{"id":6742,"date":"2011-09-14T00:00:00","date_gmt":"2011-09-14T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/automatico\/caverna-do-rio-fria-100-anos-depois-de-krone\/"},"modified":"2011-09-14T00:00:00","modified_gmt":"2011-09-14T03:00:00","slug":"caverna-do-rio-fria-100-anos-depois-de-krone","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/2011\/09\/caverna-do-rio-fria-100-anos-depois-de-krone\/","title":{"rendered":"Caverna do Rio Fria: 100 Anos depois de Krone"},"content":{"rendered":"<div id=\"gallery-1\" class=\"gallery gallery-columns-1 gallery-size-thumbnail\">\n<dl class=\"gallery-item\">\n<dt class=\"gallery-icon\"><a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/igeo\/noticias\/igeologico\/fotos\/9_14_KXXE.jpg\" title=\"Foto: Pqc. William Sallum\"><img decoding=\"async\" width=\"150\" src=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/igeo\/noticias\/igeologico\/fotos\/9_14_KXXE.jpg\" class=\"attachment-thumbnail\" alt=\"Foto: Pqc. William Sallum\" \/><\/a><\/dt>\n<dd class=\"wp-caption-text gallery-caption\">Foto: Pqc. William Sallum<\/dd>\n<\/dl>\n<p><br style=\"clear: both\" \/>\n<\/div>\n<p>A Caverna do Rio Fria (SP-40) foi descoberta em 1907 por Sigismund Ernst Richard Krone, que j\u00e1 havia catalogado 20 cavernas desde 1896, que as procurava para estudos paleontol\u00f3gicos e arqueol\u00f3gicos. Desde ent\u00e3o, a Caverna do Rio Fria ficou praticamente esquecida, com a localiza\u00e7\u00e3o incerta. Em 2009, durante estudos na regi\u00e3o a caverna foi reencontrada e constatou-se ser uma caverna at\u00edpica, desenvolvida em dep\u00f3sitos antigos de tufas na Serra de Andr\u00e9 Lopes, no munic\u00edpio de Barra do Turvo (Vale do Ribeira, SP). A caverna n\u00e3o foi originada por dissolu\u00e7\u00e3o de rochas carbon\u00e1ticas pr\u00e9-existente, como comumente observado, mas sim uma cavidade originada pelo crescimento das tufas, dep\u00f3sitos carbon\u00e1ticos que s\u00e3o depositados nos rios e cachoeiras, que acabaram por envolver o espa\u00e7o da cavidade formando, assim, a caverna. No dep\u00f3sito antigo de tufa (Quatern\u00e1rio) afloram conglomerados, com clastos de rochas n\u00e3o carbon\u00e1ticas do embasamento proteroz\u00f3ico, cimentados por tufa, sobrepostos por tufas r\u00edgidas, laminadas, com grande quantidade de clastos dispersos, em geral matriz suportados, de tamanhos variados, com n\u00edveis de conglomerados cimentados. A caverna encontra-se protegida, pois situa-se dentro do Parque Estadual Caverna do Diabo, por\u00e9m possui diversos impactos causados por antiga atividade de minera\u00e7\u00e3o e pela visita\u00e7\u00e3o atual ocasional. Os estudos foram coordenados pelo pesquisador Dr. William Sallun Filho, com a participa\u00e7\u00e3o de alunos do Instituto de Geoci\u00eancias da Universidade de S\u00e3o Paulo, financiamento da FAPESP (Proc. n\u00b0 08\/08583-7) e colabora\u00e7\u00e3o do Parque Estadual Caverna do Diabo (FF-SMA).<\/p>\n<p>SALLUN FILHO, W.; ALMEIDA, L.H.S.; TORRESI, B. F.; GOUVEIA, F. R. N.; PERSON, A. L. Caverna do Rio Fria (SP-40) revisitada 100 anos depois de Krone: hist\u00f3ria e geologia de uma caverna formada pelo crescimento de tufa. Espeleo-Tema (S\u00e3o Paulo), v. 22, p. 7-23, 2011<\/p>\n<p>Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/www.sbe.com.br\/espeleo-tema\/espeleo-tema_v22_n1_007-023.pdf\">CLIQUE AQUI<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Pqc. 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