{"id":3088,"date":"2009-04-30T00:00:00","date_gmt":"2009-04-30T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/geodados\/projetos\/influencia-da-abertura-de-cavas-de-extracao-de-areia-e-inundacoes-para-cultivo-de-arroz-no-aquifero-freatico-da-varzea-do-rio-paraiba-do-sul-municipio-de-tremembe-sp\/"},"modified":"2013-03-15T16:30:53","modified_gmt":"2013-03-15T19:30:53","slug":"influencia-da-abertura-de-cavas-de-extracao-de-areia-e-inundacoes-para-cultivo-de-arroz-no-aquifero-freatico-da-varzea-do-rio-paraiba-do-sul-municipio-de-tremembe-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/2009\/04\/influencia-da-abertura-de-cavas-de-extracao-de-areia-e-inundacoes-para-cultivo-de-arroz-no-aquifero-freatico-da-varzea-do-rio-paraiba-do-sul-municipio-de-tremembe-sp\/","title":{"rendered":"Influ\u00eancia da abertura de cavas de extra\u00e7\u00e3o de areia e inunda\u00e7\u00f5es para cultivo de arroz no aqu\u00edfero fre\u00e1tico da v\u00e1rzea do Rio Para\u00edba do Sul, Munic\u00edpio de Trememb\u00e9, SP"},"content":{"rendered":"<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Influ\u00eancia da abertura de cavas de extra\u00e7\u00e3o de areia e inunda\u00e7\u00f5es para cultivo de arroz no aqu\u00edfero fre\u00e1tico da v\u00e1rzea do Rio Para\u00edba do Sul, Munic\u00edpio de Trememb\u00e9, SP<\/p>\n<p><strong>Coordenador:<\/strong> H\u00e9lio Nobile Diniz (Instituto Geol\u00f3gico)<\/p>\n<p><strong>Programa:<\/strong> Recursos H\u00eddricos Subterr\u00e2neos e Meio Ambiente<\/p>\n<p><strong>Equipe:<\/strong> H\u00e9lio Nobile Diniz, Prof.Dr.Getulio Teixeira Batista, Prof.Dr.Marcelo dos Santos Targa, Dra.M\u00e1rcia Helena Galina<\/p>\n<p><strong>Per\u00edodo:<\/strong> 4\/30\/2009 &#8211; (em andamento)<\/p>\n<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> Na regi\u00e3o leste do estado de S\u00e3o Paulo, o Vale do Rio Para\u00edba do Sul \u00e9 constitu\u00eddo pela Bacia Sedimentar de Taubat\u00e9, de idade terce\u00e1ria e quarten\u00e1ria. Durante o per\u00edodo recente (quarten\u00e1rio), a geomorfologia do Vale \u00e9 constitu\u00edda pelos meandros abandonados do Rio Para\u00edba do Sul, periodicamente sujeitos ao entulho de sedimentos (areias e argilas org\u00e2nicas) provenientes das cheias sazonais. No munic\u00edpio de Trememb\u00e9 a espessura desses sedimentos atinge at\u00e9 16 metros. Atualmente, as plan\u00edcies do Rio Para\u00edba do Sul n\u00e3o sofrem inunda\u00e7\u00f5es provenientes das cheais, pois as vaz\u00f5es do rio s\u00e3o controladas por diversas barragens situadas a montante. As inunda\u00e7\u00f5es atuais (artificiais) s\u00e3o provocadas pelo cultivo de arroz nas v\u00e1rzeas. Como consequ\u00eancia, o n\u00edvel d&#8217;\u00e1gua do aqu\u00edfero fre\u00e1tico sobe e, na superf\u00edcie a \u00e1gua sofre grande evapora\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m deste fator de oscila\u00e7\u00e3o do n\u00edvel d&#8217;\u00e1gua, outra atividade econ\u00f4mica influ\u00eancia o n\u00edvel dos len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos da regi\u00e3o, a extra\u00e7\u00e3o de areia, cujas cavas abandonadas formam lagos artificial com grande \u00e1rea de evapora\u00e7\u00e3o. O munic\u00edpio de Trememb\u00e9 \u00e9 o que possui a maior \u00e1rea de lagos artificial na regi\u00e3o do Vale do Para\u00edba, tendo 29 portos de areia desativados e 16 ativos. Esse estudo tem por objetivo, estabelecer medidas hidroclimatol\u00f3gicas de uma \u00e1rea da v\u00e1rzea do Rio Para\u00edba do Sul no munic\u00edpio de Trememb\u00e9 a fim de realizar um balan\u00e7o h\u00eddrico e comparar o excedente h\u00eddrico com medidas do n\u00edvel d&#8217;\u00e1gua do aqu\u00edfero fre\u00e1tico em um local onde ocorrem as atividades econ\u00f4micas mencionadas, a fim de estabelecer a rela\u00e7\u00e3o destes fatores na din\u00e2mica do aqu\u00edfero fre\u00e1tico.<\/p>\n<p><strong>Fonte de Financiamento:<\/strong> FAPESP<\/p>\n<p><strong>Trabalhos publicados:<\/strong> Obs: nem todas as refer\u00eancias listadas encontram-se no acervo da Biblioteca do IG, consulte os autores para localizar uma c\u00f3pia do trabalho<\/p>\n<p>DINIZ, H. 2008. Hidrogeology and hydrodynamics of Trememb\u00e9 aquifer, S\u00e3o Paulo, Brazil In Revista Ambiente e \u00c1gua. 108-137<\/p>\n<p>DINIZ, H.N.,GALINA,M.H.,BIANCHI NETO,C.,FRANCO FILHO, F.W.B.,TARGA,M.S..2010. Hidrogeologia de aqu\u00edferos rasos: estudo de caso na v\u00e1rzea do rio Para\u00edba do Sul, SP. In: Boletim de resumos XVI Congresso Brasileiro de \u00c1guas Subterr\u00e2neas S\u00e3o Luiz 2010, S\u00e3o Paulo: ABAS, v.1, p. 20-20.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na regi\u00e3o leste do estado de S\u00e3o Paulo, o Vale do Rio Para\u00edba do Sul \u00e9 constitu\u00eddo pela Bacia Sedimentar de Taubat\u00e9, de idade terce\u00e1ria e quarten\u00e1ria. Durante o per\u00edodo recente (quarten\u00e1rio), a geomorfologia do Vale \u00e9 constitu\u00edda pelos meandros abandonados do Rio Para\u00edba do Sul, periodicamente sujeitos ao entulho de sedimentos (areias e argilas org\u00e2nicas) provenientes das cheias sazonais. No munic\u00edpio de Trememb\u00e9 a espessura desses sedimentos atinge at\u00e9 16 metros. Atualmente, as plan\u00edcies do Rio Para\u00edba do Sul n\u00e3o sofrem inunda\u00e7\u00f5es provenientes das cheais, pois as vaz\u00f5es do rio s\u00e3o controladas por diversas barragens situadas a montante. As inunda\u00e7\u00f5es atuais (artificiais) s\u00e3o provocadas pelo cultivo de arroz nas v\u00e1rzeas. Como consequ\u00eancia, o n\u00edvel d&#8217;\u00e1gua do aqu\u00edfero fre\u00e1tico sobe e, na superf\u00edcie a \u00e1gua sofre grande evapora\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m deste fator de oscila\u00e7\u00e3o do n\u00edvel d&#8217;\u00e1gua, outra atividade econ\u00f4mica influ\u00eancia o n\u00edvel dos len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos da regi\u00e3o, a extra\u00e7\u00e3o de areia, cujas cavas abandonadas formam lagos artificial com grande \u00e1rea de evapora\u00e7\u00e3o. O munic\u00edpio de Trememb\u00e9 \u00e9 o que possui a maior \u00e1rea de lagos artificial na regi\u00e3o do Vale do Para\u00edba, tendo 29 portos de areia desativados e 16 ativos. 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