{"id":3363,"date":"2023-04-20T10:50:26","date_gmt":"2023-04-20T13:50:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/?p=3363"},"modified":"2023-04-20T11:17:50","modified_gmt":"2023-04-20T14:17:50","slug":"ex-aluna-da-pos-graduacao-e-pesquisadora-do-ipa-descobrem-nova-especie-de-cipo-na-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/2023\/04\/ex-aluna-da-pos-graduacao-e-pesquisadora-do-ipa-descobrem-nova-especie-de-cipo-na-amazonia\/","title":{"rendered":"Ex-aluna da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e pesquisadora do IPA descobrem nova esp\u00e9cie de cip\u00f3 na Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A descoberta de uma nova esp\u00e9cie na Amaz\u00f4nia Central \u00e9 resultado da pesquisa de doutorado uma ex-aluna de mestrado do Instituto de Bot\u00e2nica, a bi\u00f3loga Mayara Pastore. O estudo teve a participa\u00e7\u00e3o da pesquisadora cient\u00edfica Ros\u00e2ngela Sim\u00e3o-Bianchini, do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA). <em>Dicranostyles yrypoana<\/em> \u00e9 uma liana da fam\u00edlia Convolvulaceae (mesma da batata-doce, embora n\u00e3o desenvolva a raiz tuberosa). A pesquisa teve como base materiais de herb\u00e1rio, j\u00e1 que a planta n\u00e3o \u00e9 coletada na natureza desde a d\u00e9cada de 1990 e se encontra em perigo de extin\u00e7\u00e3o. A <a href=\"https:\/\/bioone.org\/journals\/systematic-botany\/volume-48\/issue-1\/036364423X16758873924126\/The-Discovery-of-a-New-Species-of-Convolvulaceae--Dicranostyles\/10.1600\/036364423X16758873924126.short\">descri\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie<\/a> foi publicada em mar\u00e7o no peri\u00f3dico cient\u00edfico <a href=\"https:\/\/bioone.org\/journals\/systematic-botany\/\">Systematic Botany<\/a>.<\/p>\n<h4>De S\u00e3o Paulo para a Amaz\u00f4nia<\/h4>\n<p>Ros\u00e2ngela, que \u00e9 coorientadora no doutorado de Mayara, conta que elas trabalham juntas desde a inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. &#8220;Ela foi aluna de Programa Institucional de Bolsas de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica (PIBIC) e fez o <a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/pgibt\/dissertacoesteses\/2014-mayara-pastore\/\">mestrado no Instituto de Bot\u00e2nica<\/a>, mas tinha o sonho de trabalhar na floresta amaz\u00f4nica&#8221;, relata a pesquisadora, que era a \u00fanica especialista em taxonomia de Convolvulaceae no Brasil quando Mayara iniciou seus estudos.<\/p>\n<div id=\"attachment_3377\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3377\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3377 size-wcstandard\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/mayara_pastore-550x370.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"370\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/mayara_pastore-550x370.jpg 550w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/mayara_pastore-300x202.jpg 300w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/mayara_pastore-768x516.jpg 768w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/mayara_pastore-250x168.jpg 250w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/mayara_pastore-800x538.jpg 800w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/mayara_pastore-268x180.jpg 268w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/mayara_pastore-446x300.jpg 446w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/mayara_pastore-744x500.jpg 744w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/mayara_pastore.jpg 1000w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><p id=\"caption-attachment-3377\" class=\"wp-caption-text\">Ros\u00e2ngela \u00e0 esquerda, Mayara e membros externos da banca de defesa do mestrado Andr\u00e9a Onofre de Ara\u00fajo (UFABC) e Priscila Porto Alegre Ferreira (UFRGS), em 2014<\/p><\/div>\n<p>&#8220;Verificamos que dois g\u00eaneros de Convolvulaceae predominam na Floresta Amaz\u00f4nica (<em>Dicranostyles<\/em> e <em>Maripa<\/em>). Assim, ela prestou e passou no doutorado do <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/museugoeldi\/pt-br\">Museu Paraense Em\u00edlio Goeldi<\/a> com a <a href=\"https:\/\/novo.ufra.edu.br\/\">Universidade Federal Rural da Amaz\u00f4nia<\/a>&#8220;, relata Ros\u00e2ngela. Pedro Viana \u00e9 o orientador em Bel\u00e9m\/PA e a pesquisadora do IPA seguiu trabalhando com sua aluna na coorienta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A doutoranda frequentemente retorna ao estado de S\u00e3o Paulo para visitar a fam\u00edlia e trabalhar alguns dias no Herb\u00e1rio SP (localizado na Unidade Jardim Bot\u00e2nico do IPA), utilizando a cole\u00e7\u00e3o, a biblioteca e todos os equipamentos dispon\u00edveis para estudos taxon\u00f4micos. &#8220;Examinamos juntas todos os materiais de <em>Dicranostyles<\/em> e de <em>Maripa<\/em> da nossa cole\u00e7\u00e3o e a da Universidade de S\u00e3o Paulo (Herb\u00e1rio SPF)&#8221;, informa Ros\u00e2ngela. &#8220;Eu estive nos herb\u00e1rios do Rio de Janeiro (R e RB), de Manaus (INPA) e no de Bel\u00e9m (MG) onde examinei os materiais ali depositados. Posteriormente Mayara tamb\u00e9m os visitou. Esses herb\u00e1rios foram os mais importantes para o trabalho de descoberta da nova esp\u00e9cie, mas muitos outros foram visitados. Tamb\u00e9m estamos finalizando juntas um trabalho de Convolvulaceae para a Reserva Florestal Adolpho Ducke, em Manaus\/AM, e uma das amostras de <em>Dicranostyles yrypoana<\/em> \u00e9 proveniente desta Unidade de Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza. Agora, com a publica\u00e7\u00e3o descri\u00e7\u00e3o desta esp\u00e9cie, poderemos finalizar e publicar tamb\u00e9m esse outro trabalho&#8221;, exp\u00f5e a pesquisadora do IPA. Ao todo, foram examinadas presencialmente amostras do g\u00eanero <em>Dicranosytyles<\/em>\u00a0em 17 herb\u00e1rios, bem como imagens de outras cole\u00e7\u00f5es do Brasil e de outros pa\u00edses.<\/p>\n<p>A pesquisadora explica que para se definir se uma esp\u00e9cie \u00e9 nova, \u00e9 essencial conhecer todas as outras esp\u00e9cies que ocorrem na regi\u00e3o. &#8220;Como venho estudando Convolvulaceae desde 1986, consultei diversos herb\u00e1rios, muitas vezes eu n\u00e3o reconhecia a esp\u00e9cie e deixava o material como indeterminado. Isso j\u00e1 \u00e9 uma indica\u00e7\u00e3o de que pode se tratar de uma esp\u00e9cie nova. Mayara analisou com muito mais cuidado cada material destes g\u00eaneros. Antes de finalizar a publica\u00e7\u00e3o, procurei na cole\u00e7\u00e3o SP se havia mais amostras ou duplicatas dessa esp\u00e9cie e n\u00e3o h\u00e1. Juntas, consultamos uma quantidade suficiente de herb\u00e1rios e de materiais para dizer com certeza que a esp\u00e9cie ainda n\u00e3o era conhecida pela ci\u00eancia&#8221;, explica Ros\u00e2ngela.<\/p>\n<p>O estudo envolveu atores de diferentes institui\u00e7\u00f5es. &#8220;Com a ajuda de outros pesquisadores realizamos an\u00e1lises mais detalhadas, como os tricomas, o p\u00f3len e a elabora\u00e7\u00e3o do mapa&#8221;, relata Ros\u00e2ngela. A pesquisa de doutorado de Mayara tamb\u00e9m envolve o estudo evolutivo. Foi coletado material para an\u00e1lise gen\u00e9tica em laborat\u00f3rio com o objetivo de entender as rela\u00e7\u00f5es evolutivas entre essas esp\u00e9cies do g\u00eanero dentro da fam\u00edlia. No processo de descri\u00e7\u00e3o da nova esp\u00e9cie, as an\u00e1lises dos gr\u00e3os de p\u00f3len foram feitas no <a href=\"https:\/\/www.uefs.br\/\">Laborat\u00f3rio de Micromorfologia Vegetal<\/a>\u00a0da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.uefs.br\/\">Universidade Estadual de Feira de Santana<\/a>\u00a0e na\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bahia.fiocruz.br\/\">Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz<\/a>, ambos na Bahia.<\/p>\n<div id=\"attachment_3370\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-2a.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3370\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3370 size-wcstandard\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-2a-550x381.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"381\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-2a-550x381.jpg 550w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-2a-300x208.jpg 300w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-2a-1024x709.jpg 1024w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-2a-768x532.jpg 768w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-2a-250x173.jpg 250w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-2a-800x554.jpg 800w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-2a-260x180.jpg 260w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-2a-433x300.jpg 433w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-2a-722x500.jpg 722w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-2a.jpg 1151w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3370\" class=\"wp-caption-text\">Distribui\u00e7\u00e3o atual conhecida da esp\u00e9cie<\/p><\/div>\n<h4>Esp\u00e9cie em perigo<\/h4>\n<p>A doutoranda conta que chegou a tentar coletar novas amostras da esp\u00e9cie rec\u00e9m-descoberta em campo, mas sem sucesso. \u201cFiz bastante coletas, fui at\u00e9 o local de coleta de um dos registros da esp\u00e9cie, mas n\u00e3o a encontramos na natureza. Essa planta ainda n\u00e3o foi reencontrada desde a d\u00e9cada de 1990\u201d, comenta Mayara.<\/p>\n<p>Os esp\u00e9cimes de <em>Dicranostyles yrypoana<\/em> permaneceram depositados nos herb\u00e1rios com identifica\u00e7\u00e3o duvidosa por no m\u00ednimo 60 anos, sendo que a esp\u00e9cie \u00e9 conhecida de apenas tr\u00eas coletas: de 1956, em \u00e1rea atualmente urbanizada de Manaus, de 1969, em uma \u00e1rea degradada pelo agroneg\u00f3cio em Santar\u00e9m\/PA; e de 1995, na Reserva Florestal Adolpho Ducke.<\/p>\n<p>Mayara explica que s\u00e3o necess\u00e1rios mais recursos para encontrar a planta e que provavelmente ela n\u00e3o foi mais re-coletada porque n\u00e3o foi procurada mais vezes. &#8220;Foram realizadas duas buscas em campo e essas plantas s\u00e3o dif\u00edceis de encontrar&#8221;, esclarece a doutoranda. &#8220;O g\u00eanero <em>Dicranostyles<\/em> \u00e9 representado por lianas, que crescem na mata em \u00e1rvores muito altas, por vezes \u00e9 dif\u00edcil de se coletar, e as encontramos atrav\u00e9s das flores ou frutos no ch\u00e3o, s\u00f3 ent\u00e3o as procuramos nas copas. As flores s\u00e3o bem pequenas quando comparadas \u00e0s maioria das outras esp\u00e9cies da fam\u00edlia, mas o fruto \u00e9 grande e duro&#8221;, complementa Ros\u00e2ngela.<\/p>\n<p>A esp\u00e9cie rec\u00e9m-descoberta foi avaliada preliminarmente como Em Perigo (EN), conforme os crit\u00e9rios da <a href=\"https:\/\/www.iucnredlist.org\/\">Uni\u00e3o Internacional para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN)<\/a>. Essa classifica\u00e7\u00e3o \u00e9 determinada pelo fato dela ser conhecida apenas em dois lugares e por haver a perda de habitat e de sua extens\u00e3o de ocorr\u00eancia.<\/p>\n<p>O nome cient\u00edfico da nova esp\u00e9cie refere-se a <em>yripo<\/em>, cip\u00f3 na l\u00edngua dos Sater\u00e9-Maw\u00e9. S\u00e3o povos origin\u00e1rios da regi\u00e3o de ocorr\u00eancia da planta, divisa dos estados do Amazonas e do Par\u00e1, entre os rios Tapaj\u00f3s e Madeira, entre Manaus e Santar\u00e9m. Denominados regionalmente como Maw\u00e9s, protegem e vivem integrados \u00e0 floresta desde tempos imemoriais.<\/p>\n<div id=\"attachment_3369\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-3a.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3369\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3369 size-wcstandard\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-3a-550x784.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"784\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-3a-550x784.jpg 550w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-3a-210x300.jpg 210w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-3a-718x1024.jpg 718w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-3a-768x1095.jpg 768w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-3a-250x357.jpg 250w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-3a-800x1141.jpg 800w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-3a-126x180.jpg 126w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-3a-351x500.jpg 351w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/04\/dicranostyles-yrypoana-3a.jpg 1061w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-3369\" class=\"wp-caption-text\"><em>Dicranostyles yrypoana<\/em> ilustrada por Alex Pinheiro<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; A descoberta de uma nova esp\u00e9cie na Amaz\u00f4nia Central \u00e9 resultado da pesquisa de doutorado uma ex-aluna de mestrado do Instituto de Bot\u00e2nica, a bi\u00f3loga Mayara Pastore. 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