{"id":3110,"date":"1999-12-01T00:00:00","date_gmt":"1999-12-01T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/geodados\/projetos\/prospeccao-e-caracterizacao-de-pozolanas-na-bacia-do-parana-estado-de-sao-paulo\/"},"modified":"2013-04-15T10:48:33","modified_gmt":"2013-04-15T13:48:33","slug":"prospeccao-e-caracterizacao-de-pozolanas-na-bacia-do-parana-estado-de-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/1999\/12\/prospeccao-e-caracterizacao-de-pozolanas-na-bacia-do-parana-estado-de-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Prospec\u00e7\u00e3o e caracteriza\u00e7\u00e3o de pozolanas na Bacia do Paran\u00e1, Estado de S\u00e3o Paulo."},"content":{"rendered":"<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Prospec\u00e7\u00e3o e caracteriza\u00e7\u00e3o de pozolanas na Bacia do Paran\u00e1, Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><strong>Coordenador:<\/strong> Tarcisio Jos\u00e9 Montanheiro (Instituto Geol\u00f3gico\/SMA)<\/p>\n<p><strong>Programa:<\/strong> Recursos Minerais e Meio Ambiente<\/p>\n<p><strong>Equipe:<\/strong> Tarc\u00edsio Jos\u00e9 Montanheiro<\/p>\n<p><strong>Per\u00edodo:<\/strong> 1\/1\/1994 &#8211; 12\/1\/1999 (conclu\u00eddo)<\/p>\n<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> Projeto de capacita\u00e7\u00e3o &#8211; Tese de Doutoramento desenvolvida na \u00e1rea de Recursos Minerais pelo Instituto de Geoci\u00eancias\/USP. Esta tese apresenta os resultados de uma investiga\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica direcionada para materiais pozol\u00e2nicos na Bacia do Paran\u00e1, no Estado de S\u00e3o Paulo. Todas as poss\u00edveis fontes geol\u00f3gicas com caracter\u00edsticas pozol\u00e2nicas como terras diatom\u00e1ceas, arenitos opalinos, argilas caulin\u00edticas e basaltos, foram consideradas neste estudo.<br \/>\nOs trabalhos de laborat\u00f3rio, seguindo os trabalhos sistem\u00e1ticos de campo, foram executados em duas etapas: na primeira, an\u00e1lises qu\u00edmicas e petrogr\u00e1ficas, difra\u00e7\u00e3o de raios X e microscopia eletr\u00f4nica de varredura foram direcionadas para uma caracteriza\u00e7\u00e3o geral das amostras e, em seguida, somente as amostras com caracter\u00edsticas mais interessantes para atividade pozol\u00e2nica foram escolhidas para an\u00e1lises posteriores de confirma\u00e7\u00e3o das suas propriedades espec\u00edficas (\u00edndice de resist\u00eancia \u00e0 compress\u00e3o em corpos de prova com cal, ap\u00f3s 7 dias, e cimento, ap\u00f3s 28). Como resultado, as terras diatom\u00e1ceas e os arenitos opalinos confirmaram suas propriedades pozol\u00e2nicas mas n\u00e3o devem ser considerados para futura explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica devido \u00e0 sua escassez. Por outro lado, as argilas sedimentares das forma\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas da Bacia do Paran\u00e1, bem como as rochas bas\u00e1lticas da Forma\u00e7\u00e3o Serra Geral apresentam um grande potencial como material pozol\u00e2nico, devido \u00e0 sua abund\u00e2ncia.<br \/>\nAs argilas das forma\u00e7\u00f5es sedimentares, especialmente nas de Franca, Itaqueri e Corumbata\u00ed, mostraram alta reatividade, ap\u00f3s ativa\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica a 800\u00aa C durante 1 hora.. Regi\u00f5es bas\u00e1lticas nos arredores de Piraju-Timburi-Ipau\u00e7u e Paragua\u00e7u Paulista foram delimitadas como potenciais para uso como pozolanas. Novos estudos devem ser direcionados para esses alvos promissores uma vez que o Estado de S\u00e3o Paulo \u00e9 carente desses materiais que, adicionados ao cimento Portland, trazem vantagens t\u00e9cnicas, econ\u00f4micas e principalmente ambientais (redu\u00e7\u00e3o de CO2 na atmosfera).<br \/>\nTese de Doutorado orientada pelo Prof.Dr.Jorge Kazuo Yamamoto IG\/USP.<\/p>\n<p><strong>Fonte de Financiamento:<\/strong> FAPESP<\/p>\n<p><strong>Trabalhos publicados:<\/strong> Obs: nem todas as refer\u00eancias listadas encontram-se no acervo da Biblioteca do IG, consulte os autores para localizar uma c\u00f3pia do trabalho<\/p>\n<p>MONTANHEIRO, T.J. 1995. Um enfoque econ\u00f4mico dos materiais pozol\u00e2nicos no Estado de S\u00e3o Paulo. In: SEMIN\u00c1RIO ANUAL DO INSTITUTO GEOL\u00d3GICO, II. Instituto Geol\u00f3gico-SMA, S\u00e3o Paulo, 1995. Resumos&#8230;, S\u00e3o Paulo, p.123-124.<\/p>\n<p>MONTANHEIRO, T.J. 1996. Avalia\u00e7\u00e3o do potencial geol\u00f3gico de materiais pozol\u00e2nicos no Estado de S\u00e3o Paulo. In: WORKSHOP CIENT\u00cdFICO DE P\u00d3S-GRADUA\u00c7\u00c3O, 2, Instituto Geoci\u00eancias, Universidade de S\u00e3o Paulo. Boletim de Resumos &#8230; , S\u00e3o Paulo, USP, p.9.<\/p>\n<p>GOBBO, L.A.; MONTANHEIRO, T.J. &amp; YAMAMOTO, J.K. 1997. &#8220;Determina\u00e7\u00e3o de atividade pozol\u00e2nica em materiais geol\u00f3gicos&#8221;. In.: SIMP\u00d3SIO DE INICIA\u00c7\u00c3O CIENT\u00cdFICA, V, Universidade de S\u00e3o Paulo, SP. S\u00e3o Paulo, SP. Atas&#8230;, 1997, 2:416.<\/p>\n<p>MONTANHEIRO, T.J. 1998. &#8220;Avalia\u00e7\u00e3o do potencial geol\u00f3gico de materiais pozol\u00e2nicos no Estado de S\u00e3o Paulo&#8221;. In: Reuni\u00e3o sobre Pesquisa Ambiental na SMA, 1, SMA\/SP, S\u00e3o Paulo, SP. Boletim de Resumos&#8230;, S\u00e3o Paulo, p.146.<\/p>\n<p>MONTANHEIRO, T.J. &amp; YAMAMOTO, J.K. 1999. Prospec\u00e7\u00e3o e caracteriza\u00e7\u00e3o de pozolanas na Bacia do Paran\u00e1, Estado de S\u00e3o Paulo&#8221;. In: Reuni\u00e3o sobre Pesquisa Ambiental na SMA, 2, SMA\/SP, S\u00e3o Paulo, SP. Boletim de Resumos&#8230;, S\u00e3o Paulo, p. 80.<\/p>\n<p>MONTANHEIRO, T.J. 1999. Prospec\u00e7\u00e3o e caracteriza\u00e7\u00e3o de pozolanas na Bacia do Paran\u00e1, Estado de S\u00e3o Paulo. Instituto de Geoci\u00eancias da Universidade de S\u00e3o Paulo. (Tese de Doutoramento, 226p.).<\/p>\n<p>MONTANHEIRO, T.J. et al. 1999. Opal-bearing sandstones as pozzolan material. In: CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE MICROSCOPIA E MICROAN\u00c1LISE, XVII, SBMM. Santos, SP. Acta-Microscopica, 8(A):133-134.<\/p>\n<p>MONTANHEIRO, T.J. YAMAMOTO, J.K. &amp; GOBBO, L.A. 1999. Ocorr\u00eancias de tr\u00edpoli no Subgrupo Irati, Estado de S\u00e3o Paulo. In: SIMP\u00d3SIO DE GEOLOGIA DO SUDESTE, 6, S\u00e3o Pedro, SBG\/NSP, Boletim de Resumos&#8230;, Rio Claro, 1999, p. 156.<\/p>\n<p>Montanheiro, T.J.; Yamamoto, J.K.; Kihara, Y. 2.000. Pozolanas: o mapa da mina. Revista Pesquisa Fapesp. S\u00e3o Paulo, dezembro, p.65-67.<\/p>\n<p>Montanheiro, T.J.; Yamamoto, J.K.; Garda, G.M.; Kihara, Y. 2.001 Serra Geral Formation &#8211; S\u00e3o Paulo State, Brazil: a source for natural pozzolanic materials. Actas do XI Congreso Lationoamericano de Geologia, Montevid\u00e9u, Uruguay. Edici\u00f3n Electr\u00f3nica.<\/p>\n<p>MONTANHEIRO, T.J.; YAMAMOTO, J.K. &amp; KIHARA, Y. 2002. Caracter\u00edsticas e propriedades pozol\u00e2nicas de arenitos opalinos da Serra de Itaqueri, SP. Revista do Instituto Geol\u00f3gico, S\u00e3o Paulo, 23(1): 13-24.<\/p>\n<p>MONTANHEIRO, T.J.; YAMAMOTO, J.K.; KIHARA, Y.; FRAN\u00c7A LOPES, M. 2002. P\u00f3-de-mico: uma pozolana natural na Bacia do Paran\u00e1, Estado de S\u00e3o Paulo. In: Simp\u00f3sio Brasileiro de Geologia, XLI, Jo\u00e3o Pessoa, PB. Anais do Congresso&#8230;2002. p.196.<\/p>\n<p>YAMAMOTO, J.K.; MONTANHEIRO, T.J.; HACHIRO, J. 2002. Ocorr\u00eancia de tr\u00edpoli no Membro Ipe\u00fana, Subgrupo Irati, Estado de S\u00e3o Paulo. In: Simp\u00f3sio Brasileiro de Geologia, XLI, Jo\u00e3o Pessoa, PB. Anais do Congresso&#8230;2002. p.204.<\/p>\n<p>MONTANHEIRO, T.J.; YAMAMOTO, J.K.; KIHARA, Y.; SANTAGOSTINHO, L.M.; SAITO, M.M. 2.002. Terras diatom\u00e1ceas: uma pozolana natural na Bacia do Paran\u00e1, Estado de S\u00e3o Paulo. Revista do Instituto Geol\u00f3gico. S\u00e3o Paulo, v.23, n.2, p.01-07.<\/p>\n<p>MONTANHEIRO, T.J.; YAMAMOTO, J.K.; KIHARA, Y. 2.003. Proposta de pr\u00e9-qualifica\u00e7\u00e3o pozol\u00e2nica de materiais geol\u00f3gicos: difratometria de raios X como m\u00e9todo alternativo. Revista do Instituto Geol\u00f3gico. S\u00e3o Paulo, v.24 (1\/2), p.02-09.<\/p>\n<p>YAMAMOTO, J.K.; MONTANHEIRO, T.J.; HACHIRO, J. 2.004. Tr\u00edpoli no Subgrupo Irati: a ocorr\u00eancia de Ipe\u00fana, Estado de S\u00e3o Paulo. Revista Brasileira de Geoci\u00eancias, v. 34(1):35-40.<\/p>\n<p>MONTANHEIRO, T.J.; YAMAMOTO, J.K.; KIHARA, Y. 2004. Serra Geral Formation &#8211; S\u00e3o Paulo State, Brazil: a potential source for natural pozzolans. Materials Letters 58(2004): 876-881.<\/p>\n<p>JANASI, V.A.; MONTANHEIRO, T.J.; DANTAS, F.A.; REIS, P.M.; FREITAS, V.A.; YAMAMOTO, J.K. 2005. Aspectos geol\u00f3gicos, petrogr\u00e1ficos e qu\u00edmicos do vulcanismo \u00e1cido da Bacia do Paran\u00e1 na regi\u00e3o de Piraju-Ourinhos (SP). In: Simp\u00f3sio de Vulcanismo e Ambientes Associados, 3, Cabo Frio, RJ &#8211; artigo expandido em CD<\/p>\n<p>YAMAMOTO, J.K.; FAIRCHILD, T.R.; BOGGIANI, P.C.; MONTANHEIRO, T.J.; ARA\u00daJO, C.C.; KIYOHARA, P.K.; MATOS, S.L.F.; SOARES, P.C. 2005. A record of Permian subaqueous vent activity in southeastern Brazil. Nature, november, vol 438\/10, 205-207p.<\/p>\n<p>MONTANHEIRO, T.J.; YAMAMOTO, J.K.; JANASI, V.A.; DANTAS, F.A.; REIS, P.M.; FREITAS, V.A. 2005. As rochas vulc\u00e2nicas \u00e1cidas da regi\u00e3o m\u00e9dio Paranapanema (SP\/PR) como material pozol\u00e2nico. In: Simp\u00f3sio de Vulcanismo e Ambientes Associados, 3, Cabo Frio, RJ &#8211; artigo expandido em CD.<\/p>\n<p>FERRARI, V.C.; MONTANHEIRO, T.J.; CARVALHO, F.M.; ANDRADE, F.R.D. &amp; YAMAMOTO, J.K. 2006. Estimativa do conte\u00fado de amorfo em basaltos pelo m\u00e9todo de Rietveld. 2o Workshop: M\u00e9todos Experimentais. Instituto de Pesquisas Energ\u00e9ticas e Nucleares &#8211; IPEN . Resumos&#8230;.<\/p>\n<p>SHINZATO, M.C.; MONTANHEIRO, T.J.; JANASI, V.A.; ANDRADE, S.; YAMAMOTO, J.K. 2009. Remo\u00e7\u00e3o de Pb2+ e Cr3+ em solu\u00e7\u00e3o por ze\u00f3litas naturais associadas a rochas eruptivas da Forma\u00e7\u00e3o Serra Geral, Bacia Sedimentar do Paran\u00e1. Revista Qu\u00edmica Nova, vol.32, no 8, 1989-1994, 2009.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto de capacita\u00e7\u00e3o &#8211; Tese de Doutoramento desenvolvida na \u00e1rea de Recursos Minerais pelo Instituto de Geoci\u00eancias\/USP. Esta tese apresenta os resultados de uma investiga\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica direcionada para materiais pozol\u00e2nicos na Bacia do Paran\u00e1, no Estado de S\u00e3o Paulo. Todas as poss\u00edveis fontes geol\u00f3gicas com caracter\u00edsticas pozol\u00e2nicas como terras diatom\u00e1ceas, arenitos opalinos, argilas caulin\u00edticas e basaltos, foram consideradas neste estudo. Os trabalhos de laborat\u00f3rio, seguindo os trabalhos sistem\u00e1ticos de campo, foram executados em duas etapas: na primeira, an\u00e1lises qu\u00edmicas e petrogr\u00e1ficas, difra\u00e7\u00e3o de raios X e microscopia eletr\u00f4nica de varredura foram direcionadas para uma caracteriza\u00e7\u00e3o geral das amostras e, em seguida, somente as amostras com caracter\u00edsticas mais interessantes para atividade pozol\u00e2nica foram escolhidas para an\u00e1lises posteriores de confirma\u00e7\u00e3o das suas propriedades espec\u00edficas (\u00edndice de resist\u00eancia \u00e0 compress\u00e3o em corpos de prova com cal, ap\u00f3s 7 dias, e cimento, ap\u00f3s 28). Como resultado, as terras diatom\u00e1ceas e os arenitos opalinos confirmaram suas propriedades pozol\u00e2nicas mas n\u00e3o devem ser considerados para futura explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica devido \u00e0 sua escassez. Por outro lado, as argilas sedimentares das forma\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas da Bacia do Paran\u00e1, bem como as rochas bas\u00e1lticas da Forma\u00e7\u00e3o Serra Geral apresentam um grande potencial como material pozol\u00e2nico, devido \u00e0 sua abund\u00e2ncia. As argilas das forma\u00e7\u00f5es sedimentares, especialmente nas de Franca, Itaqueri e Corumbata\u00ed, mostraram alta reatividade, ap\u00f3s ativa\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica a 800\u00aa C durante 1 hora.. Regi\u00f5es bas\u00e1lticas nos arredores de Piraju-Timburi-Ipau\u00e7u e Paragua\u00e7u Paulista foram delimitadas como potenciais para uso como pozolanas. Novos estudos devem ser direcionados para esses alvos promissores uma vez que o Estado de S\u00e3o Paulo \u00e9 carente desses materiais que, adicionados ao cimento Portland, trazem vantagens t\u00e9cnicas, econ\u00f4micas e principalmente ambientais (redu\u00e7\u00e3o de CO2 na atmosfera).  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