{"id":3132,"date":"2023-03-23T12:29:00","date_gmt":"2023-03-23T15:29:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/?p=3132"},"modified":"2023-03-24T13:08:18","modified_gmt":"2023-03-24T16:08:18","slug":"nota-tecnica-recomposicao-das-formacoes-florestais-em-areas-de-escorregamentos-da-serra-do-mar-parte-1-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/2023\/03\/nota-tecnica-recomposicao-das-formacoes-florestais-em-areas-de-escorregamentos-da-serra-do-mar-parte-1-2\/","title":{"rendered":"Nota T\u00e9cnica &#8211; Recomposi\u00e7\u00e3o das Forma\u00e7\u00f5es Florestais em \u00e1reas de escorregamentos da Serra do Mar (Parte 1\/2)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right\"><span style=\"font-size: 10pt\">Foto: Escorregamento pr\u00f3ximo \u00e0 Vila do Sahy em S\u00e3o Sebasti\u00e3o (SP), acervo NGGRMA\/IPA<\/span><\/p>\n<p><em>Recomposi\u00e7\u00e3o das forma\u00e7\u00f5es florestais visando \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de escorregamentos da Serra do Mar na regi\u00e3o de S\u00e3o Sebasti\u00e3o (litoral paulista) por Luiz Mauro Barbosa<\/em><\/p>\n<p>S\u00e3o poucos os lugares da Terra que abrigam tantas formas de vida como a mata atl\u00e2ntica brasileira. Milhares de esp\u00e9cies de animais, plantas e microrganismos, com alto grau de endemismo, vivem neste ambiente. Em geral, a vegeta\u00e7\u00e3o responde \u00e0s caracter\u00edsticas atuais, resultantes das altera\u00e7\u00f5es do clima, do solo e, principalmente, do hist\u00f3rico de ocupa\u00e7\u00e3o de uma regi\u00e3o, entre outros fatores.<\/p>\n<p>Os recentes e dr\u00e1sticos escorregamentos ocorridos nos \u00faltimos meses, na Serra do Mar, nos munic\u00edpios paulistas, em especial em S\u00e3o Sebasti\u00e3o, est\u00e3o intimamente relacionados com este fator.<\/p>\n<p>O processo de desmatamento nos tr\u00f3picos tem levado \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o das florestas e \u00e0 extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies animais e vegetais. As implica\u00e7\u00f5es legais e a aus\u00eancia de resultados de pesquisa cient\u00edfica t\u00eam sido os maiores impedimentos da conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e da utiliza\u00e7\u00e3o autossustentada de \u00e1reas degradadas, em situa\u00e7\u00f5es diversas.<\/p>\n<p>Estudos sobre recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas t\u00eam sua grande import\u00e2ncia relacionada ao fato de que a biomassa, formada pelo crescimento das \u00e1rvores e arbustos em forma\u00e7\u00f5es complexas de vegeta\u00e7\u00e3o, at\u00e9 hoje \u00e9, e por muito tempo continuar\u00e1 sendo, a grande fonte de energia renov\u00e1vel de mat\u00e9rias primas essenciais para a humanidade. A grande parte das madeiras usadas para fins energ\u00e9ticos \u00e9 ainda extra\u00edda das florestas, ou de outras forma\u00e7\u00f5es vegetais nativas. Por outro lado, a diversidade de organismos vivos, respons\u00e1vel pelo equil\u00edbrio ecol\u00f3gico, representa um inestim\u00e1vel potencial gen\u00e9tico que deve ser considerado. Muitos dos problemas atuais e relacionados aos escorregamentos das encostas, \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o, por exemplo, t\u00eam, na manuten\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade, a grande perspectiva de solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As florestas s\u00e3o tamb\u00e9m importantes na preserva\u00e7\u00e3o dos solos, atrav\u00e9s da preven\u00e7\u00e3o dos processos erosivos, em especial em regi\u00f5es topograficamente acidentadas, como acontece nas encostas da Serra do Mar. Toneladas de solos f\u00e9rteis s\u00e3o transferidas com a retirada das florestas, assoreando os rios. Como consequ\u00eancia, ocorrem altera\u00e7\u00f5es na estrutura populacional dos organismos terrestres e aqu\u00e1ticos e, se n\u00e3o bastassem estes problemas, a contamina\u00e7\u00e3o de aqu\u00edferos, a interfer\u00eancia em estradas e o pr\u00f3prio abastecimento de \u00e1reas urbanas t\u00eam ampliado as dificuldades geradas pelos deslizamentos das encostas da Serra do Mar.<\/p>\n<p>Trabalhos integrados, envolvendo diferentes modelos de reflorestamento, associados aos estudos de diagn\u00f3stico e avalia\u00e7\u00e3o de fragmentos florestais, certamente t\u00eam contribu\u00eddo para a recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas e para a conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies pouco abundantes, end\u00eamicas ou em risco de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O workshop sobre Recupera\u00e7\u00e3o de \u00c1reas Degradadas da Serra do Mar e de Forma\u00e7\u00f5es Florestais Litor\u00e2neas, realizado nos dias 28 e 29 de abril de 2000, em S\u00e3o Sebasti\u00e3o &#8211; SP, reuniu 180 dos mais importantes especialistas brasileiros nesse campo do conhecimento. A iniciativa de realiza\u00e7\u00e3o do evento veio da necessidade de resolver problemas gerados por frequentes escorregamentos na Serra do Mar no estado de S\u00e3o Paulo, fossem ocasionados por fen\u00f4menos naturais relacionados ao solo e clima, fossem em decorr\u00eancia de a\u00e7\u00e3o antr\u00f3pica, especialmente a ocupa\u00e7\u00e3o desordenada das \u00e1reas florestais.<\/p>\n<p>De acordo com Barbosa (2000), neste workshop organizado pela Secretaria do Meio Ambiente, por meio de sua Coordenadoria de Informa\u00e7\u00f5es T\u00e9cnicas, Documenta\u00e7\u00e3o e Pesquisa Ambiental, foi realizado um diagn\u00f3stico da situa\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e9poca, para resgatar experi\u00eancias e resultados de trabalhos de recupera\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica, definir \u00e1reas priorit\u00e1rias para recupera\u00e7\u00e3o, conhecer a disponibilidade de mudas e sementes e incentivar pesquisas e a\u00e7\u00f5es de recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas. Os cientistas e t\u00e9cnicos distribu\u00edram-se em 7 grupos tem\u00e1ticos de trabalho, a saber: 1. Diagn\u00f3stico e interven\u00e7\u00f5es em \u00e1reas de risco; 2. Sele\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies para repovoamentos vegetais; 3. Tecnologia de produ\u00e7\u00e3o de sementes e mudas para a recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas; 4. T\u00e9cnicas de plantio; 5. Recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas em restinga; 6. Recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas em manguezal; e 7. Indicadores de avalia\u00e7\u00e3o e monitoramento de \u00e1reas restauradas.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca, foram levantados os principais trabalhos de repovoamento vegetal, realizados em \u00e1reas da encosta atl\u00e2ntica, cujos principais pontos abordamos a seguir.<\/p>\n<p>De acordo com algumas experi\u00eancias e, principalmente, tendo em vista locais pouco acess\u00edveis, a CETESB juntamente com o IPT e os extintos Institutos de Bot\u00e2nica e Florestal, atual Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA), trabalharam, em 1989 e 1990, com esp\u00e9cies nativas arbustivas e arb\u00f3reas, tolerantes \u00e0 polui\u00e7\u00e3o e pertencentes aos est\u00e1gios iniciais de sucess\u00e3o secund\u00e1ria da Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>Em Cubat\u00e3o, al\u00e9m dos experimentos de plantio em escorregamentos com solo exposto, a CETESB realizou plantios, em 1993, utilizando 35 esp\u00e9cies secund\u00e1rias (iniciais e tardias), de ocorr\u00eancia na Mata Atl\u00e2ntica de encosta no estado de S\u00e3o Paulo, em duas \u00e1reas afetadas no Vale do Mogi e no Caminho do Mar, e uma \u00e1rea no Vale dos Pil\u00f5es, como controle para compara\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Estas investiga\u00e7\u00f5es indicaram modelos de recupera\u00e7\u00e3o das \u00e1reas degradadas, baseados no conhecimento das esp\u00e9cies, na compreens\u00e3o da estrutura de trechos remanescentes da mesma bacia hidrogr\u00e1fica e na observa\u00e7\u00e3o de processos naturais de sucess\u00e3o, com uma forte tend\u00eancia \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o de m\u00f3dulos compostos por esp\u00e9cies de diversos est\u00e1gios sucessionais e ao enriquecimento concomitante do banco de sementes do solo. Estes modelos refletem bem, at\u00e9 hoje, o n\u00edvel do conhecimento sobre os condicionantes f\u00edsicos, as caracter\u00edsticas das comunidades, suas rela\u00e7\u00f5es e sobre cada uma das popula\u00e7\u00f5es que as comp\u00f5em. O ideal \u00e9 a obten\u00e7\u00e3o da recomposi\u00e7\u00e3o vegetal baseada numa quantidade cada vez maior de informa\u00e7\u00f5es, de forma a restabelecer as estruturas e as fun\u00e7\u00f5es de floresta o mais pr\u00f3ximo das existentes naturalmente, o que tem sido indicado at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2019\/10\/lista-especies-rad-2019.pdf\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-medium wp-image-1660 alignleft\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1-218x300.jpg\" alt=\"\" width=\"218\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1-218x300.jpg 218w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1-250x345.jpg 250w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1-550x758.jpg 550w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1-131x180.jpg 131w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1-363x500.jpg 363w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2022\/05\/capa-lista-especie-site-600x827-1.jpg 600w\" sizes=\"(max-width: 218px) 100vw, 218px\" \/><\/a>A publica\u00e7\u00e3o &#8220;<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2019\/10\/lista-especies-rad-2019.pdf\">Lista de esp\u00e9cies indicadas para restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica para diversas regi\u00f5es do estado de S\u00e3o Paulo<\/a>&#8221; \u00e9 resultado de um minucioso levantamento sobre as diversas esp\u00e9cies vegetais do estado, com os mais variados h\u00e1bitos de vida. \u201c\u00c9 uma ferramenta indispens\u00e1vel aos reflorestamentos qualificados, a partir de uma listagem exemplificativa de esp\u00e9cies vegetais nativas regionais, de ocorr\u00eancia em ambientes florestais e campestres, indicadas para plantio e ou manuten\u00e7\u00e3o da biodiversidade\u201d, explica Luiz Mauro Barbosa.<\/p>\n<p>Rico em imagens para facilitar a identifica\u00e7\u00e3o, s\u00e3o mencionadas 939 esp\u00e9cies arb\u00f3reas, 175 arvoretas, 448 arbustos, 218 subarbustos, 484 ervas, 167 lianas, 242 ep\u00edfitas, 145 aqu\u00e1ticas e paludosas e 133 pterid\u00f3fitas, totalizando 2.951 esp\u00e9cies que podem ser utilizadas para a restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica. O livro tamb\u00e9m cont\u00e9m de um roteiro b\u00e1sico das atividades necess\u00e1rias para a elabora\u00e7\u00e3o de projetos de restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica e uma lista com recomenda\u00e7\u00f5es para restaura\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade. Nesta edi\u00e7\u00e3o, est\u00e3o destacadas em vermelho 678 esp\u00e9cies da flora amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o do estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2019\/10\/lista-especies-rad-2019.pdf\">Lista de esp\u00e9cies indicadas para restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica para diversas regi\u00f5es do estado de S\u00e3o Paulo<\/a> (PDF 39.8 MB)<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: center\"><span style=\"font-size: 14pt\"><a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/2023\/03\/nota-tecnica-recomposicao-das-formacoes-florestais-em-areas-de-escorregamentos-da-serra-do-mar-parte-2-2\/\">PARTE II<\/a><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-153\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-154\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/08\/ods-13-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-13-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-13-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-13-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-13.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-169\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-171\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/09\/ods-17-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-17-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-17-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-17-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-17.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Escorregamento pr\u00f3ximo \u00e0 Vila do Sahy em S\u00e3o Sebasti\u00e3o (SP), acervo NGGRMA\/IPA Recomposi\u00e7\u00e3o das forma\u00e7\u00f5es florestais visando \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o de \u00e1reas de escorregamentos da Serra do Mar na regi\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":196,"featured_media":3133,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[2,5],"tags":[49,47,48],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3132"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/users\/196"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3132"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3132\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3179,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3132\/revisions\/3179"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3133"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3132"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3132"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3132"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}