{"id":20713,"date":"2021-09-29T10:40:13","date_gmt":"2021-09-29T13:40:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/?p=20713"},"modified":"2021-12-22T11:09:21","modified_gmt":"2021-12-22T13:09:21","slug":"mais-recente-edicao-da-revista-do-if-traz-trabalhos-cientificos-ineditos-sobre-ciencias-florestais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/2021\/09\/mais-recente-edicao-da-revista-do-if-traz-trabalhos-cientificos-ineditos-sobre-ciencias-florestais\/","title":{"rendered":"Mais recente edi\u00e7\u00e3o da Revista do IF traz trabalhos cient\u00edficos in\u00e9ditos sobre ci\u00eancias florestais"},"content":{"rendered":"<p>A edi\u00e7\u00e3o completa da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/publicacoes-if\/revista-do-if\/revista-v-33-no1\/\">Revista do Instituto Florestal v. 33 n. 1<\/a> j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel. Este n\u00famero traz 6 artigos e 1 nota cient\u00edfica que abordam e relacionam diferentes \u00e1reas do conhecimento vinculadas \u00e0s ci\u00eancias florestais. Todos os trabalhos fornecem subs\u00eddios ao manejo florestal, seja ele voltado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o ou \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Revista traz <strong>estudos gen\u00e9ticos aplicados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o florestal<\/strong>. O artigo que abre a revista \u00e9 uma pesquisa de anatomia da madeira com clones de seringueira (<em>Hevea brasiliensis<\/em>) em um plantio experimental em Selv\u00edria, no Mato Grosso do Sul. Outro estudo traz o invent\u00e1rio flor\u00edstico do Arboreto \u201cGustavo Edwall\u201d, implantado em 1914 na capital paulista, e busca detectar se ainda h\u00e1 esp\u00e9cies remanescentes do plantio original.<\/p>\n<p>A mais recente edi\u00e7\u00e3o da revista tamb\u00e9m apresenta a pesquisa que avaliou a <strong>aplica\u00e7\u00e3o de produtos naturais<\/strong> para preservar os colmos (o caule caracter\u00edstico de plantas como o bambu) de esp\u00e9cies do g\u00eanero <em>Gradua<\/em> <strong>contra organismos xil\u00f3fagos<\/strong>.<\/p>\n<p>As pesquisas relacionadas \u00e0 fauna geralmente t\u00eam grande apelo junto a diferentes p\u00fablicos. Uma delas avaliou a riqueza de esp\u00e9cies e a frequ\u00eancia de mam\u00edferos de m\u00e9dio e grande porte na Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica Barreiro Rico, no munic\u00edpio paulista de Anhembi. Foram encontradas 35 esp\u00e9cies nativas (30,8% amea\u00e7adas) e tr\u00eas ex\u00f3ticas. Um outro estudo identificou a presen\u00e7a do jabuti-piranga na \u00e1rea das cont\u00edguas Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica e Floresta Estadual do Noroeste Paulista, nos munic\u00edpios de Mirassol e S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto. O jabuti n\u00e3o consta nas lista recentes de esp\u00e9cies nativas de r\u00e9pteis do estado de S\u00e3o Paulo e provavelmente os indiv\u00edduos observados s\u00e3o provenientes de soltura de animais que estavam em cativeiro. No entanto, apresentam <strong>baixo potencial de impacto \u00e0 biota nativa<\/strong>.<\/p>\n<p>Em outra pesquisa publicada, foi estudada a germina\u00e7\u00e3o de <em>Dodonaea viscosa<\/em>, uma esp\u00e9cie\u00a0 arb\u00f3rea ex\u00f3tica de origem australiana com <strong>potencial para a recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas<\/strong> por seu r\u00e1pido crescimento, mas que pode ser considerada invasora por tolerar a seca e formar bancos de sementes no solo. Os testes demonstraram que suas sementes possuem caracter\u00edsticas tamb\u00e9m observadas em esp\u00e9cies pioneiras e invasoras, como <em>Leucaena leucocephala<\/em> e <em>Pinus spp.<\/em>, caracterizando-a como tal.<\/p>\n<p>Outro artigo traz a pesquisa que avaliou a reprodu\u00e7\u00e3o da pupunheira, <strong>esp\u00e9cie de palmeira de grande valor comercial<\/strong>, em tr\u00eas locais do Estado de S\u00e3o Paulo (Pariquera-A\u00e7u, Pindorama e Mococa), relacionando os padr\u00f5es observados com elementos clim\u00e1ticos. Os experimentos foram realizados na Cole\u00e7\u00e3o de Pupunheiras do IAC, plantadas em setembro de 1992. A \u00e9poca de flora\u00e7\u00e3o da pupunha depende do local onde a palmeira \u00e9 cultivada. O tempo m\u00e9dio para o cultivo da pupunheira \u00e9 41, 50 e 43 dias para palmeiras cultivadas em Pariquera-A\u00e7u, Pindorama e Mococa, respectivamente. A frutifica\u00e7\u00e3o em Pindorama dura 116 dias, com um ciclo total de 166 dias.<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o deste n\u00famero da Revista do IF re\u00fane o trabalho de 37 autores, sendo nove<span style=\"color: #993300\">\u00a0<\/span>do Instituto Florestal e os restantes oriundos de diferentes institui\u00e7\u00f5es de ensino e pesquisa: Instituto Agron\u00f4mico de Campinas (IAC), Funda\u00e7\u00e3o Florestal, Escola Superior de Agricultura &#8220;Luiz de Queiroz&#8221; da Universidade de S\u00e3o Paulo (ESALQ\/USP),Universidade Estadual Paulista &#8220;J\u00falio de Mesquita Filho&#8221; (Unesp) &#8211; campus de Botucatu e campus de Ilha Solteira,\u00a0 Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar), Universidade Federal do Acre (UFAC), Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e\u00a0Universidad Nacional Amaz\u00f3nica de Madre de Dios (UNAMAD), do Peru.<\/p>\n<p>A Revista do Instituto Florestal \u00e9 um peri\u00f3dico cient\u00edfico interdisciplinar, de acesso livre, e est\u00e1 recebendo novos trabalhos. Se interessou em submeter um artigo? Saiba mais nas\u00a0<a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/iflorestal\/2015\/10\/Revista-IF_Instru%C3%A7%C3%B5es-aos-autores.pdf\">instru\u00e7\u00f5es aos autores<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A edi\u00e7\u00e3o completa da\u00a0Revista do Instituto Florestal v. 33 n. 1 j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel. Este n\u00famero traz 6 artigos e 1 nota cient\u00edfica que abordam e relacionam diferentes \u00e1reas do conhecimento vinculadas \u00e0s ci\u00eancias florestais. Todos os trabalhos fornecem subs\u00eddios ao manejo florestal, seja ele voltado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o ou \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o. 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