{"id":3070,"date":"1997-01-01T00:00:00","date_gmt":"1997-01-01T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/geodados\/projetos\/deriva-continental-e-sucessao-paleoclimatica-simulacao-da-evolucao-das-paisagens-lateriticas-da-america-do-sul-e-da-africa\/"},"modified":"2013-04-15T15:09:54","modified_gmt":"2013-04-15T18:09:54","slug":"deriva-continental-e-sucessao-paleoclimatica-simulacao-da-evolucao-das-paisagens-lateriticas-da-america-do-sul-e-da-africa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutogeologico\/1997\/01\/deriva-continental-e-sucessao-paleoclimatica-simulacao-da-evolucao-das-paisagens-lateriticas-da-america-do-sul-e-da-africa\/","title":{"rendered":"Deriva continental e sucess\u00e3o paleoclim\u00e1tica: simula\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o das paisagens later\u00edticas da Am\u00e9rica do Sul e da \u00c1frica."},"content":{"rendered":"<p><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Deriva continental e sucess\u00e3o paleoclim\u00e1tica: simula\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o das paisagens later\u00edticas da Am\u00e9rica do Sul e da \u00c1frica.<\/p>\n<p><strong>Coordenador:<\/strong> Jos\u00e9 Antonio Ferrari (Instituto Geol\u00f3gico\/SMA)<\/p>\n<p><strong>Programa:<\/strong> Geomorfologia do Estado de S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p><strong>Equipe:<\/strong> Jos\u00e9 Antonio Ferrari<\/p>\n<p><strong>Per\u00edodo:<\/strong> 1\/1\/1992 &#8211; 1\/1\/1997 (conclu\u00eddo)<\/p>\n<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> Projeto de capacita\u00e7\u00e3o &#8211; Tese de Doutoramento na \u00e1rea de Geof\u00edsica orientada pelo Prof. Dr. Adolfo Jos\u00e9 Melfi (Instituto Astron\u00f4mico e Geof\u00edsico-USP).<br \/>\nO projeto teve por objetivo elaborar simula\u00e7\u00f5es computacionais da evolu\u00e7\u00e3o das paisagens later\u00edticas da Am\u00e9rica do Sul e da \u00c1frica nos \u00faltimos 100 milh\u00f5es de anos. As simula\u00e7\u00f5es consideraram as mudan\u00e7as ambientais provocadas pelo deslocamento dos continentes por diferentes faixas latitudinais e seu reflexo nas condi\u00e7\u00f5es f\u00edsico- qu\u00edmicas dos solos. Foi poss\u00edvel quantificar o tempo de exposi\u00e7\u00e3o e a idade da \u00faltima exposi\u00e7\u00e3o a determinado ambiente de lateritiza\u00e7\u00e3o, bem como a eros\u00e3o geoqu\u00edmica do SiO2. Os modelos mostram que as bauxitas africanas abandonaram os ambientes favor\u00e1veis a seu desenvolvimento h\u00e1 mais tempo que as americanas, deslocando-se para \u00e1reas favor\u00e1veis \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de ferricretes. As sulamericanas ao contr\u00e1rio, permaneceram por muito tempo em ambiente favor\u00e1vel a sua forma\u00e7\u00e3o. Esta evolu\u00e7\u00e3o diferenciada deve explicar a maior concentra\u00e7\u00e3o de Fe2O3 nos dep\u00f3sitos de bauxita africanos. Nos dois continentes os dep\u00f3sitos de bauxita possuem taxa de eros\u00e3o de SiO2 maior que os dep\u00f3sitos de ferricrete. Os resultados obtidos pelos modelos e a distribui\u00e7\u00e3o atual dos dep\u00f3sitos indicam que a deriva continental foi um fator importante na evolu\u00e7\u00e3o das lateritas.<\/p>\n<p><strong>Fonte de Financiamento:<\/strong> CAPES<\/p>\n<p><strong>Trabalhos publicados:<\/strong> Obs: nem todas as refer\u00eancias listadas encontram-se no acervo da Biblioteca do IG, consulte os autores para localizar uma c\u00f3pia do trabalho<\/p>\n<p>FERRARI, J.A.; FERRARI, V. C. 1994. &#8220;ROTDAT&#8221;, um programa para reconstru\u00e7\u00f5es paleocontinentais entre a Am\u00e9rica do Sul e Africa. In: Simp\u00f3sio de Quantifica\u00e7\u00e3o em Geoci\u00eancias, 5, Rio Claro, SP. Boletim de Resumos Expandidos, IGCE-UNESP, p. 32-34.<\/p>\n<p>FERRARI, J.A.; MELFI, A. J.; TARDY, Y. 1997. A sucess\u00e3o paleoclim\u00e1tica desencadeada pela deriva continental e as bauxitas da Am\u00e9rica do Sul e da \u00c1frica. In: Congresso Brasileiro de Geoqu\u00edmica, 6, Salvador, BA. Anais, SBG, p.531-533.<\/p>\n<p>FERRARI, J. A. 1997. Deriva continental e sucess\u00e3o paleoclim\u00e1tica. Simula\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o das paisagens later\u00edticas da Am\u00e9rica do Sul e da \u00c1frica. Tese de doutoramento, Instituto Astron\u00f4mico e Geof\u00edsico, USP, S\u00e3o Paulo, 110 p.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Projeto de capacita\u00e7\u00e3o &#8211; Tese de Doutoramento na \u00e1rea de Geof\u00edsica orientada pelo Prof. Dr. Adolfo Jos\u00e9 Melfi (Instituto Astron\u00f4mico e Geof\u00edsico-USP). O projeto teve por objetivo elaborar simula\u00e7\u00f5es computacionais da evolu\u00e7\u00e3o das paisagens later\u00edticas da Am\u00e9rica do Sul e da \u00c1frica nos \u00faltimos 100 milh\u00f5es de anos. As simula\u00e7\u00f5es consideraram as mudan\u00e7as ambientais provocadas pelo deslocamento dos continentes por diferentes faixas latitudinais e seu reflexo nas condi\u00e7\u00f5es f\u00edsico- qu\u00edmicas dos solos. Foi poss\u00edvel quantificar o tempo de exposi\u00e7\u00e3o e a idade da \u00faltima exposi\u00e7\u00e3o a determinado ambiente de lateritiza\u00e7\u00e3o, bem como a eros\u00e3o geoqu\u00edmica do SiO2. Os modelos mostram que as bauxitas africanas abandonaram os ambientes favor\u00e1veis a seu desenvolvimento h\u00e1 mais tempo que as americanas, deslocando-se para \u00e1reas favor\u00e1veis \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de ferricretes. As sulamericanas ao contr\u00e1rio, permaneceram por muito tempo em ambiente favor\u00e1vel a sua forma\u00e7\u00e3o. Esta evolu\u00e7\u00e3o diferenciada deve explicar a maior concentra\u00e7\u00e3o de Fe2O3 nos dep\u00f3sitos de bauxita africanos. 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