios de comunica\u00e7\u00e3o e as pesquisas cient\u00edficas realizadas no Brasil, por brasileiros e publicadas em peri\u00f3dicos cient\u00edficos nacionais. A equipe da Bori avalia os artigos cient\u00edficos, seleciona os mais relevantes, prepara mat\u00e9rias e as envia para centenas de jornalistas cadastrados, alcan\u00e7ando desde profissionais aut\u00f4nomos at\u00e9 aqueles que atuam em grandes m\u00eddias.<\/p>\n<p>Veja abaixo o texto completo da mat\u00e9ria publicada pela Bori sobre a pesquisa <a href=\"https:\/\/rif.emnuvens.com.br\/revista\/article\/view\/936\">&#8220;\u00d3leos naturais no tratamento preservativo de cinco esp\u00e9cies de madeiras amaz\u00f4nicas&#8221;<\/a>:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px\"><span style=\"font-size: 14pt\">\u00d3leos naturais como o de a\u00e7a\u00ed t\u00eam potencial para preservar madeiras amaz\u00f4nicas usadas no setor moveleiro<\/span><\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px\">\u00d3leos naturais podem ser importantes aliados para a conserva\u00e7\u00e3o de madeiras expostas \u00e0 a\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias e insetos, segundo aponta pesquisa da Universidade Federal do Acre (Ufac), em parceria com a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Em experimento, os \u00f3leos de a\u00e7a\u00ed, buriti, dend\u00ea, murumuru e pato\u00e1 se mostraram eficientes na redu\u00e7\u00e3o de perda de massa de esp\u00e9cies de madeiras da Amaz\u00f4nia comumente usadas pelo setor moveleiro. Os resultados est\u00e3o descritos em artigo publicado na sexta (10) na \u201cRevista do Instituto Florestal\u201d.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px\">A explora\u00e7\u00e3o legal da madeira amaz\u00f4nica \u00e9 uma das principais atividades econ\u00f4micas da regi\u00e3o, com destaque para a ind\u00fastria de m\u00f3veis. Diante dos desafios para conservar e aumentar a durabilidade do material, que \u00e9 suscet\u00edvel \u00e0s intemp\u00e9ries e tamb\u00e9m aos agentes da natureza, a pesquisa buscou responder o grau de atua\u00e7\u00e3o dos \u00f3leos naturais no tratamento preservativo das madeiras. A ideia era testar alternativas vi\u00e1veis e menos nocivas ao ambiente, j\u00e1 que atualmente os produtos preservantes mais utilizados s\u00e3o sint\u00e9ticos, considerados t\u00f3xicos e nocivos \u00e0 sa\u00fade humana e de animais.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px\">Os pesquisadores testaram a resposta das esp\u00e9cies de madeira amarelinho (<em>Aspidosperma macrocarpon<\/em>), tauari (<em>Couratari oblongifolia<\/em>), git\u00f3 (<em>Guarea kunthiana<\/em>), faveira <em>(Parkia multijuga<\/em>) e marup\u00e1 (<em>Simarouba amara<\/em>) ao tratamento por pincelamento com cinco \u00f3leos naturais ao longo de cerca de nove meses. As 60 amostras, incluindo as sem tratamento, usadas como controle, foram expostas \u00e0s intemp\u00e9ries comuns do clima quente e \u00famido do Parque Zoobot\u00e2nico da Ufac, localizado no munic\u00edpio de Rio Branco. O trabalho n\u00e3o analisou a efici\u00eancia dos \u00f3leos naturais em rela\u00e7\u00e3o a \u00f3leos sint\u00e9ticos, j\u00e1 dispon\u00edveis no mercado.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px\">Como resultado do experimento, verificou-se que a peroba-branca foi a que menos perdeu massa, e a faveira foi a mais impactada. Em rela\u00e7\u00e3o aos \u00f3leos naturais, no geral, o de a\u00e7a\u00ed, murmuru e pato\u00e1 foram mais eficazes na preserva\u00e7\u00e3o das madeiras. O desafio ainda \u00e9 desenvolver uma a\u00e7\u00e3o direta contra os fungos manchadores e emboloradores, conhecidos como agentes degradadores da madeira, j\u00e1 que os \u00f3leos testados no estudo n\u00e3o alcan\u00e7aram resultados consider\u00e1veis de prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px\">Para Mara L\u00facia Valle, pesquisadora da UFSB e autora do estudo, os produtos naturais t\u00eam se tornado promissores na preserva\u00e7\u00e3o das madeiras e devem ser estudados. \u201cN\u00f3s temos uma infinidade de produtos que podem ser extra\u00eddos da natureza e utilizados gerando baixo impacto ao ambiente. Precisamos de incentivo para realizar pesquisas com produtos naturais para achar solu\u00e7\u00f5es de preserva\u00e7\u00e3o da madeira\u2019\u2019, destaca. O trabalho salienta, no entanto, que a aplica\u00e7\u00e3o desses produtos precisa levar em conta a disponibilidade e o custo dos \u00f3leos, al\u00e9m da sua efic\u00e1cia em intervalos de tempo maiores que os nove meses do experimento.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px\">Valle destaca ainda que, al\u00e9m da sustentabilidade, estudos como esse podem ter reflexo na economia local. \u2018\u2019Em pr\u00e9vio estudo, verificamos que o setor madeireiro ainda enfrenta dificuldades para tornar seus produtos competitivos especialmente pela falta de conhecimento t\u00e9cnico-cient\u00edfico sobre o tratamento sustent\u00e1vel das madeiras, tendo em vista que algumas delas s\u00e3o por vezes subutilizadas, em virtude de algumas caracter\u00edsticas indesej\u00e1veis, como a baixa resist\u00eancia e durabilidade\u2019\u2019, diz.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px\">A autora afirma, ainda, que outras metodologias para aprimorar a utiliza\u00e7\u00e3o dos \u00f3leos naturais para a preserva\u00e7\u00e3o da madeira est\u00e3o sendo testadas, al\u00e9m da t\u00e9cnica do pincelamento dos \u00f3leos utilizada nas amostras. Os resultados devem ser publicados posteriormente.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px\">Fonte: <a href=\"https:\/\/abori.com.br\/agronegocio\/oleos-naturais-de-acai-e-murmuru-preservam-madeiras-amazonicas\/\">Ag\u00eancia Bori<\/a><\/p>\n<p>A Bori j\u00e1 produziu 12 mat\u00e9rias jornal\u00edsticas sobre pesquisas publicadas na Revista do Instituto florestal. At\u00e9 o momento, foram realizadas divulga\u00e7\u00f5es de artigos de autoria tanto de pesquisadores do IPA quanto de outras institui\u00e7\u00f5es, como a Universidade Estadual Paulista \u201cJ\u00falio de Mesquita Filho\u201d (Unesp), a Escola Superior de Agricultura \u201cLuiz de Queiroz\u201d, da Universidade de S\u00e3o Paulo (ESALQ\/USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Universidade Federal do Acre (Ufac), a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade de Cuiab\u00e1, no Mato Grosso, a Universidade Federal Rural do Semi-\u00c1rido (UFERSA), no Rio Grande do Norte, a Universidade Federal de Itajub\u00e1 (UNIFEI), em Minas Gerais, e a Universidade Estadual do Paran\u00e1 (Unespar).<\/p>\n<p>Confira abaixo uma lista de todas as divulga\u00e7\u00f5es de pesquisas publicadas na revista do IPA realizadas pela Ag\u00eancia Bori:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/abori.com.br\/ambiente\/estudo-identifica-aptidao-da-jurema-preta-para-uso-em-pisos-de-madeira\/\"><strong>Estudo identifica aptid\u00e3o da jurema-preta para uso em pisos de madeira<\/strong><\/a>\u00a0(6\/12\/2021)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/abori.com.br\/ambiente\/com-grande-volume-de-agua-bacias-de-cunha-sp-sao-importante-manancial-da-mata-atlantica\/\"><strong>Com grande volume de \u00e1gua, bacias de Cunha (SP) s\u00e3o importante manancial da Mata Atl\u00e2ntica<\/strong><\/a>\u00a0(30\/03\/2022)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/abori.com.br\/ambiente\/meio-ambiente\/cultivo-de-eucalipto-protege-matas-e-contribui-para-preservacao-da-biodiversidade-em-florestas\/\"><strong>Cultivo de eucalipto protege matas e contribui para preserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade em florestas<\/strong><\/a>\u00a0(11\/05\/2022)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/abori.com.br\/ambiente\/meio-ambiente\/em-meio-a-grande-diversidade-18-especies-sao-vistas-pela-primeira-vez-em-bauru-interior-de-sp\/\"><strong>Dezoito esp\u00e9cies de aves s\u00e3o vistas pela primeira vez em matas de brejo no interior de SP<\/strong><\/a>\u00a0(30\/06\/2022)<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/abori.com.br\/ciencias-da-terra\/esterco-de-aves-e-o-que-mais-reduz-acidez-de-solo-e-favorece-plantacoes-no-cerrado-aponta-estudo\/\">Esterco de aves \u00e9 o que mais reduz acidez de solo e favorece planta\u00e7\u00f5es no Cerrado, aponta estudo\u00a0<\/a><\/strong>(12\/09\/2022)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/abori.com.br\/ambiente\/meio-ambiente\/com-historico-de-desastres-um-terco-das-areas-de-preservacao-permanente-em-sao-luiz-do-paraitinga-estao-suscetiveis-a-escorregamentos-e-inundacoes\/\"><strong>Um ter\u00e7o das \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente em S\u00e3o Luiz do Paraitinga (SP) est\u00e3o suscet\u00edveis a inunda\u00e7\u00f5es\u00a0<\/strong><\/a>(16\/12\/2022)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/abori.com.br\/agricultura\/arvore-nativa-usada-na-restauracao-do-cerrado-se-torna-mais-fertil-com-adicao-de-calcario-e-fosforo\/\"><strong>\u00c1rvore usada na restaura\u00e7\u00e3o do Cerrado se torna mais f\u00e9rtil com adi\u00e7\u00e3o de calc\u00e1rio e f\u00f3sforo<\/strong><\/a>\u00a0(30\/04\/2023)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/abori.com.br\/ambiente\/desmatamento-do-interior-paulista-provocou-desaparecimento-de-80-especies-de-aves\/\"><strong>Desmatamento do interior paulista provocou desaparecimento de 80 esp\u00e9cies de aves<\/strong><\/a>\u00a0(22\/05\/2023)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/abori.com.br\/ambiente\/uma-em-cada-dez-especies-de-arvores-da-serra-de-paranapiacaba-esta-em-risco-de-extincao\/\"><strong>Uma em cada dez esp\u00e9cies de \u00e1rvores da Serra de Paranapiacaba est\u00e1 em risco de extin\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a>\u00a0(30\/06\/2023)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/abori.com.br\/ambiente\/casca-de-coco-serve-para-cultivo-de-bromelias-o-que-pode-reduzir-o-extrativismo-da-planta\/\"><strong>Uso de casca de coco melhora cultivo de brom\u00e9lias e pode reduzir o extrativismo predat\u00f3rio<\/strong><\/a>\u00a0(4\/12\/2023)<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/abori.com.br\/ambiente\/86-das-especies-de-animais-vertebrados-do-estado-de-sao-paulo-estao-em-unidades-de-protecao\/\"><strong>Ao menos 86% das esp\u00e9cies nativas de animais vertebrados do estado de SP est\u00e3o em unidades de prote\u00e7\u00e3o<\/strong><\/a>\u00a0(18\/12\/2023)<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/abori.com.br\/agronegocio\/oleos-naturais-de-acai-e-murmuru-preservam-madeiras-amazonicas\/\">\u00d3leos naturais como o de a\u00e7a\u00ed t\u00eam potencial para preservar madeiras amaz\u00f4nicas usadas no setor moveleiro<\/a> <\/strong>(3\/05\/2024)<\/p>\n<h4>A\u00a0 submiss\u00e3o de artigos para a Revista do Instituto Florestal mudou<\/h4>\n<p>A Revista do Instituto Florestal \u00e9 uma revista de acesso aberto e agora est\u00e1 na plataforma Open Journal Systems \u2013 OJS, com suporte da Lepidus Tecnologia. A submiss\u00e3o dos artigos e a tramita\u00e7\u00e3o agora se d\u00e1 de forma eletr\u00f4nica. Para saber mais, acesse o link: <a href=\"https:\/\/rif.emnuvens.com.br\/revista\/about\/submissions\">https:\/\/rif.emnuvens.com.br\/revista\/about\/submissions<\/a>.\u00a0A plataforma tamb\u00e9m hospeda toda a cole\u00e7\u00e3o dos artigos da Revista, oferecendo mecanismos de busca e possibilitando downloads gratuitos, melhorando o acesso tanto para o corpo de cientistas, t\u00e9cnicos e alunos do IPA, quanto para o p\u00fablico externo, tornando os artigos mais acess\u00edveis \u00e0 sociedade de uma forma geral.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Imagem de Pexels por Pixabay No in\u00edcio deste m\u00eas de maio, o Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) abriu o volume 36 da Revista do Instituto Florestal, um dos peri\u00f3dicos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":197,"featured_media":6154,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2,5],"tags":[23,367,369,368,370,366,371,372,334,25,22,365],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6146"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/users\/197"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6146"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6146\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6616,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6146\/revisions\/6616"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6154"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6146"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6146"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6146"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}