{"id":7644,"date":"2014-05-06T18:06:33","date_gmt":"2014-05-06T21:06:33","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/?p=7644"},"modified":"2014-05-20T15:36:37","modified_gmt":"2014-05-20T18:36:37","slug":"porque-tombar-imediatamente-a-serra-da-mantiqueira-no-estado-de-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/2014\/05\/porque-tombar-imediatamente-a-serra-da-mantiqueira-no-estado-de-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Porque tombar imediatamente a Serra da Mantiqueira no Estado de S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<h5>*texto produzido com a ajuda de pesquisadores do Instituto Florestal sobre a import\u00e2ncia da Serra da Mantiqueira e publicado no site do Biota\/Fapesp em 23\/04\/2014 &#8211;\u00a0<a href=\"http:\/\/www.biota.org.br\/?p=4906\">http:\/\/www.biota.org.br\/?p=4906<\/a><\/h5>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"wc-gallery\"><div id='gallery-1' data-gutter-width='5' data-columns='1' class='gallery wc-gallery-captions-onhover gallery-link-file gallery-masonry galleryid-7644 gallery-columns-1 gallery-size-thumbnail wc-gallery-bottomspace-default wc-gallery-clear'><div class='gallery-item gallery-item-position-1 gallery-item-attachment-7645'>\n\t\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2014\/05\/Fig3Mantiqueira-600x955.png' title='Fig3Mantiqueira' target='_self'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2014\/05\/Fig3Mantiqueira-150x150.png\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/div><\/div><div class='gallery-item gallery-item-position-2 gallery-item-attachment-7646'>\n\t\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2014\/05\/Fig1Mantiqueira-600x942.png' title='Fig1Mantiqueira' target='_self'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2014\/05\/Fig1Mantiqueira-150x150.png\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/div><\/div><div class='gallery-item gallery-item-position-3 gallery-item-attachment-7647'>\n\t\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2014\/05\/Fig2Mantiqueira-600x952.png' title='Fig2Mantiqueira' target='_self'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2014\/05\/Fig2Mantiqueira-150x150.png\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/div><\/div><\/div>\n<\/div>\n<p>As regi\u00f5es montanhosas dos neotr\u00f3picos s\u00e3o importantes centros de diversidade biol\u00f3gica. Na Am\u00e9rica do Sul, a Cordilheira dos Andes, o Planalto das Guianas, a Serra da Mantiqueira, a Serra\u00a0do Mar, a Serra Geral, a Cadeia do Espinha\u00e7o e o Maci\u00e7o Goiano representam cadeias\u00a0montanhosas que ultrapassam 1.000 metros de altitude, nas quais podemos observar a ocorr\u00eancia de gradientes vegetacionais considerados habitats \u00fanicos para muitas esp\u00e9cies da fauna e flora, portanto relevantes para o patrim\u00f4nio natural em escala global.<\/p>\n<p>O nome Mantiqueira tem origem na l\u00edngua Tupi Guarani \u2013\u00a0<strong>amana<\/strong>\u00a0chuva;\u00a0<strong>tiquera<\/strong>\u00a0gotejar; chuva que goteja \u2013\u00a0<strong>a montanha ou serra que chora<\/strong>\u00a0foi o nome dado pelos ind\u00edgenas que habitavam a regi\u00e3o, provavelmente devido \u00e0 elevada umidade do ar e \u00e0 presen\u00e7a de neblina que, captada pela vegeta\u00e7\u00e3o que recobre a\u00a0<strong>Serra da Mantiqueira<\/strong>, produz in\u00fameras nascentes e riachos. A Serra da Mantiqueira representa a regi\u00e3o mais fria e \u00famida ao leste da Am\u00e9rica do Sul (regi\u00e3o sudeste do Brasil) e, em conjunto com o complexo Serra do Mar\/Serra de Paranapiacaba, constitui a cadeia montanhosa de maior destaque nessa regi\u00e3o sul da borda do Oceano Atl\u00e2ntico.<\/p>\n<p>Em territ\u00f3rio paulista, as nascentes da Serra da Mantiqueira contribuem para o abastecimento de \u00e1gua das\u00a0<strong>bacias hidrogr\u00e1ficas do Rio Para\u00edba do Sul, Rio Tiet\u00ea e Rio Grande<\/strong>, sendo a sua prote\u00e7\u00e3o a \u00fanica garantia eficaz da qualidade ambiental e da estabilidade h\u00eddrica e geol\u00f3gica para os munic\u00edpios ali presentes. Com \u00e1gua em abund\u00e2ncia e temperaturas mais amenas, a Serra da Mantiqueira abriga<strong>ecossistemas naturalmente raros e em grande parte restritos aos topos das montanhas<\/strong>: \u00e9 o caso das florestas com arauc\u00e1ria (Floresta Ombr\u00f3fila Mista), florestas de neblina (Floresta Ombr\u00f3fila Densa Alto-montana) e campos de altitude (Estepe Alto-montana).<\/p>\n<p>Portanto, a\u00a0<strong>Serra da Mantiqueira paulista<\/strong>\u00a0constitui um conjunto regional de not\u00e1vel import\u00e2ncia, com atributos relacionados \u00e0\u00a0<strong>biodiversidade, paisagem, geologia, geomorfologia e hidrologia<\/strong>\u00a0que a destacam e\u00a0<strong>diferenciam entre as demais regi\u00f5es do estado<\/strong>, destacando-se como mantenedora de servi\u00e7os ecossist\u00eamicos de grande relev\u00e2ncia para a popula\u00e7\u00e3o humana do sudeste brasileiro. Embora seja reconhecida pela\u00a0<strong>import\u00e2ncia de sua biodiversidade e pelos servi\u00e7os ambientais gerados pelo patrim\u00f4nio natural<\/strong>, a regi\u00e3o n\u00e3o foi poupada da degrada\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica provocada pelo homem. Redu\u00e7\u00e3o de habitat, fragmenta\u00e7\u00e3o e isolamento dos remanescentes na paisagem acompanharam a convers\u00e3o das forma\u00e7\u00f5es naturais em \u00e1reas urbanas ou agr\u00edcolas. Seus campos e florestas, por ocuparem trechos mais escarpados, permaneceram nos topos das serras, mas diminu\u00edram em extens\u00e3o, a ponto de torn\u00e1-los\u00a0<strong>raros na paisagem e com grande risco de degrada\u00e7\u00e3o e extin\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>Como exemplo, no in\u00edcio do s\u00e9culo XX a floresta com arauc\u00e1ria ocupava aproximadamente 20 milh\u00f5es de hectares do territ\u00f3rio brasileiro, estendendo-se pelos Estados do Paran\u00e1 (40%), Santa Catarina (31%) e Rio Grande do Sul (25%). A partir do sul de S\u00e3o Paulo (3%), esse tipo florestal passava a ser naturalmente fragmentado, presente em ref\u00fagios nas elevadas altitudes da Serra do Mar e da Mantiqueira (1%) do sudeste de S\u00e3o Paulo, sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Estima-se que esses remanescentes ocupem hoje entre 1 a 4% dessa \u00e1rea original no Brasil todo, o que torna o ecossistema cr\u00edtico em termos de conserva\u00e7\u00e3o e com a arauc\u00e1ria na lista de esp\u00e9cies em perigo de extin\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA distribui\u00e7\u00e3o disjunta das florestas com arauc\u00e1ria no Sudeste em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua maior por\u00e7\u00e3o no Sul do Brasil \u00e9 um ind\u00edcio de uma distribui\u00e7\u00e3o maior no passado e a regress\u00e3o desta fisionomia sob o clima atual. Assim, os remanescentes encontrados na Serra da Mantiqueira podem ser<br \/>\nconsiderados ref\u00fagios atuais de esp\u00e9cies de per\u00edodos clim\u00e1ticos ainda mais frios, muitos de origem Andina, e que co-existem com as popula\u00e7\u00f5es de arauc\u00e1ria. Na por\u00e7\u00e3o paulista desta serra ainda podem ser encontrados 53.028 hectares desta forma\u00e7\u00e3o florestal (dados de 2009, produzidos pelo Instituto Florestal), \u00e1rea que representa 30% do que ainda resta desse tipo vegetacional no territ\u00f3rio estadual. A import\u00e2ncia desses remanescentes \u00e9 ainda mais valorizada quando se considera que\u00a0<strong>apenas 5% das florestas com arauc\u00e1ria<\/strong>\u00a0do Estado de S\u00e3o Paulo est\u00e3o contidas em unidades de conserva\u00e7\u00e3o de prote\u00e7\u00e3o integral, valor muito distante de\u00a0<strong>17% de \u00e1reas terrestres protegidas preconizada pelas metas de Aichi de Biodiversidade<\/strong>.<\/p>\n<p>Estudos recentes indicam que a\u00a0<strong>Serra da Mantiqueira \u00e9 um laborat\u00f3rio vivo e ainda pouco conhecido<\/strong>\u00a0para todos os campos da ci\u00eancia, com destaque para a sua biodiversidade. Pesquisadores est\u00e3o descrevendo um\u00a0<strong>n\u00famero imenso de esp\u00e9cies novas<\/strong>\u00a0para a ci\u00eancia, entre plantas, anf\u00edbios, peixes de riachos, lepid\u00f3pteros, al\u00e9m de muitas esp\u00e9cies que ainda n\u00e3o eram conhecidas para o nosso estado. As regi\u00f5es do maci\u00e7o de Po\u00e7os de Caldas, Serra do Lopo, Serra dos Poncianos, planalto de Campos do Jord\u00e3o, Pedra do Ba\u00fa, Gomeiral, Marins, Itaguar\u00e9 e Serra Fina est\u00e3o entre essas \u00e1reas relevantes para a Ci\u00eancia. \u00c1reas atualmente melhor conhecidas como a Serra do Itatiaia, Serra Fina e parte do Planalto de Campos de Jord\u00e3o s\u00e3o, sem d\u00favida, um centro de endemismo de esp\u00e9cies t\u00edpicas de ambientes de topos de montanha na Floresta Atl\u00e2ntica. Entretanto, na maioria de suas demais \u00e1reas o conhecimento biol\u00f3gico ainda \u00e9 incipiente, o que demanda maior esfor\u00e7o da comunidade cient\u00edfica para documentar toda a diversidade dessa extensa Serra, diante da sabida biodiversidade dessa regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Estas caracter\u00edsticas permitiram a identifica\u00e7\u00e3o da Serra da Mantiqueira e Po\u00e7os de Caldas como \u00e1reas de extrema import\u00e2ncia biol\u00f3gica desde 2000, durante a oficina\u00a0<strong>\u201cAvalia\u00e7\u00e3o e A\u00e7\u00f5es Priorit\u00e1rias para a Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade da Mata Atl\u00e2ntica e Campos Sulinos\u201d<\/strong>, organizada pelo Minist\u00e9rio do Meio Ambiente. A Serra \u00e9 reconhecida internacionalmente como de\u00a0<strong>extrema relev\u00e2ncia para a conserva\u00e7\u00e3o das aves<\/strong>, constituindo no estado de S\u00e3o Paulo duas IBAS (\u00c1reas Importantes para a Conserva\u00e7\u00e3o das Aves) da SAVE-Brasil\/BirdLife International: Mantiqueira e S\u00e3o Francisco Xavier\/Monte Verde. Juntas, estas \u00e1reas abrigam popula\u00e7\u00f5es de pelo menos quatro esp\u00e9cies globalmente amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, das quais a mais conhecida \u00e9 o papagaio-do-peito-roxo\u00a0<em>Amazona vinacea<\/em>. Tamb\u00e9m nessas \u00e1reas ocorre uma popula\u00e7\u00e3o do muriqui-do-sul\u00a0<em>Brachyteles arachnoides<\/em>, primata em perigo de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para preservar esta riqueza, em grande parte desconhecida e pouco pesquisada e que necessita de um status especial de prote\u00e7\u00e3o para as presentes e futuras gera\u00e7\u00f5es, foi adequadamente proposto o<strong>Tombamento da Por\u00e7\u00e3o Sul da Serra da Mantiqueira<\/strong>. O tombamento permitir\u00e1 maior integra\u00e7\u00e3o da opini\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o residente em estrat\u00e9gias de\u00a0<strong>conserva\u00e7\u00e3o participativas em escala municipal e regional<\/strong>.<\/p>\n<p>A \u00e1rea proposta para tombamento abrange 21.478 ha, dos quais 78,5% est\u00e3o cobertos por vegeta\u00e7\u00e3o nativa (16.852 ha). Somente a \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Permanente da rede hidrogr\u00e1fica, estimada a partir da carta IBGE 1:50.000 e considerando 20 m a partir da margem dos cursos d\u2019\u00e1gua e 15 m ao redor das nascentes, representa 1.961 ha (9,1% da \u00e1rea proposta) dos quais 1.635 ha j\u00e1 apresentam vegeta\u00e7\u00e3o nativa. O\u00a0<strong>tombamento<\/strong>, al\u00e9m de proteger as APPs de beira de rios, tamb\u00e9m ir\u00e1 assegurar a\u00a0<strong>conserva\u00e7\u00e3o das APPs de topos de morro<\/strong>, pois acima da cota 1.800m est\u00e3o 4.170 ha (19,4% da \u00e1rea proposta), dos quais apenas 1.996 ha possuem vegeta\u00e7\u00e3o nativa.<\/p>\n<p>Parte da \u00e1rea proposta para o\u00a0<strong>tombamento<\/strong>\u00a0se sobrep\u00f5e \u00e0 outras categorias de prote\u00e7\u00e3o j\u00e1 existentes, mas que\u00a0<strong>s\u00e3o insuficientes<\/strong>\u00a0para a prote\u00e7\u00e3o desse imenso patrim\u00f4nio natural. Existem 388.980 ha em \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (27,02%), 886 ha em Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica (0,06%), 72.607 ha (5,04%) na categoria Parque e somente 18 ha como Reserva Particular do Patrim\u00f4nio Natural.\u00a0<strong>Estas sobreposi\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o problema em caso nenhum<\/strong>, como tem sido defendido por algumas pessoas, j\u00e1 que s\u00e3o categorias complementares criadas para um fim comum, de conserva\u00e7\u00e3o de um enorme patrim\u00f4nio natural e de biodiversidade, com grande risco de extin\u00e7\u00e3o. Para um grande territ\u00f3rio, como a Serra da Mantiqueira, estas categorias podem conjugar v\u00e1rios setores da sociedade e exigir a responsabilidade de diferentes \u00f3rg\u00e3os e inst\u00e2ncias relacionadas \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas o que, a princ\u00edpio, \u00e9\u00a0<strong>salutar em um ambiente participativo<\/strong>, com essas caracter\u00edsticas. Embora as APAs e UCs de prote\u00e7\u00e3o integral sejam categorias de prote\u00e7\u00e3o administrativa, relacionadas \u00e0 gest\u00e3o e desenvolvimento de atividades que conciliem atividades econ\u00f4micas e de conserva\u00e7\u00e3o, o\u00a0<strong>tombamento traz uma outra abordagem sobre o territ\u00f3rio, de prote\u00e7\u00e3o do conjunto da paisagem<\/strong>, com o benef\u00edcio do planejamento para al\u00e9m dos limites das \u00e1reas j\u00e1 protegidas, tornando-se assim um instrumento de conex\u00e3o entre espa\u00e7os territoriais protegidos.<\/p>\n<p>De import\u00e2ncia equivalente \u00e0s Serras do Mar e de Paranapiacaba, tombadas desde 1985 pela Resolu\u00e7\u00e3o da Secretaria da Cultura no 40, o tombamento da Serra da Mantiqueira visa corrigir um esquecimento hist\u00f3rico, protegendo al\u00e9m de sua\u00a0<strong>biodiversidade e do conjunto de seus atributos geol\u00f3gicos e clim\u00e1ticos, a sua diversidade cultural<\/strong>, cuja relev\u00e2ncia ultrapassa os limites do estado de S\u00e3o Paulo e do Brasil.<\/p>\n<p><strong>Colaboradores e autores deste texto:<\/strong><\/p>\n<p>Frederico A. R. Dal Pozzo Arzolla (<em>Instituto Florestal<\/em>)<\/p>\n<p>Nat\u00e1lia Macedo Ivanauskas (<em>Instituto Florestal<\/em>)<\/p>\n<p>Marco Nalon (<em>Instituto Florestal<\/em>)<\/p>\n<p>K\u00e1tia Pisciotta (<em>Funda\u00e7\u00e3o Florestal<\/em>)<\/p>\n<p>Leonardo Dias Meireles (<em>USP<\/em>)<\/p>\n<p>Alexsander Zamorano Antunes (<em>Instituto Florestal<\/em>)<\/p>\n<p>Ricardo Ribeiro Rodrigues (<em>ex Coordenador do BIOTA\/FAPESP &amp; USP<\/em>)<\/p>\n<p>Carlos Alfredo Joly (<em>Coordenador BIOTA\/FAPESP &amp; UNICAMP<\/em>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>*texto produzido com a ajuda de pesquisadores do Instituto Florestal sobre a import\u00e2ncia da Serra da Mantiqueira e publicado no site do Biota\/Fapesp em 23\/04\/2014 &#8211;\u00a0http:\/\/www.biota.org.br\/?p=4906 &nbsp; As regi\u00f5es montanhosas dos neotr\u00f3picos s\u00e3o importantes centros de diversidade biol\u00f3gica. 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