{"id":10740,"date":"2015-12-18T09:19:59","date_gmt":"2015-12-18T11:19:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/?p=10740"},"modified":"2016-01-27T10:33:35","modified_gmt":"2016-01-27T12:33:35","slug":"instituto-florestal-participa-do-vi-simposio-de-restauracao-ecologica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/2015\/12\/instituto-florestal-participa-do-vi-simposio-de-restauracao-ecologica\/","title":{"rendered":"Instituto Florestal participa do VI Simp\u00f3sio de Restaura\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica"},"content":{"rendered":"<p>De 09 a 13 de novembro, foi realizado em S\u00e3o Paulo o VI Simp\u00f3sio de Restaura\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica. O encontro teve como tema \u201cNovos Rumos e Perspectivas\u201d e reuniu renomados especialistas do Brasil e internacionais. Com o Instituto Florestal como parceiro, o evento ofereceu minicursos, palestras e apresenta\u00e7\u00f5es de trabalhos cient\u00edficos.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-10741\" style=\"line-height: 1.5em\" alt=\"VIRAD_11-10-15_01\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/12\/VIRAD_11-10-15_01.jpg\" width=\"600\" srcset=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/12\/VIRAD_11-10-15_01.jpg 886w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/12\/VIRAD_11-10-15_01-300x201.jpg 300w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/12\/VIRAD_11-10-15_01-404x270.jpg 404w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/12\/VIRAD_11-10-15_01-232x155.jpg 232w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/12\/VIRAD_11-10-15_01-145x97.jpg 145w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/12\/VIRAD_11-10-15_01-68x45.jpg 68w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/12\/VIRAD_11-10-15_01-129x86.jpg 129w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/12\/VIRAD_11-10-15_01-148x99.jpg 148w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/12\/VIRAD_11-10-15_01-70x46.jpg 70w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/12\/VIRAD_11-10-15_01-330x220.jpg 330w, https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-content\/uploads\/sites\/234\/2015\/12\/VIRAD_11-10-15_01-69x46.jpg 69w\" sizes=\"(max-width: 886px) 100vw, 886px\" \/>De acordo com o Dr. Luiz Mauro Barbosa, diretor-geral do IBt, reflorestamentos t\u00eam sido implantados com esp\u00e9cies nativas regionais, para diferentes objetivos, como a prote\u00e7\u00e3o de mananciais, estabiliza\u00e7\u00e3o de encostas, recupera\u00e7\u00e3o de habitat para fauna, entre outros. Ele ressalta que com o desenvolvimento da Ecologia da Restaura\u00e7\u00e3o como ci\u00eancia, o termo \u201crestaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica\u201d passou a ser mais bem definido. A SER \u2013 Society for Ecological Restoration (2004) \u2013 definiu a restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica como a pr\u00e1tica deliberada que visa iniciar ou acelerar a recupera\u00e7\u00e3o da sa\u00fade, integridade e sustentabilidade de um ecossistema degradado, danificado ou destru\u00eddo, seja por a\u00e7\u00f5es diretas, ou mesmo indiretas do homem. Desta forma, um ecossistema restaurado n\u00e3o necessita retornar \u00e0s suas condi\u00e7\u00f5es originais. A necessidade de se produzir e sistematizar conhecimentos sobre repovoamento vegetal para prote\u00e7\u00e3o de sistemas h\u00eddricos e a promo\u00e7\u00e3o da conserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies vegetais, especialmente as arb\u00f3reas de ocorr\u00eancia regional, utilizando modelos mais adequados a cada situa\u00e7\u00e3o nas \u00e1reas degradadas a serem recuperadas, nos diferentes biomas do Estado de S\u00e3o Paulo, levou o Instituto de Bot\u00e2nica a desenvolver projetos diretamente voltados \u00e0s pol\u00edticas p\u00fablicas neste tema. \u201cNeste contexto, se considerarmos a premissa de que conservar a biodiversidade significa reconhecer, inventariar e atuar, respeitando ao m\u00e1ximo essas diferen\u00e7as, ou seja, mantendo a maior variabilidade poss\u00edvel de organismos vivos, de comunidades e de ecossistemas, e que uma floresta tropical bem conservada chega a ter mais de 100 esp\u00e9cies nativas de estratos arbustivos e arb\u00f3reos, em um \u00fanico hectare, entende-se que a din\u00e2mica florestal s\u00f3 entra em equil\u00edbrio pelas estrat\u00e9gias de evolu\u00e7\u00e3o, desenvolvidas pelas esp\u00e9cies ao longo de centenas e milhares de anos, ou seja, a exist\u00eancia de poucos indiv\u00edduos de muitas esp\u00e9cies acaba sendo um mecanismo de autopreserva\u00e7\u00e3o das mesmas e, consequentemente, das florestas tropicais\u201d, afirma Luiz Mauro. Para ele, tal premissa, seguramente, vem resolver os problemas com plantios ou reflorestamentos com muitos indiv\u00edduos de poucas esp\u00e9cies, em que \u00e9 poss\u00edvel que um prov\u00e1vel ataque de pragas, ou ocorr\u00eancia de doen\u00e7as em uma determinada esp\u00e9cie nativa multiplique-se rapidamente pela proximidade de \u201cindiv\u00edduos irm\u00e3os\u201d. \u201c\u00c9 com essa vis\u00e3o de manter a restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica como tema atual e relevante nas pol\u00edticas p\u00fablicas do meio ambiente, fornecendo informa\u00e7\u00f5es e ferramentas sempre respaldadas no m\u00e9todo cient\u00edfico e buscando o sucesso das a\u00e7\u00f5es e projetos de restaura\u00e7\u00e3o de \u00e1reas degradadas, que se realiza este VI Simp\u00f3sio, tendo como tema os novos rumos e perspectivas da restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica\u2019, conclui, chamando toda a popula\u00e7\u00e3o para participar. No \u00e2mbito do evento, h\u00e1 uma proposta que convida ao envolvimento de todos os segmentos da sociedade, intitulada \u201cCarta da comunidade cient\u00edfica de S\u00e3o Paulo, envolvida com a organiza\u00e7\u00e3o do evento, \u00e0 popula\u00e7\u00e3o\u201d<\/p>\n<p>O pesquisador cient\u00edfico do Instituto Florestal Miguel Luiz Menezes Freitas participou como debatedor na mesa realizada no dia 12 que tinha como tema valora\u00e7\u00e3o de ecosisstemas e servi\u00e7os e discutiu: custos e benef\u00edcios da recomposi\u00e7\u00e3o florestal em bacias hidrogr\u00e1ficas; quantifica\u00e7\u00e3o de Carbono e biomassa em \u00e1reas com florestas nativas; e pagamento por servi\u00e7os ambientais como ferramenta para restaura\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica.<\/p>\n<p>O Instituto Florestal participou ainda com um estande de divulga\u00e7\u00e3o, no qual foram distribu\u00eddas publica\u00e7\u00f5es da casa.<\/p>\n<p>O evento foi promovido pelo Instituto de Bot\u00e2nica (IBt) e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SMA) e teve patroc\u00ednio do Instituto Florestal. Os minicursos aconteceram na sede do IBt e as palestras na S\u00e3o Paulo Expo (antigo Centro de Exposi\u00e7\u00f5es Imigrantes), no bairro da \u00c1gua Funda, zona sul da capital.<\/p>\n<p><strong>Foto:<\/strong> Acervo IBt<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De 09 a 13 de novembro, foi realizado em S\u00e3o Paulo o VI Simp\u00f3sio de Restaura\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica. O encontro teve como tema \u201cNovos Rumos e Perspectivas\u201d e reuniu renomados especialistas do Brasil e internacionais. Com o Instituto Florestal como parceiro, o evento ofereceu minicursos, palestras e apresenta\u00e7\u00f5es de trabalhos cient\u00edficos. De acordo com o Dr. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":102,"featured_media":10741,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[5],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10740"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/102"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10740"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10740\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10743,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10740\/revisions\/10743"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10741"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10740"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10740"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutoflorestal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10740"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}