{"id":3128,"date":"1997-12-01T00:00:00","date_gmt":"1997-12-01T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/geodados\/projetos\/zoneamento-das-areas-de-recarga-dos-aquiferos-do-balneario-do-municipio-de-aguas-de-lindoia\/"},"modified":"2013-04-15T15:02:27","modified_gmt":"2013-04-15T18:02:27","slug":"zoneamento-das-areas-de-recarga-dos-aquiferos-do-balneario-do-municipio-de-aguas-de-lindoia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/1997\/12\/zoneamento-das-areas-de-recarga-dos-aquiferos-do-balneario-do-municipio-de-aguas-de-lindoia\/","title":{"rendered":"Zoneamento das \u00c1reas de Recarga dos Aq\u00fc\u00edferos do Balne\u00e1rio do Munic\u00edpio de \u00c1guas de Lind\u00f3ia"},"content":{"rendered":"<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Zoneamento das \u00c1reas de Recarga dos Aq\u00fc\u00edferos do Balne\u00e1rio do Munic\u00edpio de \u00c1guas de Lind\u00f3ia<\/p>\n<p><strong>Coordenador:<\/strong> Seiju Hassuda (Instituto Geol\u00f3gico\/SMA)<\/p>\n<p><strong>Programa:<\/strong> Recursos H\u00eddricos Subterr\u00e2neos e Meio Ambiente<\/p>\n<p><strong>Equipe:<\/strong> Seiju Hassuda, Geraldo Hideo Oda, Mara Akie Iritani, Luciana Martin Rodrigues Ferreira, Antonio Luiz Teixeira, Francisco de Assis Negri, Jos\u00e9 Maria Azevedo Sobrinho, Gianna Maria Garda.<\/p>\n<p><strong>Per\u00edodo:<\/strong> 1\/1\/1996 &#8211; 12\/1\/1997 (conclu\u00eddo)<\/p>\n<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> O Munic\u00edpio de \u00c1guas de Lind\u00f3ia localiza-se na por\u00e7\u00e3o nordeste do Estado de S\u00e3o Paulo, a aproximadamente 200 km da capital. Preocupada com a manuten\u00e7\u00e3o das \u00e1guas de suas fontes, a Prefeitura Municipal viabilizou estudos objetivando a prote\u00e7\u00e3o de suas fontes, isto \u00e9, para controlar ou impedir as atividades potencialmente poluidoras na \u00e1rea de recarga destas capta\u00e7\u00f5es. A delimita\u00e7\u00e3o desta \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamentada em crit\u00e9rios geol\u00f3gicos e hidrogeol\u00f3gicos considerando-se tamb\u00e9m o sistema de fluxo da \u00e1gua subterr\u00e2nea na regi\u00e3o de interesse. Sentindo a defici\u00eancia destes conhecimentos nesta \u00e1rea espec\u00edfica, a Prefeitura Municipal procurou o Instituto Geol\u00f3gico para o fornecimento de subs\u00eddios t\u00e9cnicos para a delimita\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o das fontes.<br \/>\nPara o desenvolvimento desta pesquisa foi firmado um termo de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica entre as duas institui\u00e7\u00f5es, sendo que os resultados dos trabalhos foram desenvolvidos pelas equipes de mapeamento geol\u00f3gico e hidrogeol\u00f3gico do Instituto Geol\u00f3gico para subsidiar a implanta\u00e7\u00e3o dos per\u00edmetros de prote\u00e7\u00e3o das fontes. Neste estudo foi utilizada a associa\u00e7\u00e3o das t\u00e9cnicas de mapeamento da vulnerabilidade e hidrogeol\u00f3gico em fun\u00e7\u00e3o da circula\u00e7\u00e3o predominante da \u00e1gua subterr\u00e2nea ocorrer predominantemente atrav\u00e9s da porosidade secund\u00e1ria (fraturas e fissuras). Vale ressaltar que nesta t\u00e9cnica um dos componentes principais \u00e9 o mapeamento geol\u00f3gico de detalhe, onde as unidades litoestratigr\u00e1ficas e a an\u00e1lise estrutural devem ser claramente definidas.<\/p>\n<p><strong>Fonte de Financiamento:<\/strong> IG\/SMA<\/p>\n<p><strong>Trabalhos publicados:<\/strong> Obs: nem todas as refer\u00eancias listadas encontram-se no acervo da Biblioteca do IG, consulte os autores para localizar uma c\u00f3pia do trabalho<\/p>\n<p>YOSHINAGA, S.; HASSUDA, S.; IRITANI, M. A.; ODA, G. H.; FERREIRA, L. M. R.; MAXIMIANO, A. M. S.; GARDA, G. M. &#8211; 1996 &#8211; Defini\u00e7\u00e3o e An\u00e1lise de Crit\u00e9rios Seletivos para a Viabiliza\u00e7\u00e3o de \u00c1reas Potenciais \u00e0 Implanta\u00e7\u00e3o de Cemit\u00e9rios no Munic\u00edpio de \u00c1guas de Lind\u00f3ia. IX Congresso Brasileiro de \u00c1guas Subterr\u00e2neas, Salvador BA. Anais do Congresso Brasileiro de \u00c1guas Subterr\u00e2neas, p130-134. (Internet: http:\/\/www.abas.org).<\/p>\n<p>TEIXEIRA, A. L.; NEGRI, F. de A.; AZEVEDO SOBRINHO, J. M. de; HASSUDA, S.; IRITANI, M. A.; FERREIRA, L. M. R.; ODA, G. H. 1998. An\u00e1lise do cisalhamento r\u00faptil na regi\u00e3o de \u00c1guas de Lind\u00f3ia (SP) aplicada ao zoneamento de \u00e1reas de recarga dos aq\u00fc\u00edferos subterr\u00e2neos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE GEOLOGIA, 40, Belo Horizonte, 1998. Anais &#8230; Belo Horizonte, SBG. V. 1., p. 340.<\/p>\n<p>IRITANI, M. A.; HASSUDA, S.; ODA, G. H.; FERREIRA, L. M. R.; TEIXEIRA, A. L.; NEGRI, F. A.; AZEVEDO SOB\u00ba, J. M.; GARDA, G. M. 1998. Delimita\u00e7\u00e3o de \u00e1rea de recarga de fontes em aq\u00fc\u00edfero fraturado. 10\u00ba Congresso Brasileiro de \u00c1guas Subterr\u00e2neas, S\u00e3o Paulo, SP, 9p. (CD-ROM).<\/p>\n<p>IRITANI, M. A.; HASSUDA, S.; ODA, G. H.; FERREIRA, L. M. R.; TEIXEIRA, A. L.; NEGRI, F. A.; AZEVEDO SOB\u00ba, J. M.; GARDA, G. M. 1998. Delimita\u00e7\u00e3o de \u00c1rea de Recarga de Fontes em Aq\u00fc\u00edfero Fraturado. X Congr. Bras. de \u00c1guas Subterr\u00e2neas. S\u00e3o Paulo SP. Boletim de Resumos, p36.<\/p>\n<p>INSTITUTO GEOL\u00d3GICO\/SMA 1998. &#8220;Zoneamento das \u00c1reas de Recarga dos Aq\u00fc\u00edferos do Balne\u00e1rio do Munic\u00edpio de \u00c1guas de Lind\u00f3ia&#8221;. 1a Reuni\u00e3o sobre Pesquisa Ambiental na SMA. Painel e Resumo. Bol. De Res., p115.<\/p>\n<p>ODA, G.H.; HASSUDA, S.; IRITANI, M.A.; FERREIRA, L.M.R.; TEIXEIRA, A.L.; NEGRI, F.A.; AZEVEDO S\u00ba, J.M. 1999. Import\u00e2ncia da prote\u00e7\u00e3o das fontes de \u00e1gua subterr\u00e2nea. SIMP\u00d3SIO DE TOXICOLOGIA. Sociedade Brasileira de Toxicologia. Revista Brasileira de Toxicologia. Ribeir\u00e3o Preto, S\u00e3o Paulo. 12(1): p. 20.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Munic\u00edpio de \u00c1guas de Lind\u00f3ia localiza-se na por\u00e7\u00e3o nordeste do Estado de S\u00e3o Paulo, a aproximadamente 200 km da capital. Preocupada com a manuten\u00e7\u00e3o das \u00e1guas de suas fontes, a Prefeitura Municipal viabilizou estudos objetivando a prote\u00e7\u00e3o de suas fontes, isto \u00e9, para controlar ou impedir as atividades potencialmente poluidoras na \u00e1rea de recarga destas capta\u00e7\u00f5es. A delimita\u00e7\u00e3o desta \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamentada em crit\u00e9rios geol\u00f3gicos e hidrogeol\u00f3gicos considerando-se tamb\u00e9m o sistema de fluxo da \u00e1gua subterr\u00e2nea na regi\u00e3o de interesse. Sentindo a defici\u00eancia destes conhecimentos nesta \u00e1rea espec\u00edfica, a Prefeitura Municipal procurou o Instituto Geol\u00f3gico para o fornecimento de subs\u00eddios t\u00e9cnicos para a delimita\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de prote\u00e7\u00e3o das fontes. Para o desenvolvimento desta pesquisa foi firmado um termo de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica entre as duas institui\u00e7\u00f5es, sendo que os resultados dos trabalhos foram desenvolvidos pelas equipes de mapeamento geol\u00f3gico e hidrogeol\u00f3gico do Instituto Geol\u00f3gico para subsidiar a implanta\u00e7\u00e3o dos per\u00edmetros de prote\u00e7\u00e3o das fontes. Neste estudo foi utilizada a associa\u00e7\u00e3o das t\u00e9cnicas de mapeamento da vulnerabilidade e hidrogeol\u00f3gico em fun\u00e7\u00e3o da circula\u00e7\u00e3o predominante da \u00e1gua subterr\u00e2nea ocorrer predominantemente atrav\u00e9s da porosidade secund\u00e1ria (fraturas e fissuras). 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