{"id":181,"date":"2011-11-10T19:18:15","date_gmt":"2011-11-10T19:18:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/?page_id=181"},"modified":"2020-01-16T18:06:01","modified_gmt":"2020-01-16T20:06:01","slug":"micologia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/micologia\/","title":{"rendered":"Micologia"},"content":{"rendered":"<div class=\"wc-gallery\"><div id='gallery-1' data-gutter-width='5' data-columns='2' class='gallery wc-gallery-captions-onhover gallery-link-file gallery-masonry galleryid-181 gallery-columns-2 gallery-size-thumbnail wc-gallery-bottomspace-default wc-gallery-clear'><div class='gallery-item gallery-item-position-1 gallery-item-attachment-21320'>\n\t\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/Aba-Pesquisa-cient\u00edfica_Micologia_foto-2-600x1280.jpg' title='Aba Pesquisa cient\u00edfica_Micologia_foto 2' target='_self'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/Aba-Pesquisa-cient\u00edfica_Micologia_foto-2-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/div><\/div><div class='gallery-item gallery-item-position-2 gallery-item-attachment-21321'>\n\t\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/Aba-Pesquisa-cient\u00edfica_Micologia_foto-3-600x1280.jpg' title='Aba Pesquisa cient\u00edfica_Micologia_foto 3' target='_self'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/Aba-Pesquisa-cient\u00edfica_Micologia_foto-3-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/div><\/div><div class='gallery-item gallery-item-position-3 gallery-item-attachment-21322'>\n\t\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/Aba-Pesquisa-cient\u00edfica_Micologia_foto-4.jpg' title='Aba Pesquisa cient\u00edfica_Micologia_foto 4' target='_self'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/Aba-Pesquisa-cient\u00edfica_Micologia_foto-4-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/div><\/div><div class='gallery-item gallery-item-position-4 gallery-item-attachment-21323'>\n\t\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/Aba-Pesquisa-cient\u00edfica_Micologia_foto-6.png' title='Aba Pesquisa cient\u00edfica_Micologia_foto 6' target='_self'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/Aba-Pesquisa-cient\u00edfica_Micologia_foto-6-150x150.png\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/div><\/div><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">Pesquisas em Micologia s\u00e3o desenvolvidas no Instituto de Bot\u00e2nica desde meados do s\u00e9culo XX. Tiveram in\u00edcio em 1956 com a contrata\u00e7\u00e3o do Dr. Alcides Ribeiro Teixeira, que foi diretor do Instituto, e que, com a cria\u00e7\u00e3o da Se\u00e7\u00e3o de Cript\u00f3gamos \u00e0quela \u00e9poca, trouxe o Dr. Oswaldo Fidalgo e a Dra. Maria Eneyda P. Kauffmann Fidalgo em 1960, os quais desenvolveram pesquisas em basidiomicetos. Ainda no in\u00edcio dos anos 60, foram contratados Dr. Jo\u00e3o Salvador Furtado e Dr. Adauto Ivo Milanez. O primeiro deu mais impulso ao estudo dos basidiomicetos e o segundo iniciou pesquisas em fungos aqu\u00e1ticos. Nos anos seguintes foram contratadas a Dra. Vera L\u00facia Ramos Bononi, prosseguindo com estudos sobre basidiomicetos, e a Dra. Sandra Farto Botelho Trufem, que se especializou no grupo dos zigomicetos e mais tarde das micorrizas. Em 1969, foi criada a Se\u00e7\u00e3o de Micologia e Liquenologia (SML) que chegou a contar com oito pesquisadores cient\u00edficos em 1988 e 11 em 1996, trabalhando com diferentes grupos de fungos. Com a reorganiza\u00e7\u00e3o estrutural de 2009 a SML passou para a denomina\u00e7\u00e3o de N\u00facleo de Pesquisa em Micologia (NPM) e, atualmente, conta com nove pesquisadores.<br \/>\nOs fungos s\u00e3o organismos macro ou microsc\u00f3picos importantes como decompositores, simbiontes e parasitas. S\u00e3o amplamente utilizados na ind\u00fastria aliment\u00edcia e farmac\u00eautica, al\u00e9m de alguns serem excelentes bioindicadores da qualidade ambiental. Boa parte das esp\u00e9cies ainda n\u00e3o teve sua presen\u00e7a constatada, tanto no estado de S\u00e3o Paulo como no Brasil, muito menos avaliada sua import\u00e2ncia econ\u00f4mica e para os ecossistemas onde se encontram.<br \/>\nUma das atribui\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas dos pesquisadores do NPM \u00e9 realizar pesquisas sobre a diversidade dos fungos que ocorrem nos diversos biomas do estado de S\u00e3o Paulo e no Brasil. Para tanto conta com pesquisadores capacitados a desenvolver estudos sobre Taxonomia, Sistem\u00e1tica e Ecologia de organismos aqu\u00e1ticos, fungos terrestres microsc\u00f3picos e macrosc\u00f3picos e fungos liquenizados. Os pesquisadores do NPM v\u00eam desenvolvendo projetos cient\u00edficos sobre a avalia\u00e7\u00e3o do impacto das atividades humanas sobre os ecossistemas, tais como a polui\u00e7\u00e3o a\u00e9rea, aqu\u00e1tica e do solo; estudos biotecnol\u00f3gicos, tais como a resist\u00eancia a agentes poluidores e a capacidade de biorremedia\u00e7\u00e3o de solos contaminados, contribuindo para o desenvolvimento de solu\u00e7\u00f5es alternativas para a recupera\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente. A equipe de pesquisadores est\u00e1 capacitada a realizar trabalhos que contribuem para a amplia\u00e7\u00e3o do conhecimento da diversidade de fungos, abrangendo a descri\u00e7\u00e3o de novas esp\u00e9cies para a Ci\u00eancia e, mais recentemente, incluindo Biologia Molecular como relevante ferramenta complementar nesses estudos.<br \/>\nA equipe tamb\u00e9m est\u00e1 qualificada para treinar estagi\u00e1rios de capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, orientar estagi\u00e1rios de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica (incluindo monografias de conclus\u00e3o de cursos de gradua\u00e7\u00e3o), ministrar disciplinas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e orientar alunos de mestrado, doutorado e p\u00f3s-doutorado tanto do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o do Instituto de Bot\u00e2nica quanto de outras institui\u00e7\u00f5es de ensino superior no Brasil.<br \/>\nO NPM abriga e \u00e9 respons\u00e1vel pelo Herb\u00e1rio de Fungos, parte do Herb\u00e1rio Cient\u00edfico Maria Eneyda P. Kauffmann Fidalgo (SP), onde est\u00e3o depositadas mais de 30.000 exsicatas que documentam a biodiversidade f\u00fangica (incluindo fungos liquenizados) existente nos ecossistemas brasileiros e do mundo, e ainda preserva parte da Cole\u00e7\u00e3o de Culturas de Algas, Cianobact\u00e9rias e Fungos (CCIBt), constitu\u00edda por cerca de 1.500 esp\u00e9cimes de fungos terrestres e aqu\u00e1ticos, que est\u00e3o dispon\u00edveis para fins did\u00e1ticos e de pesquisa cient\u00edfica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisas em Micologia s\u00e3o desenvolvidas no Instituto de Bot\u00e2nica desde meados do s\u00e9culo XX. Tiveram in\u00edcio em 1956 com a contrata\u00e7\u00e3o do Dr. Alcides Ribeiro Teixeira, que foi diretor do Instituto, e que, com a cria\u00e7\u00e3o da Se\u00e7\u00e3o de Cript\u00f3gamos \u00e0quela \u00e9poca, trouxe o Dr. Oswaldo Fidalgo e a Dra. Maria Eneyda P. 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