{"id":6111,"date":"2024-05-13T15:57:06","date_gmt":"2024-05-13T18:57:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/?p=6111"},"modified":"2024-06-06T14:34:51","modified_gmt":"2024-06-06T17:34:51","slug":"a-importancia-de-proteger-as-aves-migratorias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/2024\/05\/a-importancia-de-proteger-as-aves-migratorias\/","title":{"rendered":"A import\u00e2ncia de proteger as aves migrat\u00f3rias"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><em>Foto: Andorinha-grande (Progne chalybea) \/ Cr\u00e9dito: Alexsander Antunes<\/em><\/p>\n<p>Na \u00faltima quarta-feira, dia 8 de maio, o Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) ofereceu palestra &#8220;Aves Migrat\u00f3rias no estado de S\u00e3o Paulo&#8221;, ministrada pelo pesquisador cient\u00edfico Alexsander Antunes. A apresenta\u00e7\u00e3o aconteceu em ambiente <em>online<\/em> teve 55 participantes.<\/p>\n<p>O evento aconteceu em celebra\u00e7\u00e3o ao <a href=\"https:\/\/semil.sp.gov.br\/educacaoambiental\/2024\/05\/8-de-maio-dia-mundial-das-aves-migratorias\/\">Dia Mundial das Aves Migrat\u00f3rias<\/a>, que \u00e9 comemorado todos os anos em duas datas diferentes, escolhidas para coincidir com as \u00e9pocas de migra\u00e7\u00e3o da avifauna em cada hemisf\u00e9rio, quando elas est\u00e3o viajando entre suas \u00e1reas de reprodu\u00e7\u00e3o e suas \u00e1reas de invernada: no segundo s\u00e1bado de maio e de outubro, que no Brasil coincidem com as migra\u00e7\u00f5es para o norte (no outono) e para o sul (na primavera). O objetivo \u00e9 aumentar a conscientiza\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia da conserva\u00e7\u00e3o das aves migrat\u00f3rias e de seus habitats ao redor do mundo.<\/p>\n<p>A migra\u00e7\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno de deslocamento amplamente distribu\u00eddo no reino animal, incluindo a nossa esp\u00e9cie. Todos os seres humanos das Am\u00e9ricas, por exemplo, descendem de correntes migrat\u00f3rias. No caso das aves, a migra\u00e7\u00e3o ocorre em resposta a uma varia\u00e7\u00e3o sazonal, como a busca por locais onde h\u00e1 disponibilidade de recursos alimentares, conforme a \u00e9poca do ano, ou o retorno ao seu local de reprodu\u00e7\u00e3o (fidelidade ao s\u00edtio de origem), \u00e1reas que ofere\u00e7am condi\u00e7\u00f5es ideais para o acasalamento, a nidifica\u00e7\u00e3o e a cria\u00e7\u00e3o dos filhotes. E n\u00e3o h\u00e1 apenas uma forma de navega\u00e7\u00e3o. Algumas esp\u00e9cies viajam durante o dia, outras durante a noite. Tem aquelas que voam sobre terra firme e evitam passar sobre o oceano, enquanto outras cruzam o continente americano passando por cima do mar do Caribe. Algumas tomam rotas distintas de ida e volta. E as aves se orientam de maneiras diferentes durante a migra\u00e7\u00e3o: pela luz do sol ou das estrelas, pela correntes de ar quente, pelo campo magn\u00e9tico da Terra, por marcadores geogr\u00e1ficos (rios, montanhas, costa mar\u00edtima), pelo olfato, pela comunica\u00e7\u00e3o com outras aves e at\u00e9 mesmo pela mem\u00f3ria.<\/p>\n<h4>H\u00e1bitos migrat\u00f3rios<\/h4>\n<p>Durante a palestra, Alexsander, que \u00e9 ornit\u00f3logo (profissional que se dedica ao estudo das aves), apresentou uma classifica\u00e7\u00e3o desse grupo de animais quanto aos h\u00e1bitos migrat\u00f3rios, dando exemplos de esp\u00e9cies que ocorrem no territ\u00f3rio paulista. Existem as esp\u00e9cies residentes, que n\u00e3o migram, como a <a href=\"https:\/\/www.wikiaves.com.br\/wiki\/lavadeira-mascarada\">lavadeira-mascarada (<em>Fluvicola nengeta<\/em>)<\/a> e o <a href=\"https:\/\/www.wikiaves.com.br\/wiki\/sabia-laranjeira\">sabi\u00e1-laranjeira (<em>Turdus rufiventris<\/em>)<\/a>, este \u00faltimo sendo a ave s\u00edmbolo de S\u00e3o Paulo e do Brasil. Temos as n\u00f4mades, que t\u00eam migra\u00e7\u00e3o irregular e imprevis\u00edvel, sem sazonalidade, a exemplo do pixox\u00f3 <a href=\"https:\/\/www.wikiaves.com.br\/wiki\/pixoxo\">(<em>Sporophila frontalis<\/em>)<\/a>, que migra em busca de sementes de taquaras nativas para se alimentar. H\u00e1 ainda os indiv\u00edduos vagantes e ocasionais, que por erros de rota podem parar em um lugar inesperado. O pesquisador do IPA alerta que embora esse tipo de epis\u00f3dio fa\u00e7a a alegria dos observadores de aves pelo avistamento de esp\u00e9cies inusitadas, os especialistas devem sempre avaliar essas informa\u00e7\u00f5es com muito rigor e cuidado antes de determinar a ocorr\u00eancia de nova esp\u00e9cie no local.<\/p>\n<p>H\u00e1 migrantes de curta e m\u00e9dia dist\u00e2ncia, como o <a href=\"https:\/\/www.wikiaves.com.br\/wiki\/sabia-una\">sabi\u00e1-una (<em>Turdus flavipes<\/em>)<\/a> que ocorre na cidade de S\u00e3o Paulo e faz tanto deslocamentos tanto para a Serra do Mar quanto para a Regi\u00e3o Sul do pa\u00eds. Temos tamb\u00e9m migrantes de longa dist\u00e2ncia, como o <a href=\"https:\/\/www.wikiaves.com.br\/wiki\/macarico-branco\">ma\u00e7arico-branco (<em>Calidris alba<\/em>)<\/a>. Algumas aves fazem paradas durante a migra\u00e7\u00e3o, seja para se alimentar ou descansar, seja para evitar condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas extremas ou reavaliar as rotas. Outras s\u00e3o capazes de realizar migra\u00e7\u00f5es longas sem parar. Essas aves s\u00e3o conhecidas como migrat\u00f3rias <em>non stop<\/em> ou aves de voo cont\u00ednuo. A recordista de em voo &#8220;sem escalas&#8221; \u00e9 uma f\u00eamea do <a href=\"https:\/\/www.wikiaves.com.br\/wiki\/fuselo\">fuselo (<em>Limosa lapponica<\/em>)<\/a>, que foi acompanhada por sat\u00e9lite e viajou 13.560 km em 11 dias. O feito foi <a href=\"https:\/\/revistagalileu.globo.com\/ciencia\/biologia\/noticia\/2023\/01\/ave-que-voou-do-alasca-ate-a-australia-sem-parar-entra-para-o-guinness.ghtml\">registrado no Guinness Book, o livro dos recordes<\/a>. Esta esp\u00e9cie n\u00e3o ocorre em S\u00e3o Paulo, no entanto pode ser avistada na Regi\u00e3o Nordeste do Brasil. J\u00e1 a migra\u00e7\u00e3o mais longa conhecida \u00e9 a do <a href=\"https:\/\/www.wikiaves.com.br\/wiki\/trinta-reis-artico\">trita-r\u00e9is \u00e1rtico (<em>Sterna paradisaea<\/em>)<\/a>, que <a href=\"https:\/\/www.terra.com.br\/byte\/ciencia\/pesquisa\/migracao-de-81-mil-km-de-ave-e-a-mais-longa-ja-registrada,0c08ecafcd5ea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html\">percorreu 81 mil quil\u00f4metros ao longo do ano<\/a>.<\/p>\n<p>Essas categorias de classifica\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00e3o definitivas. H\u00e1 aves que abandonam a migra\u00e7\u00e3o ou mudam de categoria, a exemplo do <a href=\"https:\/\/www.wikiaves.com.br\/wiki\/marrecao\">marrec\u00e3o (<em>Netta peposaca<\/em>)<\/a>, que foi avistado pela primeira vez em S\u00e3o Paulo na d\u00e9cada de 1970 e atualmente j\u00e1 se reproduz no estado, na \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental Tanqu\u00e3-Rio Piracicaba. O palestrante refor\u00e7ou ainda que, para essas classifica\u00e7\u00f5es, \u00e9 importante que se pense na escala. &#8220;Uma esp\u00e9cie migrat\u00f3ria em S\u00e3o Paulo, por exemplo, n\u00e3o necessariamente \u00e9 migrat\u00f3ria no Brasil ou em outro estado&#8221;, explica.<\/p>\n<h4>Protegendo a avifauna<\/h4>\n<p>O pesquisador do IPA afirma que S\u00e3o Paulo \u00e9 um territ\u00f3rio privilegiado para a observa\u00e7\u00e3o de aves migrat\u00f3rias, pois passam por aqui diversas rotas de esp\u00e9cies que cruzam desde o extremo sul at\u00e9 o extremo norte da Am\u00e9rica. &#8220;Essas aves nos mostram que o continente americano \u00e9 um s\u00f3. O que ocorre no norte afeta o sul e vice-versa. Quase todo o estado \u00e9 importante para alguma esp\u00e9cie de ave migrat\u00f3ria e praticamente todas as Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o paulistas est\u00e3o dentro de suas rotas&#8221;, revela. Cerca de 850 esp\u00e9cies de aves ocorrem em S\u00e3o Paulo, sendo que 128 s\u00e3o migrat\u00f3rias.<\/p>\n<div id=\"attachment_6127\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-6127\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-6127 size-wcstandard\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/05\/areas-de-concentracao-de-aves-migratorias-em-sp-550x354.png\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"354\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/05\/areas-de-concentracao-de-aves-migratorias-em-sp-550x354.png 550w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/05\/areas-de-concentracao-de-aves-migratorias-em-sp-300x193.png 300w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/05\/areas-de-concentracao-de-aves-migratorias-em-sp-768x494.png 768w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/05\/areas-de-concentracao-de-aves-migratorias-em-sp-250x161.png 250w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/05\/areas-de-concentracao-de-aves-migratorias-em-sp-800x515.png 800w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/05\/areas-de-concentracao-de-aves-migratorias-em-sp-280x180.png 280w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/05\/areas-de-concentracao-de-aves-migratorias-em-sp-466x300.png 466w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/05\/areas-de-concentracao-de-aves-migratorias-em-sp-777x500.png 777w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2024\/05\/areas-de-concentracao-de-aves-migratorias-em-sp.png 1024w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><p id=\"caption-attachment-6127\" class=\"wp-caption-text\">\u00c1reas de concentra\u00e7\u00e3o de aves migrat\u00f3rias no estado de S\u00e3o Paulo<\/p><\/div>\n<p>As aves migrat\u00f3rias desempenham pap\u00e9is importantes em diversos ecossistemas e t\u00eam impactos significativos no meio ambiente. Muitas s\u00e3o polinizadoras. Outras contribuem para a dispers\u00e3o de sementes. Algumas se alimentam de insetos, roedores e outras pragas agr\u00edcolas. Tamb\u00e9m desempenham um papel na ciclagem de nutrientes. Al\u00e9m disso, seu comportamento migrat\u00f3rio pode servir como indicador da sa\u00fade dos ecossistemas. Assim, a conserva\u00e7\u00e3o das aves migrat\u00f3rias muitas vezes implica na preserva\u00e7\u00e3o de habitats naturais, o que beneficia n\u00e3o apenas as aves, mas tamb\u00e9m outras formas de vida que dependem desses ecossistemas.<\/p>\n<p>Um exemplo interessante dado na palestra de como as aves migrat\u00f3rias movimentam o fluxo de energia entre os ecossistemas foi o caso da jararaca-ilhoa (<em>Bothrops insularis<\/em>), serpente que vive exclusivamente na Ilha da Queimada Grande, a 35 km do litoral paulista. Ela se alimenta de aves migrat\u00f3rias, j\u00e1 que as aves residentes a reconhecem.<\/p>\n<p>As aves migrat\u00f3rias sofrem diversos tipos de impactos oriundos de ca\u00e7a, conflitos com seres humanos, polui\u00e7\u00e3o, mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, degrada\u00e7\u00e3o e perda de habitat, pr\u00e9dios espelhados e parques e\u00f3licos. Ao longo do evento, o ornit\u00f3logo alertou para a import\u00e2ncia de se proteger as aves migrat\u00f3rias, visto que essas esp\u00e9cies s\u00e3o mais amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o do que as residentes, e apresentou as diferentes t\u00e9cnicas para estudo aves que subsidiam pol\u00edticas de prote\u00e7\u00e3o dessas esp\u00e9cies, como o anilhamento, que \u00e9 a mais tradicional, ou tecnologias como c\u00e2meras e gravadores aut\u00f4nomos, radares, geolocalizadores, sat\u00e9lites, nanotags, is\u00f3topos e marcadores gen\u00e9ticos de alta resolu\u00e7\u00e3o. O pesquisador explicou que esse \u00e9 um campo de pesquisa cient\u00edfica bastante din\u00e2mico e com muitos avan\u00e7os sendo desenvolvidos, inclusive com a participa\u00e7\u00e3o de pessoas n\u00e3o especializadas, com destaque para os <em>birdwatchers<\/em>.<\/p>\n<h4>Divulga\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica<\/h4>\n<p>Esta foi a sexta palestra de uma s\u00e9rie que o IPA vem promovendo em datas comemorativas relacionadas \u00e0s pautas cient\u00edfica e ambiental. No dia 1\u00ba de mar\u00e7o, Alexsander j\u00e1 havia ministrado outra sobre <a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/2024\/03\/palestra-sobre-conservacao-da-vida-selvagem-apresenta-pesquisas-realizadas-pelo-ipa-para-combater-a-perda-de-biodiversidade\/\">a import\u00e2ncia das Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o para a prote\u00e7\u00e3o da natureza<\/a>, marcando o Dia Mundial da Vida Selvagem. Al\u00e9m disso, em 9 de maio, participou, junto \u00e0 pesquisadora Andrea Pires, do <a href=\"https:\/\/youtu.be\/BLs0g5vLtVY?si=Fzsxe9iOVew8fOfw\">segundo epis\u00f3dio do podcast &#8220;Conex\u00e3o \u2013 Pesquisa Ambiental&#8221;<\/a> batendo um papo sobre conserva\u00e7\u00e3o da fauna no estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Assista \u00e0 palestra no YouTube do IPA:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Palestra IPA: Aves migrat\u00f3rias no Estado de S\u00e3o Paulo\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/y38SBdvDtyY?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Andorinha-grande (Progne chalybea) \/ Cr\u00e9dito: Alexsander Antunes Na \u00faltima quarta-feira, dia 8 de maio, o Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) ofereceu palestra &#8220;Aves Migrat\u00f3rias no estado de S\u00e3o Paulo&#8221;, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":197,"featured_media":6126,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2,5],"tags":[363,364,315,362],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6111"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/users\/197"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6111"}],"version-history":[{"count":17,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6111\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6349,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6111\/revisions\/6349"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6126"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6111"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6111"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6111"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}