{"id":3174,"date":"1989-01-01T00:00:00","date_gmt":"1989-01-01T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/geodados\/projetos\/avaliacao-dos-recursos-hidricos-subterraneos-ocorrencia-e-explotacao-folha-de-salto-de-pirapora-sp-150-000\/"},"modified":"2013-04-15T16:15:51","modified_gmt":"2013-04-15T19:15:51","slug":"avaliacao-dos-recursos-hidricos-subterraneos-ocorrencia-e-explotacao-folha-de-salto-de-pirapora-sp-150-000","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/1989\/01\/avaliacao-dos-recursos-hidricos-subterraneos-ocorrencia-e-explotacao-folha-de-salto-de-pirapora-sp-150-000\/","title":{"rendered":"Avalia\u00e7\u00e3o dos Recursos H\u00eddricos Subterr\u00e2neos: Ocorr\u00eancia e Explota\u00e7\u00e3o &#8211; Folha de Salto de Pirapora &#8211; SP (1:50.000)"},"content":{"rendered":"<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Avalia\u00e7\u00e3o dos Recursos H\u00eddricos Subterr\u00e2neos: Ocorr\u00eancia e Explota\u00e7\u00e3o &#8211; Folha de Salto de Pirapora &#8211; SP (1:50.000)<\/p>\n<p><strong>Coordenador:<\/strong> Geraldo Hideo Oda (Instituto Geol\u00f3gico\/SMA)<\/p>\n<p><strong>Programa:<\/strong> Recursos H\u00eddricos Subterr\u00e2neos e Meio Ambiente<\/p>\n<p><strong>Equipe:<\/strong> Geraldo Hideo Oda, Sueli Yoshinaga, Mara Akie Iritani, Ricardo C\u00e9sar Aoki Hirata, Seiju Hassuda, Silvana Aparecida Peres de Castro.<\/p>\n<p><strong>Per\u00edodo:<\/strong> 1\/1\/1987 &#8211; 1\/1\/1989 (conclu\u00eddo)<\/p>\n<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> A Folha de Salto de Pirapora (1:50.000) localiza-se a sudoeste de Sorocaba, na regi\u00e3o centro-leste do Estado de S\u00e3o Paulo. O clima \u00e9 tropical \u00famido com temperaturas m\u00e9dias m\u00e1ximas e m\u00ednimas entre 28\u00baC e 10\u00baC e o total pluviom\u00e9trico ultrapassa 1.100 mm\/ano. A geologia \u00e9 marcada por rochas do Embasamento Cristalino, compreendendo os Grupos S\u00e3o Roque e A\u00e7ungui e sedimentos do Grupo Tubar\u00e3o. As estruturas tect\u00f4nicas mais significativas na \u00e1rea s\u00e3o as falhas de Taxaquara e Pirapora, ambas de dire\u00e7\u00e3o NE. Os po\u00e7os do Sistema Aq\u00fc\u00edfero Cristalino apresentaram melhores valores de capacidade espec\u00edfica m\u00e9dia (0,60 m3\/h\/m), seguido dos po\u00e7os do Tubar\u00e3o (0,13 m3\/h\/m). Os po\u00e7os mistos apresentaram capacidade espec\u00edfica m\u00e9dia de 0,41 m3\/h\/m. Os Sistemas Aq\u00fc\u00edferos Tubar\u00e3o e Cristalino apresentaram \u00e1guas dos tipos bicarbonatada c\u00e1lcica e bicarbonatada s\u00f3dica, respectivamente. Os baixos valores de STD (s\u00f3lidos totais dissolvidos) e de condutividade el\u00e9trica, bem como os de ITB (\u00edndice de troca de base), indicam curto tempo de resid\u00eancia. As \u00e1guas subterr\u00e2neas apresentam-se, de um modo geral, com elevado potencial corrosivo. As \u00e1guas obedecem aos padr\u00f5es de potabilidade e n\u00e3o apresentam restri\u00e7\u00f5es quanto ao uso humano e agropecu\u00e1rio. Os valores positivos das an\u00e1lises bacteriol\u00f3gicas demonstram a falta de manuten\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria dos po\u00e7os tubulares, fazendo-se necess\u00e1ria a ado\u00e7\u00e3o de medidas que sanem os problemas apresentados.<\/p>\n<p><strong>Fonte de Financiamento:<\/strong> IG\/SMA<\/p>\n<p><strong>Trabalhos publicados:<\/strong> Obs: nem todas as refer\u00eancias listadas encontram-se no acervo da Biblioteca do IG, consulte os autores para localizar uma c\u00f3pia do trabalho<\/p>\n<p>ODA, G. H.; YOSHINAGA, S.; IRITANI, M. A.; HASSUDA, S.; CASTRO, S. A. P.; HIRATA, R. C. A. &#8211; 1990 &#8211; Hidrogeologia da Folha de Salto de Pirapora (SP), Escala 1:50.000. 6\u00ba Congresso Brasileiro de \u00c1guas Subterr\u00e2neas, Porto Alegre, RS, p. 164 &#8211; 173.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Folha de Salto de Pirapora (1:50.000) localiza-se a sudoeste de Sorocaba, na regi\u00e3o centro-leste do Estado de S\u00e3o Paulo. O clima \u00e9 tropical \u00famido com temperaturas m\u00e9dias m\u00e1ximas e m\u00ednimas entre 28\u00baC e 10\u00baC e o total pluviom\u00e9trico ultrapassa 1.100 mm\/ano. A geologia \u00e9 marcada por rochas do Embasamento Cristalino, compreendendo os Grupos S\u00e3o Roque e A\u00e7ungui e sedimentos do Grupo Tubar\u00e3o. As estruturas tect\u00f4nicas mais significativas na \u00e1rea s\u00e3o as falhas de Taxaquara e Pirapora, ambas de dire\u00e7\u00e3o NE. Os po\u00e7os do Sistema Aq\u00fc\u00edfero Cristalino apresentaram melhores valores de capacidade espec\u00edfica m\u00e9dia (0,60 m3\/h\/m), seguido dos po\u00e7os do Tubar\u00e3o (0,13 m3\/h\/m). Os po\u00e7os mistos apresentaram capacidade espec\u00edfica m\u00e9dia de 0,41 m3\/h\/m. Os Sistemas Aq\u00fc\u00edferos Tubar\u00e3o e Cristalino apresentaram \u00e1guas dos tipos bicarbonatada c\u00e1lcica e bicarbonatada s\u00f3dica, respectivamente. Os baixos valores de STD (s\u00f3lidos totais dissolvidos) e de condutividade el\u00e9trica, bem como os de ITB (\u00edndice de troca de base), indicam curto tempo de resid\u00eancia. As \u00e1guas subterr\u00e2neas apresentam-se, de um modo geral, com elevado potencial corrosivo. As \u00e1guas obedecem aos padr\u00f5es de potabilidade e n\u00e3o apresentam restri\u00e7\u00f5es quanto ao uso humano e agropecu\u00e1rio. 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