{"id":3092,"date":"2023-03-20T09:43:57","date_gmt":"2023-03-20T12:43:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/?p=3092"},"modified":"2023-03-20T09:43:57","modified_gmt":"2023-03-20T12:43:57","slug":"a-ciencia-das-sementes-na-conservacao-do-meio-ambiente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/2023\/03\/a-ciencia-das-sementes-na-conservacao-do-meio-ambiente\/","title":{"rendered":"A ci\u00eancia das sementes na conserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>M\u00f3dulo de pesquisa que analisa sementes e pl\u00e2ntulas \u00e9 um dos pilares de sustenta\u00e7\u00e3o para <\/em><em>conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade face a mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, polui\u00e7\u00e3o e a\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas<\/em><\/p>\n<p>O estudo das condi\u00e7\u00f5es de germina\u00e7\u00e3o de sementes, estabelecimento de pl\u00e2ntulas e capacidade de propaga\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies agrega \u00e0 ci\u00eancia um novo olhar sobre as consequ\u00eancias provocadas por a\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas diretas e indiretas em \u00e1reas de floresta, assim como o seu ciclo de vida levanta questionamentos necess\u00e1rios \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o de biomas.<\/p>\n<p>Para os cientistas respons\u00e1veis pelo m\u00f3dulo de pesquisa \u201cAn\u00e1lise de sementes e estabelecimentos de pl\u00e2ntulas\u201d, Dr. Claudio Jos\u00e9 Barbedo e Dr. Nelson Augusto dos Santos Junior, a import\u00e2ncia de uma investiga\u00e7\u00e3o minuciosa como esta passa, muitas vezes, despercebida ao cidad\u00e3o comum, devido a sua singularidade e multidisciplinaridade.<\/p>\n<p>E de que maneira uma pesquisa deste tipo contribui com estudos sobre a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e dialoga com a sociedade?<\/p>\n<p>Este m\u00f3dulo de pesquisa, assim como os demais que integram o projeto &#8220;Desafios para conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade frente a mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, polui\u00e7\u00e3o e uso e ocupa\u00e7\u00e3o do solo&#8221; (Proc. FAPESP 2017\/50341-0), faz parte de um grande quebra-cabe\u00e7a, no qual cada pe\u00e7a corresponde a um importante conjunto de dados, experimentos, ferramentas e t\u00e9cnicas de conserva\u00e7\u00e3o elaboradas ao longo de d\u00e9cadas, sen\u00e3o de s\u00e9culos.<\/p>\n<p>O objetivo principal deste m\u00f3dulo \u00e9 o de verificar os impactos causados por a\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas na propaga\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies em \u00e1rea urbana de Mata Atl\u00e2ntica, no caso, o Parque Estadual Fontes do Ipiranga (PEFI), e estabelecer modelos preditivos, ou seja, previs\u00f5es baseadas em padr\u00f5es comparativos, levando em conta a conserva\u00e7\u00e3o deste e de mais tr\u00eas locais: os Parques Estaduais da Serra da Cantareira e da Serra do Mar, e a Reserva Florestal do Morro Grande, todos localizados na regi\u00e3o metropolitana da capital paulista.<\/p>\n<p>Como Dr. Claudio Barbedo fez quest\u00e3o de frisar, o ponto de partida para esse estudo teve in\u00edcio nas observa\u00e7\u00f5es, estudos e no conhecimento gerado por outros cientistas e acumulado h\u00e1 mais de quarenta, cinquenta anos. O cientista tamb\u00e9m esclarece que ao longo do tempo a base de dados criada e ampliada, por meio da pesquisa, assim como a estrutura existente em institutos de pesquisa sustentam a cria\u00e7\u00e3o de novas tecnologias e ferramentas necess\u00e1rias ao apoio da conserva\u00e7\u00e3o dos ecossistemas, bem como contribuem para a forma\u00e7\u00e3o de profissionais capacitados, para que possam atuar em quadros preventivos no que se refere \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente, em quaisquer esferas da sociedade.<\/p>\n<p>Outro ponto a ser destacado \u00e9 a multidisciplinaridade do grupo, que conta com pesquisadores das \u00e1reas de Fisiologia, Bioqu\u00edmica, Anatomia, Ecologia, Gen\u00e9tica, entre tantas outras \u00e1reas. \u201cA massa de trabalho depende tanto desses pesquisadores, como dos alunos em todos os n\u00edveis de conhecimento e aprendizado. No nosso m\u00f3dulo, por exemplo, temos pesquisadores de diferentes forma\u00e7\u00f5es, diferentes unidades,\u00a0 e cada um deles orienta alunos de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica; mestrado, doutorado, inclusive no p\u00f3s-doutorado\u201d, acrescenta Dr. Claudio Barbedo.<\/p>\n<p><strong>Mas por que \u00e9 t\u00e3o importante estudar sementes? <\/strong><\/p>\n<p>Cruciais para a sobreviv\u00eancia de toda a cadeia nos ecossistemas, as sementes s\u00e3o, desde a antiguidade, fonte de alimento e d\u00e3o vida \u00e0s esp\u00e9cies que servem \u00e0 agricultura, \u00e0s ind\u00fastrias qu\u00edmica, farmac\u00eautica, cosm\u00e9tica, tecnol\u00f3gica, t\u00eaxtil, entre tantas outras. Al\u00e9m disso, s\u00e3o respons\u00e1veis pela propaga\u00e7\u00e3o de plantas que d\u00e3o vida a insetos, animais e outros seres vivos que se encontram na floresta.<\/p>\n<p>\u00c9 importante compreender tamb\u00e9m que somente a partir das sementes e mudas \u00e9 que se mant\u00e9m vivas esp\u00e9cies nativas de um local. Por exemplo, se houver desaparecimento de uma planta, de uma \u00e1rvore, numa \u00e1rea que est\u00e1 sendo antropizada, ou seja, em que a\u00e7\u00f5es como o desmatamento, polui\u00e7\u00e3o ambiental, uso de \u00e1rea de maneira indiscriminada, eleva\u00e7\u00e3o da temperatura, invas\u00e3o de animais, entre tantos outros motivos, \u00e9 necess\u00e1rio armazenar\u00a0 sementes para um momento de recupera\u00e7\u00e3o dessa planta e, consequentemente, da \u00e1rea em que ela se encontrava.<\/p>\n<p>Entretanto, para realizar um mapeamento minucioso das plantas que ali vivem ou viviam, toda investiga\u00e7\u00e3o conta com pistas valiosas. No caso das sementes, os pesquisadores identificam esp\u00e9cies; classificam os tipos de sementes; observam seu ciclo de vida na natureza; registram comportamentos e padr\u00f5es que podem levar \u00e0 sobreviv\u00eancia; analisam fatores de risco que podem levar ao desaparecimento completo ou parcial de esp\u00e9cies e, a partir da reuni\u00e3o dos dados coletados e de estudos anteriores indicam a consequ\u00eancia do poss\u00edvel desaparecimento de esp\u00e9cies para todo o ecossistema envolvido.<\/p>\n<p>Em seguida, vem a necessidade do armazenamento das sementes. Assim como a tecnologia para estocar sementes de soja, milho, feij\u00e3o, \u00e9 bem dotada de recursos e vem sendo adotada h\u00e1 s\u00e9culos, os bancos de sementes provenientes de pesquisas cient\u00edficas, conservados em jardins bot\u00e2nicos ao redor do mundo, buscam desenvolver efic\u00e1cia capaz de armazenar exemplares de esp\u00e9cies nativas por tempo indeterminado, devido \u00e0 relev\u00e2ncia para o meio ambiente. O Kew Gardens, no Reino Unido, por exemplo, possui um dos maiores acervos do mundo, com cole\u00e7\u00f5es centen\u00e1rias nativas, com a inten\u00e7\u00e3o de minimizar o risco de extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies.<\/p>\n<p><strong>Investigando a\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas e suas consequ\u00eancias <\/strong><\/p>\n<p>Ao estudar sementes de uma determinada esp\u00e9cie, os pesquisadores investigam todo o entorno, o funcionamento do ecossistema em que se encontra aquela planta, a\u00e7\u00f5es que podem modificar e extinguir a vegeta\u00e7\u00e3o de \u00e1reas inteiras. Por este motivo, \u00e9 t\u00e3o importante direcionar esfor\u00e7os no sentido de compreender a ess\u00eancia do problema, quais interfer\u00eancias funcionam ou n\u00e3o funcionam para preservar um exemplar e de como a aplica\u00e7\u00e3o de tais processos podem transformar-se em pol\u00edticas de preven\u00e7\u00e3o, conserva\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas, como as da Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>Mensurar o ciclo de vida das sementes, a maneira como ocorre sua propaga\u00e7\u00e3o e sobreviv\u00eancia em meio \u00e0 rela\u00e7\u00e3o antr\u00f3pica \u00e9 um trabalho complexo, que exige a avalia\u00e7\u00e3o de fatores diretos e indiretos, como explica o pesquisador Dr. Nelson Augusto dos Santos Junior. Quando se pensa em rela\u00e7\u00e3o antr\u00f3pica, h\u00e1 desde a interfer\u00eancia direta, como a supress\u00e3o de uma \u00e1rea de mata para projetos de edifica\u00e7\u00e3o, at\u00e9 os efeitos indiretos provocados por essas a\u00e7\u00f5es, que passam pela polui\u00e7\u00e3o, escassez de chuva, a lixivia\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o se apresentam de forma imediata, mas que comprometem igualmente a vegeta\u00e7\u00e3o. \u201cAo analisarmos aspectos das mudan\u00e7as do regime h\u00eddrico, por exemplo, estamos olhando para o futuro das esp\u00e9cies, que podem reduzir a produ\u00e7\u00e3o de frutos e sementes, comprometendo toda a cadeia presente em determinada \u00e1rea de floresta.\u201d<\/p>\n<p>Para obter dados e estabelecer par\u00e2metros comparativos que subsidiem a an\u00e1lise, o grupo de pesquisadores promoveu visitas \u00e0s unidades de conserva\u00e7\u00e3o que apresentam alta similaridade com o PEFI, por\u00e9m, com diferentes n\u00edveis de antropiza\u00e7\u00e3o, como explica Dr. Nelson Augusto. As incurs\u00f5es feitas aos Parques Estaduais da Serra do Mar; da Cantareira e \u00e0 Reserva do Morro Grande, resultaram em novas infer\u00eancias sobre a vulnerabilidade das esp\u00e9cies, em raz\u00e3o do estado de preserva\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas.<\/p>\n<p>A partir da constru\u00e7\u00e3o deste panorama e an\u00e1lise da massa cr\u00edtica de informa\u00e7\u00e3o, foi poss\u00edvel avaliar os ciclos de propaga\u00e7\u00e3o de sementes ortodoxas e recalcitrantes, desde a forma\u00e7\u00e3o das plantas, passando pela poliniza\u00e7\u00e3o, o desenvolvimento do fruto, a matura\u00e7\u00e3o da semente, at\u00e9 o seu estabelecimento, que corresponde ao per\u00edodo em que ela retorna ao campo e inicia a produ\u00e7\u00e3o de uma nova planta.<\/p>\n<p>Todo o processo tem sido analisado a partir do n\u00edvel de antropiza\u00e7\u00e3o predominante em cada local, da resist\u00eancia a altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas espec\u00edficas, al\u00e9m das modifica\u00e7\u00f5es ocorridas nos tipos de semente analisados. \u201cCom estes dados, objetivamos sedimentar novos conceitos sobre a propaga\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies, para contribuir na concep\u00e7\u00e3o de novas solu\u00e7\u00f5es e tecnologias a m\u00e9dio e longo prazos, enquanto trabalhamos na vanguarda do conhecimento\u201d, explica Dr. Claudio Barbedo.<\/p>\n<p>Ambos pesquisadores, que tiveram oportunidade de atuar em projetos como este h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas, veem nas pesquisas cient\u00edficas o caminho para forma\u00e7\u00e3o de profissionais altamente qualificados; a oportunidade de trabalhar em conjunto com outras \u00e1reas do conhecimento e formar novos grupos de pesquisa; a cria\u00e7\u00e3o de um modelo de pesquisa que pode estimular sua reprodu\u00e7\u00e3o em novos estudos; a amplia\u00e7\u00e3o do arcabou\u00e7o de informa\u00e7\u00f5es e um novo olhar para as pol\u00edticas p\u00fablicas de preserva\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-157\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/09\/ods-02-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-02-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-02-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-02-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-02.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-153\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-154\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/08\/ods-13-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-13-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-13-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-13-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-13.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-169\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-thumbnail wp-image-171\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/09\/ods-17-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-17-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-17-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-17-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-17.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; 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