{"id":16849,"date":"2019-05-27T22:53:32","date_gmt":"2019-05-28T01:53:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/?p=16849"},"modified":"2019-05-27T22:59:35","modified_gmt":"2019-05-28T01:59:35","slug":"estudo-na-estacao-experimental-de-luiz-antonio-avalia-a-madeira-de-especies-nativas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/2019\/05\/estudo-na-estacao-experimental-de-luiz-antonio-avalia-a-madeira-de-especies-nativas\/","title":{"rendered":"Estudo na Est. Experimental de Luiz Antonio avalia a madeira de esp\u00e9cies nativas para contribuir com o cultivo e o uso racional"},"content":{"rendered":"<p>A madeira \u00e9 um dos primeiros recursos usados pela humanidade. Sua utilidade vai desde constru\u00e7\u00e3o civil at\u00e9 objetos decorativos. Mas como saber qual madeira \u00e9 a melhor e mais indicada para cada fun\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Um estudo publicado na <a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/publicacoes-if\/revista-do-if\/\">Revista do Instituto Florestal<\/a> avaliou o crescimento e a anatomia da madeira de duas esp\u00e9cies florestais para identificar quais os melhores usos para cada uma, contribuindo assim para o cultivo racional de esp\u00e9cies e para o combate \u00e0 extra\u00e7\u00e3o ilegal.\u00a0Os autores escolheram o pau-marfim e a canaf\u00edstula.<\/p>\n<p>As esp\u00e9cies estudadas est\u00e3o em um plantio de 42 anos na <a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/areas-protegidas\/estacoes-experimentais\/luiz-antonio\/\">Esta\u00e7\u00e3o Experimental de Luiz Antonio<\/a>. Segundo o pesquisador cient\u00edfico Miguel Luiz Menezes Freitas, na \u00e9poca do plantio pouco se sabia sobre o desenvolvimento destas esp\u00e9cies. \u201cS\u00e3o realizadas leituras peri\u00f3dicas nos ensaios para ver como est\u00e1 o crescimento deste material e para identificar outras informa\u00e7\u00f5es silviculturais das esp\u00e9cies, como por exemplo, se elas se adaptaram bem \u00e0 regi\u00e3o, se est\u00e3o tendo alguma praga ou doen\u00e7a, ou se est\u00e3o interagindo umas com as outras\u201d, explica.<\/p>\n<p>Miguel relata que in\u00fameras pesquisas que podem ser feitas ao longo do tempo e destaca a import\u00e2ncia deste estudo que avaliou a qualidade e a anatomia da madeira. \u201cPoucas pessoas t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de descobrir essas informa\u00e7\u00f5es. Isto porque as universidades e muitos institutos de pesquisas n\u00e3o t\u00eam contato com este material durante tantos anos\u201d, explica.<\/p>\n<p>O estudo utilizou em um banco de germoplasma, que nada mais \u00e9 do que um local que tem a fun\u00e7\u00e3o de caracterizar, conservar e documentar as informa\u00e7\u00f5es de um determinado material gen\u00e9tico. \u201cGeralmente os bancos servem para dois fins muito importantes. O primeiro \u00e9 a restaura\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas. Neste caso, quanto mais variabilidade gen\u00e9tica, melhor, j\u00e1 que queremos deix\u00e1-la a mais natural poss\u00edvel com maior n\u00famero de indiv\u00edduos diferentes. E o segundo refere-se \u00e0 produ\u00e7\u00e3o madeireira, com a sele\u00e7\u00e3o das \u00e1rvores que apresentaram melhor crescimento entre todas as outras. O nosso estudo tem o objetivo de avaliar se a madeira \u00e9 boa para algum tipo de uso e como ela pode ser trabalhada\u201d, completa Miguel.<\/p>\n<p>Como resultado da pesquisa, a canaf\u00edstula apresentou maior desenvolvimento quando comparada ao pau-marfim. Portanto, se um produtor buscar uma madeira mais forte e mais densa, embora com um ciclo mais longo, a indicada \u00e9 esta. J\u00e1 quem quiser maior produtividade com um ciclo mais r\u00e1pido, dever\u00e1 escolher a canaf\u00edstula. \u201cCada esp\u00e9cie cresce de um jeito. Por isso temos v\u00e1rias esp\u00e9cies nos bancos e \u00e9 necess\u00e1rio avaliar uma por uma para diagnosticar o potencial de cada uma\u201d, conclui o pesquisador.<\/p>\n<p>A Esta\u00e7\u00e3o Experimental de Luiz Antonio \u00e9 uma das unidades do Instituto Florestal (IF) que mais guarda bancos de germoplasma.<\/p>\n<p>O projeto de pesquisa tem coordena\u00e7\u00e3o do pesquisador cient\u00edfico do IF Eduardo Luiz Longui. Al\u00e9m de Miguel Luiz Menezes Freitas, estudo teve a participa\u00e7\u00e3o de Paulo S\u00e9rgio Ferreira, t\u00e9cnico da Esta\u00e7\u00e3o Experimental de Luiz Antonio. Tamb\u00e9m \u00e9 autora do artigo Bruna Zanatto, p\u00f3s doutoranda da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Jaboticabal e que j\u00e1 foi bolsista de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica no Instituto.<\/p>\n<p>Para conferir o artigo <a href=\"https:\/\/smastr16.blob.core.windows.net\/iflorestal\/2019\/05\/rif30-2_121-130.pdf\">clique aqui<\/a><\/p>\n<p><strong>Foto:<\/strong> Acervo Instituto Florestal<\/p>\n<p><strong>Mais informa\u00e7\u00f5es:<\/strong> Tel. (11) 2231-8555 \/ Ramal 2022<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A madeira \u00e9 um dos primeiros recursos usados pela humanidade. Sua utilidade vai desde constru\u00e7\u00e3o civil at\u00e9 objetos decorativos. Mas como saber qual madeira \u00e9 a melhor e mais indicada para cada fun\u00e7\u00e3o? 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