{"id":3137,"date":"2023-03-23T12:28:25","date_gmt":"2023-03-23T15:28:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/?p=3137"},"modified":"2023-03-24T13:08:42","modified_gmt":"2023-03-24T16:08:42","slug":"nota-tecnica-recomposicao-das-formacoes-florestais-em-areas-de-escorregamentos-da-serra-do-mar-parte-2-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/2023\/03\/nota-tecnica-recomposicao-das-formacoes-florestais-em-areas-de-escorregamentos-da-serra-do-mar-parte-2-2\/","title":{"rendered":"Nota T\u00e9cnica &#8211; Recomposi\u00e7\u00e3o das Forma\u00e7\u00f5es Florestais em \u00e1reas de escorregamentos da Serra do Mar (Parte 2\/2)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><span style=\"font-size: 10pt\">Foto: Escorregamento pr\u00f3ximo \u00e0 Vila do Sahy em S\u00e3o Sebasti\u00e3o (SP), acervo NGGRMA\/IPA<\/span><\/p>\n<p><em>Recomposi\u00e7\u00e3o das forma\u00e7\u00f5es florestais visando \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de escorregamentos da Serra do Mar na regi\u00e3o de S\u00e3o Sebasti\u00e3o (litoral paulista) por Luiz Mauro Barbosa<\/em><\/p>\n<p>Escorregamentos da Serra do Mar aconteceram durante o ver\u00e3o de 1999\/2000, provavelmente provocados por ocupa\u00e7\u00f5es irregulares, chuvas localizadas e quest\u00f5es geol\u00f3gicas, incrementadas por a\u00e7\u00f5es de ocupa\u00e7\u00e3o irregular das encostas e a duplica\u00e7\u00e3o da rodovia. Uma das \u00e1reas mais atingidas foi a Bacia do rio Cubat\u00e3o, cujas \u00e1guas s\u00e3o captadas para o abastecimento de toda a Baixada Santista. Nas proximidades do km 42 da Via Anchieta, ocorreram escorregamentos extensos, provocando a interdi\u00e7\u00e3o da rodovia.<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, em 2022\/2023, in\u00fameros trechos se desestabilizaram e promoveram escorregamentos diversos. Medidas de recupera\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o dessa regi\u00e3o precisam ser tomadas com urg\u00eancia, para garantir, al\u00e9m da vida dos moradores, a seguran\u00e7a dos usu\u00e1rios da rodovia, o fornecimento de \u00e1gua \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e a conserva\u00e7\u00e3o da diversidade biol\u00f3gica nas \u00e1reas afetadas. Estes temas t\u00eam sido amplamente discutidos por diversos segmentos da comunidade cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Para a Bacia do rio Cubat\u00e3o, especialmente nas \u00e1reas de escorregamento da encosta, a Secretaria do Meio Ambiente, por meio de sua Coordenadoria de Informa\u00e7\u00f5es T\u00e9cnicas, Documenta\u00e7\u00e3o e Pesquisa Ambiental coordenou um estudo emergencial sobre as \u00e1reas de risco e de prote\u00e7\u00e3o dos mananciais, incluindo um sobrevoo para documentar a situa\u00e7\u00e3o real e identificar as principais \u00e1reas para recupera\u00e7\u00e3o vegetal.<\/p>\n<p>As quest\u00f5es dos grupos tem\u00e1ticos, discutidas no workshop de S\u00e3o Sebasti\u00e3o, foram previamente apresentadas aos coordenadores que puderam sugerir acr\u00e9scimos ou altera\u00e7\u00f5es, de forma a se obter o compromisso de, efetivamente, responder \u00e0s quest\u00f5es formuladas. A discuss\u00e3o e as recomenda\u00e7\u00f5es geradas pelos sete grupos de trabalho est\u00e3o resumidas nesta publica\u00e7\u00e3o. Uma s\u00edntese foi elaborada pelo coordenador de cada grupo, escolhido por sua experi\u00eancia de atua\u00e7\u00e3o no tema, tendo inclu\u00eddo, sempre que poss\u00edvel, as contribui\u00e7\u00f5es individuais dos diversos participantes. No final do Anais do workshop, foram sintetizadas as principais recomenda\u00e7\u00f5es para recomposi\u00e7\u00e3o das forma\u00e7\u00f5es florestais, visando \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o das \u00e1reas atingidas pelos escorregamentos.<\/p>\n<p>Sobre as forma\u00e7\u00f5es florestais costeiras, apesar de se observarem padr\u00f5es dentro de cada est\u00e1dio sucessional, a composi\u00e7\u00e3o em esp\u00e9cies pode ser muito vari\u00e1vel, dependendo da latitude, da cota em que ocorrer, dos fatores causais e da intensidade em que se deu a perturba\u00e7\u00e3o. O grupo de esp\u00e9cies dominantes que se estabelece nos est\u00e1dios sucessionais cria ou est\u00e1 associado a um h\u00e1bitat particular, no qual se desenvolve um grupo caracter\u00edstico de esp\u00e9cies subordinadas. A sobreposi\u00e7\u00e3o na distribui\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies dominantes e\/ou subordinadas, dentro da comunidade, ocorre em intensidades geralmente diferentes. V\u00e1rios trabalhos abordam aspectos sucessionais, em florestas tropicais, e s\u00e3o v\u00e1lidos at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Os processos sucessionais que ocorrem em trechos de floresta, ao longo da encosta atl\u00e2ntica, pela din\u00e2mica natural da paisagem ou por a\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas, em todo o litoral paulista, t\u00eam participa\u00e7\u00e3o de grupo de esp\u00e9cies, pioneiras ou secund\u00e1rias, com ampla distribui\u00e7\u00e3o dos g\u00eaneros <em>Piptocarpha<\/em> e <em>Vernonia<\/em> (Asteraceae), <em>Cecropia<\/em> (Cecropiaceae), <em>Clethra<\/em> (Clethraceae), <em>Alchornea, Hyeronima<\/em> e <em>Pera<\/em> (Euphorbiaceae), <em>Senna<\/em> (Fabaceae), <em>Miconia<\/em> e <em>Pleroma<\/em> (Melastomataceae), <em>Myrsine <\/em>(Primulaceae) e <em>Solanum<\/em> (Solanaceae)<\/p>\n<p>As \u00e1reas com vegeta\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria caracterizam-se, em geral, por baixa diversidade de esp\u00e9cies e homogeneidade fision\u00f4mica em cada est\u00e1dio sucessional. \u00c9 comum encontrarem-se algumas esp\u00e9cies dominantes em cada est\u00e1gio, que conferem os aspectos homog\u00eaneos \u00e0s \u00e1reas.<\/p>\n<p>Os est\u00e1gios sucessionais s\u00e3o distintos, conforme se iniciem imediatamente ap\u00f3s derrubada da vegeta\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, ou ap\u00f3s cultivo sucessivo durante um ou mais anos, e posterior abandono. Dependem tamb\u00e9m do volume de retirada de solo e ocorr\u00eancia de deslizamentos naturais, da dimens\u00e3o da \u00e1rea aberta e da dist\u00e2ncia de fontes de prop\u00e1gulos, entre outros fatores.<\/p>\n<p>Deve-se considerar ainda a ocorr\u00eancia de processos de dificulta\u00e7\u00e3o por esp\u00e9cies j\u00e1 estabelecidas, principalmente <em>Pteridium esculentum <\/em>subesp<em>. arachnoideum<\/em> (Pteridaceae), que apresentam ampla distribui\u00e7\u00e3o e cujos sistemas radiculares, associados a a\u00e7\u00f5es alelop\u00e1ticas, n\u00e3o permitem o estabelecimento e desenvolvimento de esp\u00e9cies de est\u00e1gios sucessionais posteriores.<\/p>\n<p>Em diversos trechos da Serra do Mar em Sales\u00f3polis, as esp\u00e9cies arb\u00f3reas dos est\u00e1dios iniciais de sucess\u00e3o mais importantes s\u00e3o: <em>Cecropia pachystachia, C. glaziovii (<\/em>Cecropiaceae<em>), Clethra scabra (<\/em>Clethraceae<em>), Croton floribundus, C. urucurana (<\/em>Euphorbiaceae<em>), Casearia sylvestris (<\/em>Salicaceae<em>), Miconia formosa, M. theaezans, Pleroma raddianum (<\/em>Melastomataceae<em>), Mimosa scabrella (<\/em>Fabaceae<em>), Capsicum flexuosum, Solanum granuloso-leprosum, S. paniculatum, S. vellozianum (<\/em>Solanaceae<em>), Urera bacifera (<\/em>Urticaceae<em>) e Citharaxylum myrianthum (<\/em>Verbenaceae) (Mantovani, <em>et. al<\/em>., 1990).<\/p>\n<p>Trabalhos que indicam esp\u00e9cies da sucess\u00e3o secund\u00e1ria na Serra do Mar, em Cubat\u00e3o (Silva F., 1988; Mendon\u00e7a <em>et. al<\/em>. 1992; Leit\u00e3o F., 1993), relacionam como representantivas: <em>Cecropia glaziovii, C. pachystachia, (<\/em>Cecropiaceae<em>), Miconia cinnamomifolia, Pleroma raddianum, (<\/em>Melastomataceae<em>), Myrsine coriacea, Myrsine umbellata (<\/em>Primulaceae<em>), Syagrus romanzoffiana, Bactris setosa (<\/em>Arecaceae<em>) e Cupania oblongifolia (<\/em>Sapindaceae<em>).<\/em><\/p>\n<p>Em termos ideais, a escolha das esp\u00e9cies para recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas deveria levar em considera\u00e7\u00e3o os seguintes aspectos:<\/p>\n<ul>\n<li>Utiliza\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies nativas do local, respeitando-se a altitude, o relevo, etc.<\/li>\n<li>Sele\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies conhecidas, do ponto de vista silvicultural.<\/li>\n<li>As esp\u00e9cies devem ser priorizadas com base em suas aptid\u00f5es ecol\u00f3gicas, em especial aquelas relativas \u00e0s respectivas classes na din\u00e2mica sucessional.<\/li>\n<li>\u00c9 importante conhecer os sistemas reprodutivos das esp\u00e9cies a serem utilizadas.<\/li>\n<li>Esp\u00e9cies raras ou amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o devem ser priorizadas, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0quelas mais comuns, quando poss\u00edvel.<\/li>\n<li>Em casos espec\u00edficos, devem ser escolhidas esp\u00e9cies resistentes a fatores de tens\u00e3o ambientai (polui\u00e7\u00e3o, por exemplo).<\/li>\n<li>As sementes e mudas devem ser obtidas de matrizes pr\u00f3ximas \u00e0 \u00e1rea de perturba\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Se poss\u00edvel, devem ser utilizadas esp\u00e9cies atrativas para a fauna.<\/li>\n<li>Deve haver disponibilidade de mudas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Foram destacados, entretanto, dois fatores que limitam a aplica\u00e7\u00e3o destes crit\u00e9rios:<\/p>\n<ol>\n<li>Falta de conhecimento sobre as esp\u00e9cies vegetais, devido \u00e0 escassez de levantamentos flor\u00edsticos e fitossiciol\u00f3gicos, de dados sobre aspectos silviculturais e de trabalhos que abordem aspectos referentes \u00e0 din\u00e2mica da vegeta\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Falta de viveiros que produzam mudas que atendam aos crit\u00e9rios destacados acima, ou seja, apesar dos avan\u00e7os de pesquisas neste sentido, ainda ocorre um d\u00e9ficit de mudas para o reflorestamento.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Por fim, outros modelos de repovoamento de esp\u00e9cies podem ser levados em considera\u00e7\u00e3o, como a inclus\u00e3o da serapilheira de \u00e1reas pr\u00f3ximas, visando a um incremento no banco de sementes.<\/p>\n<div class=\"wc-gallery\"><div class='wcflexslider-container wc-gallery-bottomspace-default wc-gallery-clear'><div id='gallery-1' class='gallery wc-gallery-captions-onhover gallery-link-file wcflexslider wcsliderauto' data-gutter-width='5' data-columns='1' data-hide-controls='false'><ul class='slides'>\n\t\t\t\t<li class='gallery-item gallery-item-position-1 gallery-item-attachment-3140 wcflex-slide-item'>\n\t\t\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/slide1.jpg\" target=\"_self\"><img src='https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/slide1-1024x576.jpg' width='1024' height='576' alt='' \/><\/a>\n\t\t\t\t\t<\/div><\/li>\n\t\t\t\t<li class='gallery-item gallery-item-position-2 gallery-item-attachment-3141 wcflex-slide-item'>\n\t\t\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t\t<a 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href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/slide15.jpg\" target=\"_self\"><img src='https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/slide15-1024x576.jpg' width='1024' height='576' alt='' \/><\/a>\n\t\t\t\t\t<\/div><\/li><\/ul><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>As principais fontes de dados s\u00e3o os levantamentos flor\u00edsticos e fitossociol\u00f3gicos e os estudos silviculturais. O principal fator limitante, na utiliza\u00e7\u00e3o destes dados, \u00e9 a liga\u00e7\u00e3o entre o conhecimento acad\u00eamico e o usu\u00e1rio desta informa\u00e7\u00e3o. Um est\u00edmulo no processo de informatiza\u00e7\u00e3o dos herb\u00e1rios, assim como a continuidade e incremento de banco de dados pr\u00e9-existentes ou em forma\u00e7\u00e3o, como a base de dados tropicais, o projeto biota e o projeto flora fanerog\u00e2mica do estado de S\u00e3o Paulo, podem propiciar este elo.<\/p>\n<p>Considerando as necessidades prementes de exist\u00eancia de uma lista b\u00e1sica de esp\u00e9cies vegetais, a fim de orientar a produ\u00e7\u00e3o por parte dos viveiros e os projetos j\u00e1 em andamento, foi proposta a ado\u00e7\u00e3o de uma lista b\u00e1sica preliminar. Como primeira contribui\u00e7\u00e3o para a ado\u00e7\u00e3o desta lista, foram avaliados diversos trabalhos flor\u00edsticos realizados no contexto da encosta atl\u00e2ntica da Serra do Mar. Ao longo dos anos, esta lista foi ampliada com novos estudos e levantamentos flor\u00edsticos, estando documentada no livro: \u201c<strong>Lista de esp\u00e9cies indicadas para restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica para diversas regi\u00f5es do estado de S\u00e3o Paulo\u201d<\/strong>, coordenada pelo Pesquisador Cientifico VI Dr. Luiz Mauro Barbosa e disponibilizada no link abaixo.<\/p>\n<p>Com isso, procurou-se indicar as esp\u00e9cies dentro do amplo espectro do processo sucessional, como orienta\u00e7\u00e3o b\u00e1sica para atender aos principais processos de recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas na encosta da Serra do Mar.<\/p>\n<p>A necessidade de uma a\u00e7\u00e3o diferenciada, que contemple as diversidades existentes entre as regi\u00f5es do estado de S\u00e3o Paulo, pode, em parte, estar sendo atendida neste trabalho, com a disponibiliza\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es para todos aqueles que se ocupam da recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas. Tanto os respons\u00e1veis pela formula\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas relacionadas \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o das \u00e1reas degradadas, como os comit\u00eas de bacias hidrogr\u00e1ficas, prefeituras, financiadores de projetos de recupera\u00e7\u00e3o ambiental e \u00f3rg\u00e3os de controle ambiental, quanto os diretamente envolvidos com a implanta\u00e7\u00e3o de projetos (t\u00e9cnicos, extensionistas, associa\u00e7\u00f5es de reposi\u00e7\u00e3o florestal, agricultores e outros empreendedores) devem minimamente conhecer os resultados deste trabalho, para que tenham suas atividades amplamente facilitadas.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2019\/10\/lista-especies-rad-2019.pdf\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-1660 alignleft\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1-218x300.jpg\" alt=\"\" width=\"218\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1-218x300.jpg 218w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1-250x345.jpg 250w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1-550x758.jpg 550w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1-131x180.jpg 131w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1-363x500.jpg 363w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 218px) 100vw, 218px\" \/><\/a><\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o &#8220;<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2019\/10\/lista-especies-rad-2019.pdf\">Lista de esp\u00e9cies indicadas para restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica para diversas regi\u00f5es do estado de S\u00e3o Paulo<\/a>&#8221; \u00e9 resultado de um minucioso levantamento sobre as diversas esp\u00e9cies vegetais do estado, com os mais variados h\u00e1bitos de vida. \u201c\u00c9 uma ferramenta indispens\u00e1vel aos reflorestamentos qualificados, a partir de uma listagem exemplificativa de esp\u00e9cies vegetais nativas regionais, de ocorr\u00eancia em ambientes florestais e campestres, indicadas para plantio e ou manuten\u00e7\u00e3o da biodiversidade\u201d, explica Luiz Mauro Barbosa.<\/p>\n<p>Rico em imagens para facilitar a identifica\u00e7\u00e3o, s\u00e3o mencionadas 939 esp\u00e9cies arb\u00f3reas, 175 arvoretas, 448 arbustos, 218 subarbustos, 484 ervas, 167 lianas, 242 ep\u00edfitas, 145 aqu\u00e1ticas e paludosas e 133 pterid\u00f3fitas, totalizando 2.951 esp\u00e9cies que podem ser utilizadas para a restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica. O livro tamb\u00e9m cont\u00e9m de um roteiro b\u00e1sico das atividades necess\u00e1rias para a elabora\u00e7\u00e3o de projetos de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica e uma lista com recomenda\u00e7\u00f5es para restaura\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade. Nesta edi\u00e7\u00e3o, est\u00e3o destacadas em vermelho 678 esp\u00e9cies da flora amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o do estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2019\/10\/lista-especies-rad-2019.pdf\">Lista de esp\u00e9cies indicadas para restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica para diversas regi\u00f5es do estado de S\u00e3o Paulo<\/a> (PDF 39.8 MB)<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"font-size: 14pt\"><a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/2023\/03\/nota-tecnica-recomposicao-das-formacoes-florestais-em-areas-de-escorregamentos-da-serra-do-mar-parte-1-2\/\">PARTE I<\/a><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-153\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" 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