{"id":2895,"date":"2023-03-09T08:01:41","date_gmt":"2023-03-09T11:01:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/?p=2895"},"modified":"2023-03-10T08:17:40","modified_gmt":"2023-03-10T11:17:40","slug":"quebrando-barreiras-mulheres-extraordinarias-que-fazem-ciencia-no-ipa-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/2023\/03\/quebrando-barreiras-mulheres-extraordinarias-que-fazem-ciencia-no-ipa-3\/","title":{"rendered":"Quebrando barreiras &#8211; Mulheres extraordin\u00e1rias que fazem ci\u00eancia no IPA"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>Com Denise Bicudo<\/b><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/9028158606012312\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-2897 size-medium\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/denise-de-campos-bicudo_bio-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/denise-de-campos-bicudo_bio-300x300.jpg 300w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/denise-de-campos-bicudo_bio-150x150.jpg 150w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/denise-de-campos-bicudo_bio-768x768.jpg 768w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/denise-de-campos-bicudo_bio-48x48.jpg 48w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/denise-de-campos-bicudo_bio-250x250.jpg 250w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/denise-de-campos-bicudo_bio-550x550.jpg 550w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/denise-de-campos-bicudo_bio-800x800.jpg 800w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/denise-de-campos-bicudo_bio-180x180.jpg 180w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/denise-de-campos-bicudo_bio-500x500.jpg 500w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/03\/denise-de-campos-bicudo_bio.jpg 1000w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Sou <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/9028158606012312\">Denise Bicudo<\/a>. Sou bi\u00f3loga por op\u00e7\u00e3o. Fiz gradua\u00e7\u00e3o na Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na UNESP (Universidade Estadual Paulista) campos de Rio Claro e p\u00f3s-doutorado nos Estados Unidos, na Universidade do Alabama. Ingressei na vida cient\u00edfica ainda na gradua\u00e7\u00e3o e, em 1987, na Carreira de Pesquisador Cient\u00edfico, n\u00edvel I, quando ingressei no Instituto de Pesquisas Ambientais (ent\u00e3o Instituto de Bot\u00e2nica), estando atualmente classificada no n\u00edvel VI da carreira. Sou bolsista de pesquisa do CNPq e tenho atuado em dois programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o ministrando disciplinas e orientando alunos (mestres e doutores).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Ingressar na \u00e1rea de pesquisa cient\u00edfica em Bot\u00e2nica sempre foi meu sonho. Desde o in\u00edcio da gradua\u00e7\u00e3o busquei orienta\u00e7\u00e3o. Lembro-me de percorrer o corredor do Departamento de Bot\u00e2nica da USP, batendo de porta em porta e a resposta era sempre a mesma: retorne quando estiver no segundo ano. N\u00e3o desisti e, finalmente, consegui um orientador (talvez um desorientador), mas que na verdade foi a porta de entrada no ent\u00e3o Instituto de Bot\u00e2nica, onde busquei ajuda para sanar problemas de identifica\u00e7\u00e3o de algas em alguns cultivos. Assim, iniciei minha trajet\u00f3ria no IPA em 1977, sob orienta\u00e7\u00e3o da Dra. C\u00e9lia Sant\u2019Anna. Quando terminei a gradua\u00e7\u00e3o, tive oportunidade de buscar est\u00e1gio no exterior. Levei em m\u00e3os uma carta de recomenda\u00e7\u00e3o de um pesquisador (reconhecido internacionalmente) que mal me conhecia.\u00a0 Esta carta abriu as portas para eu estagiar em excelentes centros de pesquisa em algas nos Estados Unidos (7 meses) e na Alemanha (3 meses). Regressei ao Brasil animad\u00edssima para fazer p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, minha orientadora iria para Fran\u00e7a e, a pedido dela, o renomado pesquisador que mal me conhecia assumiu minha orienta\u00e7\u00e3o. Seu nome \u00e9 Dr. Carlos E. de M. Bicudo. Com ele tive s\u00f3lida forma\u00e7\u00e3o em taxonomia de algas e exemplos concretos de \u00e9tica profissional, dedica\u00e7\u00e3o e doa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Nos casamos e formamos, at\u00e9 hoje, uma parceria sem igual e muito prof\u00edcua! Nunca escondi o desejo de me dedicar \u00e0 pesquisa em ecologia de ecossistemas aqu\u00e1ticos e dele recebi total apoio. Fomos para um centro renomado em Limnologia na Universidade de Alabama, onde recebi supervis\u00e3o de um expoente na \u00e1rea, que propiciou a expans\u00e3o de meu conhecimento e uma vis\u00e3o hol\u00edstica e integrada dos ecossistemas terrestre e aqu\u00e1tico. Voltei muito entusiasmada para implantar um laborat\u00f3rio de limnologia na institui\u00e7\u00e3o com m\u00e9todos internacionais e introduzir pesquisas nessa \u00e1rea. E a minha trajet\u00f3ria prosseguiu com novas descobertas, novos desafios, abrindo caminhos, linhas de pesquisas e interagindo com profissionais de diferentes nacionalidades. Tamb\u00e9m contribu\u00ed com a administra\u00e7\u00e3o da pesquisa assumindo cargos na institui\u00e7\u00e3o, mas principalmente em sociedades cient\u00edficas, editorias cient\u00edficas e algumas gest\u00f5es no Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o institucional. Por\u00e9m, minha maior alegria sempre foi a forma\u00e7\u00e3o de alunos e de introduzi-los em trabalhos cient\u00edficos de equipes. Hoje s\u00e3o docentes de universidades no pa\u00eds ou trabalham em empresa de gest\u00e3o ambiental, alguns inclusive foram para o exterior e continuam na pesquisa cient\u00edfica ou em empresas de gest\u00e3o ambiental. Olho para minha trajet\u00f3ria feliz. Foi f\u00e1cil? Certamente, com altos e baixos, mas foi um caminho de descobertas e de grande crescimento profissional e humano e constru\u00eddo com dedica\u00e7\u00e3o e amor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em minha trajet\u00f3ria cient\u00edfica, participei de importantes investiga\u00e7\u00f5es. Um estudo de grande relev\u00e2ncia para a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento foi o monitoramento ambiental do Lago das Gar\u00e7as, uma bel\u00edssima represa situada na entrada da institui\u00e7\u00e3o. O que motivou este estudo? Entender as causas da degrada\u00e7\u00e3o (eutrofiza\u00e7\u00e3o) do sistema e reverter esse processo. O estudo foi realizado durante 20 anos consecutivos com coletas mensais de fatores ambientais e biol\u00f3gicos (algas). Contou com a participa\u00e7\u00e3o de pesquisadores da institui\u00e7\u00e3o e de fora dela e de in\u00fameros alunos de algumas gera\u00e7\u00f5es, que realizaram seus trabalhos de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. O m\u00e9todo foi padronizado ao longo do estudo para permitir compara\u00e7\u00f5es cient\u00edficas. Levantamos e medimos as cargas de nutrientes das fontes poluidoras, bem como proveniente dos sedimentos lacustres. Acompanhamos a elimina\u00e7\u00e3o da maior parte delas e a melhoria da qualidade da \u00e1gua, que ainda n\u00e3o foi recuperada devido ao grande aporte de nutrientes de uma das entradas, por\u00e9m, fornecemos informa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica para mitigar e reverter este processo. Com esta pesquisa, compreendemos os processos de retroalimenta\u00e7\u00e3o envolvidos na eutrofiza\u00e7\u00e3o, o papel relevante do sedimento neste processo, e de seu agravamento em lagos rasos e com temperaturas mais elevadas, ou seja, situados em clima tropical. Este trabalho teve enorme repercuss\u00e3o no pa\u00eds, pois trouxe novidades cient\u00edficas e, tamb\u00e9m, no exterior, pois os lagos de regi\u00e3o temperada apresentam processos muito distintos, que com o aquecimento global est\u00e3o se tornando mais vulner\u00e1veis \u00e0 eutrofiza\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Outra pergunta que nos motivou foi buscar a causa da degrada\u00e7\u00e3o do Lago das Gar\u00e7as. Para isso, reconstru\u00edmos a hist\u00f3ria ambiental deste sistema desde sua forma\u00e7\u00e3o em 1894, quando era usado para abastecimento p\u00fablico. Com este estudo abrimos no pa\u00eds a linha de pesquisa em paleolimnologia, ou seja, avaliamos o arquivo de informa\u00e7\u00f5es preservado e depositado ao longo do tempo nos sedimentos. Amostramos e avaliamos a coluna sedimentar depositada no lago que, datada, representou 100 anos de informa\u00e7\u00e3o. E a partir de marcadores ambientais biol\u00f3gicos e qu\u00edmicos reconstru\u00edmos a hist\u00f3ria ambiental da represa e descobrimos que os prim\u00f3rdios da degrada\u00e7\u00e3o da qualidade d\u2019\u00e1gua iniciou-se em 1958 com a constru\u00e7\u00e3o do zool\u00f3gico, acelerando em 1972 com o aporte de esgoto da ent\u00e3o Secretaria de Agricultura e Abastecimento (desativada em 2014). A pesquisa em Paleolimnologia teve grande impacto nos meios cient\u00edficos e esta abordagem foi aplicada para reconstruir os impactos ambientais da Represa Guarapiranga, um dos principais mananciais de \u00e1gua para abastecimento em S\u00e3o Paulo. Desta vez, contamos com equipe bem maior, de v\u00e1rias disciplinas, incluindo uso e ocupa\u00e7\u00e3o da terra. A repercuss\u00e3o nacional e internacional foi enorme e a pesquisa est\u00e1 dispon\u00edvel em um livro (100 Anos da Represa Guarapiranga: li\u00e7\u00f5es e desafios) e v\u00e1rios artigos cient\u00edficos. Essas pesquisas foram se ampliando para outros reservat\u00f3rios e, em seu conjunto, fornecem bases cient\u00edficas s\u00f3lidas sobre prote\u00e7\u00e3o, compreens\u00e3o do processo de degrada\u00e7\u00e3o e de recupera\u00e7\u00e3o de represas do estado, aplic\u00e1veis em outros sistemas com regi\u00f5es clim\u00e1ticas similares.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Sobre os desafios enfrentados enquanto pesquisadora por ser mulher, na \u00e1rea de biol\u00f3gicas, especialmente bot\u00e2nica, os conflitos devidos a diferen\u00e7as de g\u00eanero s\u00e3o bem mais amenos em rela\u00e7\u00e3o, por exemplo, \u00e0s \u00e1reas de exatas. Alguns desafios que enfrentei sempre ocorreram em inst\u00e2ncias administrativas superiores dentro e fora da institui\u00e7\u00e3o, principalmente, em reuni\u00f5es com predomin\u00e2ncia do sexo masculino. Para ser ouvida, a pesquisadora precisa se posicionar com propriedade, clareza e firmeza.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Desde meu ingresso na gradua\u00e7\u00e3o observei mudan\u00e7as enormes na representatividade e equidade de g\u00eanero. Vou relatar um fato curioso: quando iniciei na USP (d\u00e9cada de 1970) ainda havia resqu\u00edcio de preconceito com as mulheres que queriam constituir fam\u00edlia e as lideran\u00e7as eram predominantemente ocupadas por homens. Assim, presenciei profunda mudan\u00e7a ao longo de minha trajet\u00f3ria e o aumento expressivo da conscientiza\u00e7\u00e3o do papel da mulher na Ci\u00eancia e na Sociedade. As mulheres passaram a participar na lideran\u00e7a de projetos e a ocupar altos cargos de dire\u00e7\u00e3o da pesquisa cient\u00edfica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Em rela\u00e7\u00e3o a outros campos profissionais, a Ci\u00eancia \u00e9 um campo acolhedor para todos, independente do g\u00eanero. \u00c9 o indiv\u00edduo que faz a diferen\u00e7a, que com perseveran\u00e7a e dedica\u00e7\u00e3o \u00e9 bem-vindo e acolhido no meio cient\u00edfico. Entretanto, algumas \u00e1reas, a exemplo das biol\u00f3gicas, s\u00e3o mais acolhedoras para as mulheres, mas acima de tudo \u00e9 o indiv\u00edduo que constr\u00f3i seu espa\u00e7o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Quando olho para o futuro da ci\u00eancia feita no Brasil e pelas mulheres, vejo um cen\u00e1rio muito promissor para a ci\u00eancia brasileira. Ainda que este avan\u00e7o seja independente de g\u00eanero, acredito que as mulheres introduzir\u00e3o outras formas de fazer ci\u00eancia e trar\u00e3o grande impulso para o desenvolvimento cient\u00edfico e profissional.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\">Para as iniciantes na ci\u00eancia, MENINAS, tenho uma mensagem especial para voc\u00eas. Todas voc\u00eas s\u00e3o mulheres extraordin\u00e1rias e \u00fanicas. Acreditem nisto! Voc\u00eas nasceram com um sonho e com talentos individuais. A trajet\u00f3ria cient\u00edfica \u00e9 como uma escola avan\u00e7ada onde evolu\u00edmos gradualmente conforme vencemos desafios e avan\u00e7amos etapas. \u00c9 preciso persistir, aprender a sorrir com os erros e os acertos e acreditar que tudo \u00e9 poss\u00edvel. Deem sempre o seu melhor, com boas inten\u00e7\u00f5es e a vida levar\u00e1 voc\u00eas para caminhos surpreendentes. Quando estiver muito dif\u00edcil, parem e lembrem de seus sonhos e que voc\u00eas nasceram para um prop\u00f3sito: vencer!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400\"><a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/9028158606012312\">Denise de Campos Bicudo<\/a>, bi\u00f3loga, com doutorado em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas, e p\u00f3s-doutorado pela Universidade do Alabama (EUA). \u00c9 orientadora de mestrado e doutorado pelos programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o do Instituto de Pesquisas Ambientais e da UNESP de Rio Claro. \u00c9 bolsista de pesquisa do CNPq, com atua\u00e7\u00e3o principal nos seguintes temas: eutrofiza\u00e7\u00e3o, qualidade da \u00e1gua de reservat\u00f3rios, bioindica\u00e7\u00e3o, reconstru\u00e7\u00e3o ambiental (paleolimnologia), biodiversidade e ecologia de diatom\u00e1ceas.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-158\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/09\/ods-03-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-03-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-03-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-03-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-03.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-159\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/09\/ods-04-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-04-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-04-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-04-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-04.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-160\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/09\/ods-05-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-05-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-05-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-05-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-05.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-153\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/08\/ods-11.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Com Denise Bicudo Sou Denise Bicudo. 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