{"id":2271,"date":"2011-11-30T12:36:46","date_gmt":"2011-11-30T12:36:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/?page_id=2271"},"modified":"2012-01-25T20:56:16","modified_gmt":"2012-01-25T22:56:16","slug":"familia-cactaceae","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/familia-cactaceae\/","title":{"rendered":"FAM\u00cdLIA CACTACEAE"},"content":{"rendered":"<h1 class=\"tl\">FAM\u00cdLIA CACTACEAE<\/h1>\n<p><strong>Respons\u00e1vel:<\/strong> Regina Tomoko Shirasuna<br \/>\n<strong>Assistente de Pesquisa, p\u00f3s-graduanda do Instituto de Bot\u00e2nica-SP<\/strong><\/p>\n<ul class=\"blt-gray\">\n<li><strong>N\u00famero de esp\u00e9cies:<\/strong> 24 <\/li>\n<li><strong>N\u00famero de acessos (esp\u00e9cimes):<\/strong> 224<\/li>\n<\/ul>\n<p>     Os centros de diversidade da fam\u00edlia Cactaceae est\u00e3o localizados no Brasil, M\u00e9xico, Peru e Bol\u00edvia, sendo que, somente no Brasil existem 37 g\u00eaneros e 233 esp\u00e9cies. Destacam-se na paisagem em diversos ecossistemas brasileiros, especialmente na caatinga nordestina. No estado de S\u00e3o Paulo temos um total de 13 g\u00eaneros e 41 esp\u00e9cies nativas presentes no cerrado e nas florestas \u00famidas da mata atl\u00e2ntica. S\u00e3o plantas perenes, geralmente com caules suculentos, fotossintetizantes, muitas vezes com ramos articulados. Tamb\u00e9m apresentam meristemas axilares, representadas por caules curtos denominados de ar\u00e9olas, de onde surgem tricomas, espinhos, flores ou raramente folhas. As flores s\u00e3o geralmente vistosas, com muitos estames, e os frutos do tipo baga s\u00e3o suculentos.<\/p>\n<p>     Nas florestas \u00famidas encontramos principalmente as esp\u00e9cies dos g\u00eaneros Rhipsalis, Hatiora e Lepismium, sendo muito apreciadas como plantas ornamentais, atraindo in\u00fameros colecionadores, com diversas esp\u00e9cies cultivadas, como os mandacarus (Cereus spp.), palmas (Opuntia spp.), como alternativo para a alimenta\u00e7\u00e3o do gado, flor-de-maio (Schlumbergera truncata) e outras esp\u00e9cies dos g\u00eaneros Echinocactus, Hylocereus e Melocactus. Algumas esp\u00e9cies apresentam frutos comest\u00edveis, com destaque para o figo-da-\u00edndia (Opuntia ficus-indica), nativo do M\u00e9xico. Al\u00e9m disto, muitos frutos s\u00e3o bastante atrativos para a avifauna. No Estado de Minas Gerais, um prato t\u00edpico chamado \u201cora-pro-nobis\u201d, \u00e9 preparado com as folhas de uma esp\u00e9cie de Pereskia.<\/p>\n<p>     A cole\u00e7\u00e3o de Cactaceae do Instituto de Bot\u00e2nica constitui-se, atualmente, de 224 esp\u00e9cimes, distribu\u00eddos em 6 g\u00eaneros e 24 esp\u00e9cies somente do Bioma Mata Atl\u00e2ntica, e destinam-se, exclusivamente, \u00e0s pesquisas cient\u00edficas, estando localizada num \u00e1rea restrita. O p\u00fablico visitante poder\u00e1 observar alguns exemplares da cole\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de visita do Jardim Bot\u00e2nico.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>FAM\u00cdLIA CACTACEAE Respons\u00e1vel: Regina Tomoko Shirasuna Assistente de Pesquisa, p\u00f3s-graduanda do Instituto de Bot\u00e2nica-SP N\u00famero de esp\u00e9cies: 24 N\u00famero de acessos (esp\u00e9cimes): 224 Os centros de diversidade da fam\u00edlia Cactaceae est\u00e3o localizados no Brasil, M\u00e9xico, Peru e Bol\u00edvia, sendo que, somente no Brasil existem 37 g\u00eaneros e 233 esp\u00e9cies. Destacam-se na paisagem em diversos ecossistemas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2271"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2271"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2271\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2468,"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2271\/revisions\/2468"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2271"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}