{"id":3087,"date":"2002-12-01T00:00:00","date_gmt":"2002-12-01T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/geodados\/projetos\/mapeamento-da-vulnerabilidade-e-risco-de-poluicao-das-aguas-subterraneas-do-estado-de-sao-paulo-detalhamento-da-regiao-metropolitana-de-campinas\/"},"modified":"2013-04-11T15:41:17","modified_gmt":"2013-04-11T18:41:17","slug":"mapeamento-da-vulnerabilidade-e-risco-de-poluicao-das-aguas-subterraneas-do-estado-de-sao-paulo-detalhamento-da-regiao-metropolitana-de-campinas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/2002\/12\/mapeamento-da-vulnerabilidade-e-risco-de-poluicao-das-aguas-subterraneas-do-estado-de-sao-paulo-detalhamento-da-regiao-metropolitana-de-campinas\/","title":{"rendered":"Mapeamento da vulnerabilidade e risco de polui\u00e7\u00e3o das \u00e1guas subterr\u00e2neas do Estado de S\u00e3o Paulo -detalhamento da Regi\u00e3o Metropolitana de Campinas"},"content":{"rendered":"<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Mapeamento da vulnerabilidade e risco de polui\u00e7\u00e3o das \u00e1guas subterr\u00e2neas do Estado de S\u00e3o Paulo -detalhamento da Regi\u00e3o Metropolitana de Campinas<\/p>\n<p><strong>Coordenador:<\/strong> Geraldo Hideo Oda (Instituto Geol\u00f3gico\/SMA)<\/p>\n<p><strong>Programa:<\/strong> Recursos H\u00eddricos Subterr\u00e2neos e Meio Ambiente<\/p>\n<p><strong>Equipe:<\/strong> Mara Akie Iritani, Geraldo Hideo Oda, Luciana Martin R. Ferreira, e pesquisadores da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB\/SMA), Centro Nacional de Pesquisa de Monitoramento e Avalia\u00e7\u00e3o de Impacto Ambiental (CNPMA\/EMBRAPA), USP, Departamento de \u00c1guas e Energia El\u00e9trica (DAEE\/SRHO), Waterloo Hydrogeologic Inc. (WHI).<\/p>\n<p><strong>Per\u00edodo:<\/strong> 1\/1\/1997 &#8211; 12\/1\/2002 (conclu\u00eddo)<\/p>\n<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> Um estudo, publicado em 1997, denominado &#8220;Mapeamento da vulnerabilidade e risco de polui\u00e7\u00e3o das \u00e1guas subterr\u00e2neas do Estado de S\u00e3o Paulo&#8221;, identificou diversas \u00e1reas consideradas cr\u00edticas, onde deveriam ser conduzidos estudos de maior detalhe. Dentre estas \u00e1reas cr\u00edticas, destaca-se a Regi\u00e3o Metropolitana de Campinas (RMC), cujo crescimento econ\u00f4mico \u00e9 acompanhado de riscos de contamina\u00e7\u00e3o ao meio ambiente. Dando continuidade ao estudo anterior, o presente projeto objetiva definir a vulnerabilidade natural dos aq\u00fc\u00edferos sedimentares e avaliar o risco de contamina\u00e7\u00e3o das \u00e1guas subterr\u00e2neas da RMC frente \u00e0s atividades antr\u00f3picas existentes.<\/p>\n<p>A metodologia utilizada para definir a vulnerabilidade natural baseia-se em tr\u00eas fatores intr\u00ednsecos do meio, a saber: forma de ocorr\u00eancia do aq\u00fc\u00edfero, arcabou\u00e7o geol\u00f3gico que sustenta este aq\u00fc\u00edfero e profundidade do n\u00edvel da \u00e1gua subterr\u00e2nea. Definidas as \u00e1reas mais vulner\u00e1veis, estas s\u00e3o avaliadas em termos de risco de contamina\u00e7\u00e3o frente \u00e0s atividades antr\u00f3picas existentes, as quais s\u00e3o classificadas segundo seu potencial de amea\u00e7a \u00e0 qualidade da \u00e1gua subterr\u00e2nea. A associa\u00e7\u00e3o da vulnerabilidade natural dos aq\u00fc\u00edferos e o potencial de amea\u00e7a das atividades antr\u00f3picas permitem a caracteriza\u00e7\u00e3o e a classifica\u00e7\u00e3o do risco de contamina\u00e7\u00e3o dos aq\u00fc\u00edferos, identificando as \u00e1reas mais cr\u00edticas onde o monitoramento e estudos de maior detalhe devem ser conduzidos.<\/p>\n<p><strong>Fonte de Financiamento:<\/strong> IG\/SMA &#8211; CETESB<\/p>\n<p><strong>Trabalhos publicados:<\/strong> Obs: nem todas as refer\u00eancias listadas encontram-se no acervo da Biblioteca do IG, consulte os autores para localizar uma c\u00f3pia do trabalho<\/p>\n<p>ODA, G. H.; FERREIRA, L. M. R.; IRITANI, M. A.; DANTAS, M. C. F.; CASARINI, D. C. P.; CURY, M.; LEMOS, M.; LUIZ, A. J. B.; NEVES, M. C.; DYNIA, J. F. 2000. &#8220;Mapeamento da Vulnerabilidade e Risco de Polui\u00e7\u00e3o das \u00c1guas Subterr\u00e2neas do Estado de S\u00e3o Paulo &#8211; Detalhamento da Regi\u00e3o Metropolitana de Campinas&#8221;. 3a Reuni\u00e3o sobre Pesquisa Ambiental na SMA. Boletim&#8230;SMA, S\u00e3o Paulo, p130;<\/p>\n<p>ODA, G. H.; FERREIRA, L. M. R.; IRITANI, M. A.; DANTAS, M. G. F.; CASARINI, D. C. P.; LEMOS, M.; LUIZ, A. J. B.; NEVES, M. C.; DYNIA, J. F. 2001. &#8220;Mapeamento da Vulnerabilidade e Risco de Polui\u00e7\u00e3o das \u00c1guas Subterr\u00e2neas do Estado de S\u00e3o Paulo &#8211; Detalhamento da Regi\u00e3o Metropolitana de Campinas&#8221;. 4a Reuni\u00e3o sobre Pesquisa Ambiental na SMA. Boletim&#8230;SMA, S\u00e3o Paulo, p124;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo, publicado em 1997, denominado &#8220;Mapeamento da vulnerabilidade e risco de polui\u00e7\u00e3o das \u00e1guas subterr\u00e2neas do Estado de S\u00e3o Paulo&#8221;, identificou diversas \u00e1reas consideradas cr\u00edticas, onde deveriam ser conduzidos estudos de maior detalhe. Dentre estas \u00e1reas cr\u00edticas, destaca-se a Regi\u00e3o Metropolitana de Campinas (RMC), cujo crescimento econ\u00f4mico \u00e9 acompanhado de riscos de contamina\u00e7\u00e3o ao meio ambiente. Dando continuidade ao estudo anterior, o presente projeto objetiva definir a vulnerabilidade natural dos aq\u00fc\u00edferos sedimentares e avaliar o risco de contamina\u00e7\u00e3o das \u00e1guas subterr\u00e2neas da RMC frente \u00e0s atividades antr\u00f3picas existentes.  A metodologia utilizada para definir a vulnerabilidade natural baseia-se em tr\u00eas fatores intr\u00ednsecos do meio, a saber: forma de ocorr\u00eancia do aq\u00fc\u00edfero, arcabou\u00e7o geol\u00f3gico que sustenta este aq\u00fc\u00edfero e profundidade do n\u00edvel da \u00e1gua subterr\u00e2nea. Definidas as \u00e1reas mais vulner\u00e1veis, estas s\u00e3o avaliadas em termos de risco de contamina\u00e7\u00e3o frente \u00e0s atividades antr\u00f3picas existentes, as quais s\u00e3o classificadas segundo seu potencial de amea\u00e7a \u00e0 qualidade da \u00e1gua subterr\u00e2nea. 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