{"id":2391,"date":"2023-01-24T11:46:42","date_gmt":"2023-01-24T13:46:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/?p=2391"},"modified":"2023-01-31T14:04:20","modified_gmt":"2023-01-31T16:04:20","slug":"pesquisador-do-ipa-descobre-nova-especie-de-arvore-da-mata-atlantica-do-estado-de-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/2023\/01\/pesquisador-do-ipa-descobre-nova-especie-de-arvore-da-mata-atlantica-do-estado-de-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Pesquisador do IPA descobre nova esp\u00e9cie de \u00e1rvore da Mata Atl\u00e2ntica do Estado de S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 20 anos houve um grande esfor\u00e7o de coleta de faner\u00f3gamas no Estado de S\u00e3o Paulo devido ao projeto Flora Fanerog\u00e2mica. O resultado disso foi a publica\u00e7\u00e3o, nesse per\u00edodo, de n\u00famero expressivo de novas esp\u00e9cies e tratamentos monogr\u00e1ficos de 152 fam\u00edlias de Angiospermas e duas Gimnospermas, totalizando 840 g\u00eaneros e 3.759 esp\u00e9cies nos volumes de 1 a 8 publicados at\u00e9 o presente e, a certeza dos taxonomistas que o conhecimento da biodiversidade paulista e brasileira est\u00e1 longe de ser razoavelmente completo.\u00a0 Muitas exsicatas est\u00e3o nos herb\u00e1rios ainda \u00e0 espera de identifica\u00e7\u00e3o e descri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O pesquisador cient\u00edfico Jo\u00e3o Batista Baitello, do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA), participou da descoberta de uma nova \u00e1rvore da Mata Atl\u00e2ntica das Laur\u00e1ceas, popularmente conhecida como canela. A <a href=\"https:\/\/journals.rbge.org.uk\/ejb\/article\/view\/1875\"><em>Ocotea bilocellata<\/em><\/a> \u00e9 a primeira esp\u00e9cie desse g\u00eanero observada com dois espor\u00e2ngios ou locelos nas anteras. O resultado da pesquisa d\u00e1 evid\u00eancias de uma transi\u00e7\u00e3o evolutiva de algumas esp\u00e9cies gimnodi\u00f3icas (com flores aparentemente hermafroditas em alguns indiv\u00edduos e femininas em outros) para di\u00f3icas verdadeiras (plantas com flores de sexos separados em indiv\u00edduos diferentes).<\/p>\n<p>A descri\u00e7\u00e3o da nova esp\u00e9cie foi publicada no <a href=\"https:\/\/journals.rbge.org.uk\/ejb\/article\/view\/1875\"><em>Edinburgh Journal of Botany<\/em><\/a> 79, Article 1875: 1-23, 2022, peri\u00f3dico cient\u00edfico brit\u00e2nico, e \u00e9 resultado de parceria entre o IPA, a\u00a0Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro, a Universidade Federal da Bahia e a Universidade Estadual de Feira de Santana. A esp\u00e9cie foi coletada em Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o localizadas no Estado de S\u00e3o Paulo e \u00e9 a 11\u00aa descoberta no curr\u00edculo do pesquisador.<\/p>\n<h4><strong>Esp\u00e9cie de canela inusitada<\/strong><\/h4>\n<p>Perguntado sobre o que a nova esp\u00e9cie tinha de not\u00e1vel, Baitello come\u00e7a respondendo que na fam\u00edlia Laur\u00e1cea a flor produz seus gr\u00e3os de p\u00f3len (o elemento reprodutor masculino) em estrutura especializada, o androceu, formado, em geral, por 3 a 9 estames, cujas anteras t\u00eam 2 a 4 espor\u00e2ngios (locais onde s\u00e3o produzidos os gr\u00e3os de p\u00f3len) com aberturas valvares (os locelos).<\/p>\n<p>Um dos 24 g\u00eaneros das Laur\u00e1ceas reconhecidos pelos taxonomistas \u00e9 <em>Ocotea<\/em>.<\/p>\n<p>O pesquisador conta que as <em>Ocotea<\/em> eram aceitas pelos taxonomistas, at\u00e9 ent\u00e3o, com suas anteras valvares compostas por 4 espor\u00e2ngios ou locelos, dispostos em 2 pares sobrepostos. &#8220;No entanto, os g\u00eaneros da fam\u00edlia s\u00e3o circunscritos e reconhecidos pela soma de um conjunto de caracteres e n\u00e3o apenas pelo n\u00famero e disposi\u00e7\u00e3o dos espor\u00e2ngios. Os 24 g\u00eaneros s\u00e3o definidos por um conjunto diferente de caracteres morfol\u00f3gicos da planta como um todo (partes vegetativas e reprodutivas)&#8221;, explica Baitello.<\/p>\n<p>At\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o do artigo cientifico de descri\u00e7\u00e3o da <em>Ocotea bilocellata<\/em>, n\u00e3o havia sido documentada, nenhuma esp\u00e9cie de canela com 2 espor\u00e2ngios nas anteras pertencente a esse g\u00eanero. &#8220;Da\u00ed o car\u00e1ter inusitado e in\u00e9dito da descoberta. \u00c9 o primeiro caso no g\u00eanero <em>Ocotea<\/em>, mas n\u00e3o na fam\u00edlia, pois, no Estado de S\u00e3o Paulo, outros sete g\u00eaneros s\u00e3o biesporangiados, mas com circunscri\u00e7\u00f5es diferentes e particulares, a saber: <em>Aiouea,<\/em> <em>Aniba, Beilchmiedia, Endlicheria, Cassytha, Cryptocarya e Licaria<\/em>&#8220;, revela o pesquisador.<\/p>\n<div id=\"attachment_2618\" style=\"width: 560px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2618\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-2618 size-wcstandard\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/01\/frutos-de-ocotea-bilocellata-550x309.jpg\" alt=\"\" width=\"550\" height=\"309\" srcset=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/01\/frutos-de-ocotea-bilocellata-550x309.jpg 550w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/01\/frutos-de-ocotea-bilocellata-300x169.jpg 300w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/01\/frutos-de-ocotea-bilocellata-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/01\/frutos-de-ocotea-bilocellata-768x432.jpg 768w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/01\/frutos-de-ocotea-bilocellata-250x141.jpg 250w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/01\/frutos-de-ocotea-bilocellata-800x450.jpg 800w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/01\/frutos-de-ocotea-bilocellata-320x180.jpg 320w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/01\/frutos-de-ocotea-bilocellata-534x300.jpg 534w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/01\/frutos-de-ocotea-bilocellata-890x500.jpg 890w, https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2023\/01\/frutos-de-ocotea-bilocellata.jpg 1039w\" sizes=\"(max-width: 550px) 100vw, 550px\" \/><p id=\"caption-attachment-2618\" class=\"wp-caption-text\">Frutos de <i>Ocotea bilocellata<\/i><\/p><\/div>\n<h4><strong>Das Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o aos herb\u00e1rios e laborat\u00f3rios<\/strong><\/h4>\n<p>At\u00e9 o momento, a esp\u00e9cie tem ocorr\u00eancia confirmada nos n\u00facleos Cunha-Indai\u00e1, Santa Virg\u00ednia e Picinguaba do Parque Estadual da Serra do Mar (PESM) e nas esta\u00e7\u00f5es Experimental e Biol\u00f3gica de Borac\u00e9ia. A descoberta mostra a import\u00e2ncia das \u00c1reas Protegidas tanto para a pesquisa cient\u00edfica como para a prote\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p>A confirma\u00e7\u00e3o de que se tratava de uma nova esp\u00e9cie se deu a partir de coletas realizadas no N\u00facleo Cunha \u2013 Indai\u00e1 ainda no ano de 2016. Apesar da semelhan\u00e7a com outra esp\u00e9cie da mesma \u00e1rea de ocorr\u00eancia, a <em>Ocotea daphnifolia<\/em>, (cujos estames s\u00e3o tetralocelados ou tetraesporangiados) a nova esp\u00e9cie de canela passou a ser reconhecida como distinta.\u00a0Deu-se in\u00edcio a um amplo estudo da morfologia das flores, folhas e frutos. Em paralelo, foi necess\u00e1rio o estudo filogen\u00e9tico, que revelou uma sequ\u00eancia de dados (tendo como base o ribossoma nuclear ITS e plast\u00eddio psbA-trnH) que indicavam que os esp\u00e9cimes estudados se relacionam a um dos 29 grupos informais, grupo \u201cOcotea minarum\u201d, propostos na \u00faltima grande sinopse do g\u00eanero.\u00a0Para a descri\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica e sequenciamento do DNA dessa nova esp\u00e9cie, al\u00e9m das coletas do N\u00facleo Cunha-Indai\u00e1 do PESM, utilizou-se exsicatas de diferentes herb\u00e1rios: ESA-Piracicaba, HRCB-Rio Claro, IAC-Campinas, SP-S\u00e3o Paulo, SPF-S\u00e3o Paulo, SPSF-S\u00e3o Paulo e UEC-Campinas<strong>. <\/strong>Dessa forma juntou-se evid\u00eancias necess\u00e1rias para enquadrar a nova esp\u00e9cie, de forma clara e inequ\u00edvoca, dentro do g\u00eanero <em>Ocotea<\/em>, tradicionalmente, at\u00e9 ent\u00e3o, reconhecido por portar 4 espor\u00e2ngios ou locelos.<\/p>\n<p>A descoberta d\u00e1 nova dimens\u00e3o ao conceito do g\u00eanero <em>Ocotea<\/em>,<em>\u00a0<\/em>que fica estendido \u00e0s plantas da fam\u00edlia Laur\u00e1ceas cujos estames f\u00e9rteis do androceu das flores unissexuadas masculinas apresentam anteras valvares com 2 a 4 espor\u00e2ngios (al\u00e9m das caracter\u00edsticas tradicionais que circunscrevem o g\u00eanero e as diferenciam dos demais).<\/p>\n<h4><strong>Evolu\u00e7\u00e3o nos tr\u00f3picos<\/strong><\/h4>\n<p>Em escala global, segundo v\u00e1rios especialistas, a dioicia (flores masculinas e femininas em indiv\u00edduos diferentes) \u00e9 um fen\u00f4meno raro em angiospermas. \u00c9 mais frequente em floras tropicais do que nas temperadas. H\u00e1 uma diferen\u00e7a peculiar na distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica de esp\u00e9cies bissexuadas (hermafroditas) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s esp\u00e9cies di\u00f3icas (unissexuadas). &#8220;Embora ambos os grupos coexistam nas regi\u00f5es tropicais e subtropicais das Am\u00e9ricas Central e do Sul, grupos di\u00f3icos t\u00eam centro de diversidade na regi\u00e3o amaz\u00f4nica (onde esp\u00e9cies hermafroditas est\u00e3o praticamente ausentes), e alta frequ\u00eancia em outras \u00e1reas, inferindo sucesso evolutivo via sele\u00e7\u00e3o natural. Especialmente para o estado de S\u00e3o Paulo, <em>Ocotea <\/em>di\u00f3icas se revelam quase o dobro do n\u00famero de hermafroditas desse g\u00eanero&#8221;,\u00a0relata Baitello.<\/p>\n<p>Considerando que a maioria das esp\u00e9cies atuais de<em>\u00a0Ocotea\u00a0<\/em>\u00e9 unissexuada, a gimnodioicia pode ser uma transi\u00e7\u00e3o evolutiva de umas poucas esp\u00e9cies para uma dioicia verdadeira. A estrutura atual das flores gimnodi\u00f3icas pode sugerir que a evolu\u00e7\u00e3o ocorre na dire\u00e7\u00e3o de uma esteriliza\u00e7\u00e3o gradativa do gineceu (estrutura feminina produtora do \u00f3vulo) da flor supostamente bissexuada que resultar\u00e1 em flores imperfeitas e plantas di\u00f3icas. No estado de S\u00e3o Paulo, n\u00e3o exclusivamente, ocorrem esp\u00e9cies do grupo informal \u201cOcotea minarum\u201d, com flores gimnodi\u00f3icas: <em>Ocotea minarum<\/em>,\u00a0<em>Ocotea daphinifolia<\/em>,\u00a0<em>Ocotea frondosa<\/em>,\u00a0<em>Ocotea odorata<\/em>\u00a0e\u00a0<em>Ocotea vaccinioides<\/em>.<\/p>\n<h4><strong>Pesquisador do IPA j\u00e1 descobriu 11 esp\u00e9cies da fam\u00edlia Lauraceae<\/strong><\/h4>\n<p>Baitello ingressou no Instituto Florestal em 1976. Em seus quase 47 anos de dedica\u00e7\u00e3o \u00e0 institui\u00e7\u00e3o (IPA a partir de 2020), especialmente junto ao Herb\u00e1rio Dom Bento Jos\u00e9 Pickel \u2013 SPSF, possui em seu curr\u00edculo a descoberta e descri\u00e7\u00e3o de 11 novas esp\u00e9cies, todas da fam\u00edlia Lauraceae. S\u00e3o elas:<\/p>\n<ul>\n<li><em>Rhodostemonodaphne capixabensis<\/em>\u00a0Baitello &amp; Coe-Teixeira (1991)<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/iflorestal\/ifref\/RIF5-1\/RIF5-1_59-63.pdf\"><em>Ocotea beulahiae\u00a0<\/em><\/a><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/iflorestal\/ifref\/RIF5-1\/RIF5-1_59-63.pdf\">Baitello<\/a>\u00a0(1993)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-33062001000300012\"><em>Ocotea curucutuensis<\/em><\/a><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-33062001000300012\">\u00a0J. B. Baitello<\/a>\u00a0(2001)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-33062001000300012\"><em>Ocotea cryptocarpa\u00a0<\/em><\/a><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0102-33062001000300012\">J. B. Baitello<\/a>\u00a0(2001)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/www.producao.usp.br\/bitstream\/handle\/BDPI\/11698\/art_ALVES_Uma_nova_especie_de_Mezilaurus_Taubert_Lauraceae_2008.pdf?sequence=1\"><em>Mezilaurus vanderwerffii\u00a0<\/em><\/a><a href=\"http:\/\/www.producao.usp.br\/bitstream\/handle\/BDPI\/11698\/art_ALVES_Uma_nova_especie_de_Mezilaurus_Taubert_Lauraceae_2008.pdf?sequence=1\">Alves &amp; Baitello<\/a>\u00a0(2008)<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/rodriguesia.jbrj.gov.br\/FASCICULOS\/rodrig61_1supl\/11-116-09.pdf\"><em>Ocotea paranaensis\u00a0<\/em><\/a><a href=\"https:\/\/rodriguesia.jbrj.gov.br\/FASCICULOS\/rodrig61_1supl\/11-116-09.pdf\">Brotto, Baitello, Cervi &amp; Santos<\/a>\u00a0(2010)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/rodriguesia.jbrj.gov.br\/FASCICULOS\/rodrig63-3\/id%20391.pdf\"><em>Ocotea marumbiensis\u00a0<\/em><\/a><a href=\"http:\/\/rodriguesia.jbrj.gov.br\/FASCICULOS\/rodrig63-3\/id%20391.pdf\">Brotto &amp; Baitello<\/a>\u00a0(2012)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/portalinseer.ibict.br\/index.php\/heringeriana\/article\/view\/140\/136\"><em>Ocotea georgeshepperdii\u00a0<\/em><\/a><a href=\"http:\/\/portalinseer.ibict.br\/index.php\/heringeriana\/article\/view\/140\/136\">J. B. Baitello<\/a>\u00a0(2015)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/portalinseer.ibict.br\/index.php\/heringeriana\/article\/view\/204\/160\"><em>Ocotea koscinskii\u00a0<\/em><\/a><a href=\"http:\/\/portalinseer.ibict.br\/index.php\/heringeriana\/article\/view\/204\/160\">Baitello &amp; Brotto<\/a>\u00a0(2016)<\/li>\n<li><a href=\"http:\/\/rodriguesia.jbrj.gov.br\/FASCICULOS\/rodrig68-2\/12-0020-2016.pdf\"><em>Ocotea mantiqueirae\u00a0<\/em><\/a><a href=\"http:\/\/rodriguesia.jbrj.gov.br\/FASCICULOS\/rodrig68-2\/12-0020-2016.pdf\">Baitello, Arzolla &amp; Vilela<\/a>\u00a0(2017)<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/journals.rbge.org.uk\/ejb\/article\/view\/1875\"><em>Ocotea bilocellata<\/em> Baitello, D.B.O.S.Cardoso &amp; P.L.R.Moraes<\/a> (2022)<\/li>\n<\/ul>\n<p>Entre outras conquistas em quase meio s\u00e9culo de trabalho na institui\u00e7\u00e3o, <a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/2017\/11\/pesquisadores-do-if-sao-homenageados-com-a-medalha-alba-lavras\/\">no ano de 2017 Baitello foi agraciado com a medalha Alba Lavras<\/a>, condecora\u00e7\u00e3o dada pela Associa\u00e7\u00e3o de Pesquisadores Cient\u00edficos do Estado de S\u00e3o Paulo (APqC), \u00e0queles que tenham se destacado em favor da Ci\u00eancia.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-157\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/09\/ods-02-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-02-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-02-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-02-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-02.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-164\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/09\/ods-08-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-08-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-08-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-08-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-08.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/> <img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-169\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/2001\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15-150x150.png\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15-150x150.png 150w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15-48x48.png 48w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15-180x180.png 180w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/ipa\/wp-content\/uploads\/sites\/261\/2021\/09\/ods-15.png 225w\" sizes=\"(max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Nos \u00faltimos 20 anos houve um grande esfor\u00e7o de coleta de faner\u00f3gamas no Estado de S\u00e3o Paulo devido ao projeto Flora Fanerog\u00e2mica. 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