{"id":6763,"date":"2011-08-17T00:00:00","date_gmt":"2011-08-17T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/automatico\/pozolana-natural-no-oeste-paulista\/"},"modified":"2011-08-17T00:00:00","modified_gmt":"2011-08-17T03:00:00","slug":"pozolana-natural-no-oeste-paulista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/2011\/08\/pozolana-natural-no-oeste-paulista\/","title":{"rendered":"Pozolana Natural no Oeste Paulista"},"content":{"rendered":"<div id=\"gallery-1\" class=\"gallery gallery-columns-1 gallery-size-thumbnail\">\n<dl class=\"gallery-item\">\n<dt class=\"gallery-icon\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/igeo\/noticias\/igeologico\/fotos\/8_17_CYTC.jpg\" title=\"Foto: Francisco Negri\"><img decoding=\"async\" width=\"150\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/igeo\/noticias\/igeologico\/fotos\/8_17_CYTC.jpg\" class=\"attachment-thumbnail\" alt=\"Foto: Francisco Negri\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-text gallery-caption\">Foto: Francisco Negri<\/dd>\n<\/dl>\n<p><br style=\"clear: both\" \/>\n<\/div>\n<p>Materiais pozol\u00f4nicos se apresentam como substitutos do cl\u00ednquer portland na fabrica\u00e7\u00e3o de cimento e, simultaneamente, contribuem para a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de gases causadores do efeito estufa no setor industrial que, por si s\u00f3, \u00e9 o respons\u00e1vel por 5% do total das emiss\u00f5es do planeta. O cimento \u00e9 um produto social e de consumo relacionado com o desenvolvimento econ\u00f4mico do pa\u00eds, assim as adi\u00e7\u00f5es pozol\u00e2nicas comportam-se como material estrat\u00e9gico para a produ\u00e7\u00e3o de novos ligantes e para o atendimento das legisla\u00e7\u00f5es vigentes. Devido ao alto consumo e a car\u00eancia de pozolana no Estado de S\u00e3o Paulo, foram conduzidos estudos para a identifica\u00e7\u00e3o de pozolanas. Foram encontradas ocorr\u00eancias de vidro de origem vulc\u00e2nica na regi\u00e3o oeste do Estado de S\u00e3o Paulo, associados \u00e0 traquidacitos da Forma\u00e7\u00e3o Serra Geral, encobertos por sedimentos. Esse vidro vulc\u00e2nico apresentou, em condi\u00e7\u00f5es de laborat\u00f3rio, caracter\u00edsticas que possibilitaram o reconhecimento como componente ativo de pozolanas. Esta descoberta \u00e9 muito importante para a constru\u00e7\u00e3o civil e o desenvolvimento de materiais pozol\u00e2nicos a partir de rochas da Forma\u00e7\u00e3o Serra Geral, que ocorre extensamente no pa\u00eds. O projeto foi coordenado pelo pesquisador Dr. Tarc\u00edsio Jos\u00e9 Montanheiro (IG), com o apoio do IG e da FAPESP (03\/06259-4), conjuntamente com os pesquisadores Dr. Francisco de Assis Negri (IG), Prof. Dr. Valdecir de Assis Janasi e Prof. Dr. Jorge Kazuo Yamamoto (IGc-USP) e da bolsista FUNDAP Fabiana Pereira Vogado.<\/p>\n<p> <br \/>\nDetalhes: <a href=\"http:\/\/geologiausp.igc.usp.br\/\/downloads\/geoindex768.pdf\">CLIQUE AQUI<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Francisco Negri Materiais pozol\u00f4nicos se apresentam como substitutos do cl\u00ednquer portland na fabrica\u00e7\u00e3o de cimento e, simultaneamente, contribuem para a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de gases causadores do efeito estufa no setor industrial que, por si s\u00f3, \u00e9 o respons\u00e1vel por 5% do total das emiss\u00f5es do planeta. 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