{"id":12403,"date":"2016-12-23T12:35:59","date_gmt":"2016-12-23T14:35:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/?p=12403"},"modified":"2016-12-23T12:37:17","modified_gmt":"2016-12-23T14:37:17","slug":"curso-de-hidrologia-florestal-do-if-traz-decadas-de-tradicao-em-difusao-do-conhecimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/2016\/12\/curso-de-hidrologia-florestal-do-if-traz-decadas-de-tradicao-em-difusao-do-conhecimento\/","title":{"rendered":"Curso de Hidrologia Florestal do IF traz d\u00e9cadas de tradi\u00e7\u00e3o em difus\u00e3o do conhecimento"},"content":{"rendered":"<p>O Instituto Florestal (IF) realizou de 05 a 07 de dezembro\u00a0o <strong>12\u00ba Curso de Hidrologia Florestal<\/strong>, no Laborat\u00f3rio de Hidrologia Florestal Walter Emmerich, localizado no N\u00facleo Cunha do Parque Estadual da Serra do Mar (PESM).<\/p>\n<p>O curso foi oferecido aos alunos de gradua\u00e7\u00e3o em geografia da Universidade Estadual Paulista &#8220;J\u00falio de Mesquita Filho&#8221; (Unesp) de Ourinhos, que puderam conhecer as instala\u00e7\u00f5es de pesquisa do laborat\u00f3rio. As palestras e aulas pr\u00e1ticas de campo foram ministradas pelos pesquisadores cient\u00edficos do IF Maur\u00edcio Ranzini e Francisco Arcova.<\/p>\n<p>Este\u00a0foi o \u00faltimo de um total de seis eventos realizados no ano de 2016, com a participa\u00e7\u00e3o de aproximadamente 140 estudantes de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o. &#8220;Neste ano realizamos do 9\u00ba ao 12\u00ba Curso de Hidrologia Florestal,\u00a0o 25\u00ba Workshop de Bacias Hidrogr\u00e1ficas em Botucatu e\u00a0ministramos como convidados uma disciplina na Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp) de Diadema&#8221;, relata\u00a0Ranzini.<a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-12437\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1.jpg\" width=\"600\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1.jpg 1000w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1-360x270.jpg 360w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1-207x155.jpg 207w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1-129x97.jpg 129w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1-68x51.jpg 68w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1-268x201.jpg 268w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1-132x99.jpg 132w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1-70x53.jpg 70w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1-330x248.jpg 330w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0929_1-69x52.jpg 69w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Sinergia entre as institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas estaduais<br \/>\n<\/strong>&#8220;O curso surgiu a partir de demanda das universidades para que os receb\u00eassemos&#8221;conta o pesquisador Maur\u00edcio Ranzini. &#8220;Na d\u00e9cada de 1990 estabeleceu-se uma\u00a0coopera\u00e7\u00e3o com a Unesp de Botucatu \u00a0que come\u00e7ou a organizar, junto ao Instituto Florestal, o evento anual Workshop de Bacias Hidrogr\u00e1ficas. Um professor tinha conhecido nosso laborat\u00f3rio, e como eles n\u00e3o tinham um l\u00e1 na universidade, solicitou essa parceria. A\u00ed outras universidades (Unesp de\u00a0Ourinhos, Unesp \u00a0de Sorocaba, Universidade Federal ural do Rio de Janeiro, Unifesp Diadema) tamb\u00e9m come\u00e7aram a requisitar\u00a0visitas e n\u00f3s come\u00e7amos a organizar esses cursos. A\u00a0partir de um determinado ano, passamos a cham\u00e1-lo de curso de hidrologia florestal. N\u00e3o \u00e9 um curso regular que abre inscri\u00e7\u00f5es, mas s\u00e3o demandas de universidades e pesquisadores interessados que\u00a0pedem ao IF sua realiza\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>O pesquisador ressalta a import\u00e2ncia do trabalho conjunto entre as institui\u00e7\u00f5es. &#8220;N\u00f3s organizamos a parte t\u00e9cnica e cient\u00edfica. As atividades do curso s\u00e3o ministradas por n\u00f3s, da se\u00e7\u00e3o de engenharia florestal do Instituto. Mas a administra\u00e7\u00e3o do local \u00e9 da Funda\u00e7\u00e3o Florestal (FF). Ent\u00e3o essa parte de log\u00edstica, hospedagem, alimenta\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada por eles, atrav\u00e9s do gestor do N\u00facleo de Cunha&#8221; informa.<\/p>\n<p>Os alunos t\u00eam a oportunidade de entrar em contato com os equipamentos\u00a0e conhecer as\u00a0estruturas do Laborat\u00f3rio de Hidrologia. &#8220;Primeiro damos\u00a0aulas te\u00f3ricas. Mas como ningu\u00e9m quer viajar horas para depois ficar o tempo todo sentado, passamos\u00a0o m\u00ednimo necess\u00e1rio sobre a\u00a0hist\u00f3ria do Laborat\u00f3rio e as atividades e pesquisas ali realizadas. A\u00ed vamos a campo&#8221;, refor\u00e7a Ranzini. \u00a0&#8220;Temos tr\u00eas microbacias \u00a0experimentais, tr\u00eas lis\u00edmetros&#8230; \u00a0toda uma estrutura que permite que os pr\u00f3prios alunos possam aprender a fazer as medi\u00e7\u00f5es. N\u00e3o adianta ficar s\u00f3 no livro sem praticar&#8221; afirma.<\/p>\n<p>&#8220;A universidade tem um enfoque bastante te\u00f3rico e muitas vezes n\u00e3o tem as condi\u00e7\u00f5es de fazer a coisa na pr\u00e1tica. Toda teoria deve ser acompanhada de pr\u00e1tica. E esse \u00e9 o forte dos nossos cursos&#8221; , complementa Francisco Arcova.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Tradi\u00e7\u00e3o na difus\u00e3o do conhecimento<br \/>\n<\/strong>Uma coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica\u00a0estabelecida\u00a0com o governo do Jap\u00e3o na d\u00e9cada de 1980\u00a0resultou na cria\u00e7\u00e3o do Laborat\u00f3rio de Hidrologia Florestal Walter Emmerich.\u00a0Pode-se dizer que foi o laborat\u00f3rio \u00e9 pioneiro em pesquisas de hidrologia florestal em Mata Atl\u00e2ntica. &#8220;No mundo havia\u00a0muita pesquisa em clima temperado, mas na regi\u00e3o dos tr\u00f3picos sempre foi algo mais restrito&#8221;, conta Ranzini. &#8220;Os japoneses dotaram uma \u00e1rea nossa de infraestrutura em hidrologia florestal\u00a0e\u00a0capacitaram pesquisadores do Instituto Florestal. A\u00a0nossa miss\u00e3o era transmitir os conhecimentos para os pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul e tamb\u00e9m para os pa\u00edses lus\u00f3fonos da \u00c1frica. Na d\u00e9cada de 1990,\u00a0foram realizados 10 cursos de manejo de bacias hidrogr\u00e1ficas patrocinados pelo governo do Jap\u00e3o. Mas quem deu o curso foram pesquisadores do IF&#8221;, relata Arcova.<\/p>\n<p>O patroc\u00ednio dos japoneses terminou em 1999, mas o Instituto deu prosseguimento. &#8220;Os japoneses at\u00e9 comentam que de todos projetos que eles tem no mundo inteiro, foi a primeira vez um\u00a0projeto teve continuidade depois que eles foram embora&#8221;, descontrai\u00a0Ranzini.<\/p>\n<p>Arcova calcula que cerca de 1500 pessoas j\u00e1 foram capacitadas em hidrologia florestal pelo IF.<\/p>\n<p>&#8220;Muitos dos que vieram fazer nossos cursos t\u00eam hoje altos cargos em seus pa\u00edses, at\u00e9 ministros&#8221;, cita Ranzini. Um desses casos resultou na Coopera\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica firmada\u00a0com o governo do Equador em 2012.<\/p>\n<p>Referindo-se aos alunos dos cursos mais recentes, Arcova menciona que eles ficam muito interessados ao descobrirem\u00a0que o projeto gerou muita informa\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. &#8220;At\u00e9 hoje continuamos publicando artigos cient\u00edficos e esses resultados s\u00e3o mostrados nas palestras&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o IF que desenvolve pesquisa em Cunha. O Laborat\u00f3rio \u00e9 aberto a quem quiser. J\u00e1 tivemos v\u00e1rios colegas das universidades que foram l\u00e1 pra realizar seus mestrados e doutorados. Alunos de gradua\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m podem solicitar para\u00a0realizarem por l\u00e1\u00a0as pesquisas de seus Trabalhos de Conclus\u00e3o de Curso&#8221;, informa\u00a0Ranzini.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone wp-image-12436\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1.jpg\" width=\"600\" height=\"450\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1.jpg 1000w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1-360x270.jpg 360w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1-207x155.jpg 207w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1-129x97.jpg 129w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1-68x51.jpg 68w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1-268x201.jpg 268w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1-132x99.jpg 132w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1-70x53.jpg 70w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1-330x248.jpg 330w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2016\/12\/IMG_0928_1-69x52.jpg 69w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Protegendo a \u00e1gua para a popula\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nA\u00a0primeira bacia hidrogr\u00e1fica experimental do Laborat\u00f3rio Walter Emmerich come\u00e7ou a ser monitorada em 1982. S\u00e3o quase 35 anos de monitoramento cont\u00ednuo.\u00a0Arcova explica que estudos hidrol\u00f3gicos s\u00e3o de longo prazo, pois os projetos de hidrologia florestal dependem em parte da variabilidade clim\u00e1tica. &#8220;O clima em regi\u00f5es tropicais varia bastante\u00a0entre os anos. Ent\u00e3o \u00e9 preciso\u00a0ter uma s\u00e9rie hist\u00f3rica representativa para que se possa realmente confiar nos resultados&#8221;, conta.<\/p>\n<p>Ranzini refor\u00e7a a import\u00e2ncia dos dados gerados no Laborat\u00f3rio. &#8220;N\u00e3o \u00e9 qualquer um que tem uma s\u00e9rie hist\u00f3ria de 30 anos.\u00a0A longo prazo estamos percebendo uma tend\u00eancia da precipita\u00e7\u00e3o a diminuir&#8221;, alerta.<\/p>\n<p>A localiza\u00e7\u00e3o do Laborat\u00f3rio \u00e9 estrat\u00e9gica, visto que aquela \u00e1rea \u00e9 produtora de \u00e1gua. A\u00a0bacia hidrogr\u00e1fica do Rio Para\u00edba do Sul abastece in\u00fameras cidades do Vale do Para\u00edba em S\u00e3o Paulo e no Rio de Janeiro. Ela tem dois grandes rios que d\u00e3o inicio ao Rio Para\u00edba do Sul: o Rio Paraitinga e o Rio Paraibuna. As nascentes do Paraibuna est\u00e3o a aproximadamente 15km de dist\u00e2ncia do Laborat\u00f3rio. Deste modo\u00a0toda a pesquisa realizada ali \u00e9 bastante importante para o conhecimento do comportamento hidrol\u00f3gico da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O\u00a0Rio Para\u00edba do Sul, que abastece quase 9 milh\u00f5es de habitantes somente no Rio de Janeiro. O\u00a0Rio Paraibuna \u00e9 quase que todo protegido em fun\u00e7\u00e3o do Parque Estadual da Serra do Mar, com exce\u00e7\u00e3o desses 15km que est\u00e3o fora e t\u00eam basicamente agricultura de subsist\u00eancia\u00a0e pastagens.\u00a0Mas quando est\u00e1 dentro do Parque, fica totalmente protegido at\u00e9 a represa de Paraibuna.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fotos:<\/strong> Acervo Instituto Florestal<\/p>\n<p><strong>Mais informa\u00e7\u00f5es:<\/strong>\u00a0Maur\u00edcio Ranzini e Francisco Arcova \u2013 Tel.(11) 2231-8555 \/ Ramal 2030<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Instituto Florestal (IF) realizou de 05 a 07 de dezembro\u00a0o 12\u00ba Curso de Hidrologia Florestal, no Laborat\u00f3rio de Hidrologia Florestal Walter Emmerich, localizado no N\u00facleo Cunha do Parque Estadual da Serra do Mar (PESM). 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