{"id":9918,"date":"2015-08-13T09:15:16","date_gmt":"2015-08-13T12:15:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/?p=9918"},"modified":"2015-08-13T09:16:42","modified_gmt":"2015-08-13T12:16:42","slug":"pesquisas-do-if-comprovam-a-importancia-da-vegetacao-na-producao-de-agua-com-qualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/2015\/08\/pesquisas-do-if-comprovam-a-importancia-da-vegetacao-na-producao-de-agua-com-qualidade\/","title":{"rendered":"Pesquisas do IF comprovam a import\u00e2ncia da vegeta\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de \u00e1gua com qualidade"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_9921\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060803.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-9921\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-9921  \" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060803.jpg\" width=\"600\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060803.jpg 600w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060803-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060803-360x270.jpg 360w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060803-206x155.jpg 206w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060803-129x96.jpg 129w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060803-68x51.jpg 68w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060803-268x201.jpg 268w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060803-132x99.jpg 132w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060803-70x52.jpg 70w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060803-330x247.jpg 330w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060803-69x51.jpg 69w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9921\" class=\"wp-caption-text\">Ilustra\u00e7\u00e3o da pesquisa realizada por Maur\u00edcio Ranzini<\/p><\/div>\n<p>Trabalhos desenvolvidos pelo\u00a0Instituto Florestal (IF)\u00a0comprovam, de forma inequ\u00edvoca, que a presen\u00e7a de cobertura florestal em bacias hidrogr\u00e1ficas promove a regulariza\u00e7\u00e3o do regime de rios e a melhora na qualidade da \u00e1gua. Da\u00ed a import\u00e2ncia do\u00a0<a title=\"Programa Nascentes\" href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/programanascentes\/\">Programa Nascentes<\/a>, desenvolvido pelo Governo do Estado de S\u00e3o Paulo, que tem o objetivo de promover a restaura\u00e7\u00e3o de 20 mil hectares de matas ciliares.<\/p>\n<p>Os pesquisadores cient\u00edficos da Se\u00e7\u00e3o de Engenharia Florestal, do IF, Valdir de Cicco, Francisco Arcova e Maur\u00edcio Ranzini, embasaram suas teses de doutorado em pesquisas sobre a rela\u00e7\u00e3o entre a floresta e a \u00e1gua, elucidando d\u00favidas e provando com n\u00fameros as suas proposi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cAs bacias hidrogr\u00e1ficas recobertas por vegeta\u00e7\u00e3o florestal s\u00e3o as que oferecem \u00e1gua com boa distribui\u00e7\u00e3o ao longo do ano, e de melhor qualidade\u201d, enfatiza Arcova, engenheiro florestal, doutor em Geografia F\u00edsica, pela Universidade de S\u00e3o Paulo, no IF desde 1985. Segundo ele, parte da \u00e1gua da chuva \u00e9 retida pelas copas das \u00e1rvores, evaporando em seguida em um processo denominado intercepta\u00e7\u00e3o. A taxa de evapora\u00e7\u00e3o varia com a esp\u00e9cie, idade, densidade e estrutura da floresta, al\u00e9m das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas de cada regi\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cEm florestas tropicais, a intercepta\u00e7\u00e3o varia de 4,5% a 24% da precipita\u00e7\u00e3o, embora tenham sido registrados valores superiores a 30%\u201d, explica. Nesse ponto, Arcova faz um par\u00eanteses para falar, com entusiasmo, do Laborat\u00f3rio de Hidrologia Florestal Walter Emmerich, do IF, instalado em 1982 no N\u00facleo Cunha, do Parque Estadual da Serra do Mar, onde desenvolveu estudos em trabalhos conjuntos com o pesquisador que d\u00e1 nome \u00e0 instala\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Maur\u00edcio Ranzini, tamb\u00e9m engenheiro florestal, doutor em Ci\u00eancias da Engenharia Ambiental pela USP de S\u00e3o Carlos, no IF desde 2005, lembra que o laborat\u00f3rio constitui-se em uma refer\u00eancia quando se trata de hidrologia florestal. Tanto \u00e9 que, todos os anos, recebe dezenas de alunos de diversas universidades brasileiras e de outros pa\u00edses em cursos ministrados pelos pesquisadores do IF.<\/p>\n<p>Concluindo, os pesquisadores dizem que as pesquisas realizadas em Cunha estimam o valor de \u00a018% de intercepta\u00e7\u00e3o. O restante da \u00e1gua alcan\u00e7a o solo florestal por meio de gotejamento de folhas e ramos ou escoando pelo tronco de \u00e1rvores. No solo, a \u00e1gua infiltra-se ou \u00e9 armazenada em depress\u00f5es, n\u00e3o ocorrendo o escoamento superficial para as partes mais baixas do terreno, como aconteceria em uma \u00e1rea desprovida de floresta.<\/p>\n<div id=\"attachment_9920\" style=\"width: 610px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060801.jpg\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-9920\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-9920 \" alt=\"\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060801.jpg\" width=\"600\" height=\"294\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060801.jpg 600w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060801-300x147.jpg 300w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060801-551x270.jpg 551w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060801-260x127.jpg 260w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060801-197x97.jpg 197w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060801-68x33.jpg 68w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060801-129x63.jpg 129w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060801-202x99.jpg 202w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060801-70x34.jpg 70w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060801-330x161.jpg 330w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/08\/060801-69x33.jpg 69w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-9920\" class=\"wp-caption-text\">Os pesquisadores Maur\u00edcio Ranzini (esq.) e Francisco Arcova (dir.)<\/p><\/div>\n<p>\u201cO piso florestal \u00e9 formado por uma camada de folhas, galhos e outros restos vegetais, que lhe proporciona grande rugosidade, impedindo o escorrimento superficial da \u00e1gua para as partes mais baixas do terreno, favorecendo a infiltra\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m a mat\u00e9ria org\u00e2nica decomposta \u00e9 incorporada ao solo, proporcionando a ele excelente porosidade e, consequentemente, elevada capacidade de infiltra\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Uma parcela da \u00e1gua infiltrada contribui para a forma\u00e7\u00e3o de um rio por meio do escoamento subsuperficial, e outra, \u00e9 absorvida pelas ra\u00edzes e volta para a atmosfera pela transpira\u00e7\u00e3o das plantas. \u201cA intercepta\u00e7\u00e3o e a transpira\u00e7\u00e3o, ou a evapotranspira\u00e7\u00e3o, fazem a \u00e1gua da chuva voltar para a atmosfera n\u00e3o contribuindo para aumentar a vaz\u00e3o de um rio.\u201d<\/p>\n<p>Em florestas tropicais, a evapotranspira\u00e7\u00e3o varia de 50% a 78% da precipita\u00e7\u00e3o anual. Na pesquisa realizada em Cunha, esse n\u00famero \u00e9 de aproximadamente 30%. Os pesquisadores explicam que o remanescente da \u00e1gua infiltrada movimenta-se em profundidade e \u00e9 armazenado nas camadas internas do solo e na regi\u00e3o das rochas, alimentando os cursos de \u00e1gua pelo escoamento de base, isto \u00e9, do subsolo onde se localizam os len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos.<\/p>\n<p>Embora os processos que determinam os fluxos de \u00e1gua sejam semelhantes para as diferentes forma\u00e7\u00f5es florestais, a magnitude desses processos, que depende das caracter\u00edsticas da floresta, da bacia hidrogr\u00e1fica e do clima, influencia a rela\u00e7\u00e3o floresta-produ\u00e7\u00e3o de \u00e1gua (escoamento total do rio). Em florestas tropicais, a produ\u00e7\u00e3o h\u00eddrica nas microbacias varia de 22% a 50% da precipita\u00e7\u00e3o. \u201cEm Cunha, onde a evapotranspira\u00e7\u00e3o anual da Mata Atl\u00e2ntica \u00e9 da ordem de apenas 30%, a produ\u00e7\u00e3o de \u00e1gua pela microbacia \u00e9 de not\u00e1veis 70% da precipita\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Francisco.<\/p>\n<p>Esse mecanismo, em que a \u00e1gua percola o solo e alimenta gradualmente o len\u00e7ol fre\u00e1tico, possibilita que um rio tenha vaz\u00e3o regular ao longo do ano, inclusive nos per\u00edodos de estiagem. Nas microbacias recobertas com mata atl\u00e2ntica em Cunha, o escoamento de base \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de 80% de toda a \u00e1gua escoada pelo rio, fato que proporciona a elas um regime sustent\u00e1vel de produ\u00e7\u00e3o h\u00eddrica ao longo de todo o ano.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio, em uma bacia sem a prote\u00e7\u00e3o florestal, a infiltra\u00e7\u00e3o da \u00e1gua da chuva no solo \u00e9 menor para alimentar os len\u00e7\u00f3is fre\u00e1ticos. O escoamento superficial torna-se intenso fazendo com que a \u00e1gua da chuva atinja rapidamente a calha do rio, provocando inunda\u00e7\u00f5es. E, nos per\u00edodos de estiagem, o corpo-d\u2019\u00e1gua vai minguando, podendo at\u00e9 secar.<\/p>\n<p>Um outro fator dr\u00e1stico \u00e9 que, enquanto nas bacias florestadas, a eros\u00e3o do solo ocorre a taxas naturais, pois o material org\u00e2nico depositado no piso impedem o impacto direto das gotas de chuva na superf\u00edcie do solo, nas \u00e1reas desprovidas de vegeta\u00e7\u00e3o h\u00e1 um intenso processo de carreamento de material para a calha do rio aumentando a turbidez e o assoreamento dos rios.<\/p>\n<p>Segundo Maur\u00edcio, na microbacia recoberta com Mata Atl\u00e2ntica em Cunha, a perda de solo no rio \u00e9 da ordem de 162 kg\/hectare\/ano. \u201cEsse valor \u00e9 muito inferior \u00e0 perda de solo registrada para o estado de S\u00e3o Paulo, que varia de 6,6 a 41,5 t\/hectare\/ano, dependendo da cultura agr\u00edcola, algo como 12 toneladas num campo de milho, 12,4 toneladas numa \u00e1rea de cana-de-a\u00e7\u00facar, chegando a at\u00e9 38,1 toneladas numa planta\u00e7\u00e3o de feij\u00e3o\u201d, informa em tom de alerta.<\/p>\n<p>A floresta representa muitos outros benef\u00edcios para os sistemas h\u00eddricos. Contribui, por exemplo, para o equil\u00edbrio t\u00e9rmico da \u00e1gua, reduzindo os extremos de temperatura e mantendo a oxigena\u00e7\u00e3o do meio aqu\u00e1tico. Promove, ainda, a absor\u00e7\u00e3o de nutrientes pelas \u00e1rvores, arbustos e plantas herb\u00e1ceas evitando a lixivia\u00e7\u00e3o excessiva dos sais minerais do solo para o rio.<\/p>\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/\">\u00a0Secretaria do Meio Ambiente<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Trabalhos desenvolvidos pelo\u00a0Instituto Florestal (IF)\u00a0comprovam, de forma inequ\u00edvoca, que a presen\u00e7a de cobertura florestal em bacias hidrogr\u00e1ficas promove a regulariza\u00e7\u00e3o do regime de rios e a melhora na qualidade da \u00e1gua. 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