{"id":17118,"date":"2014-06-10T16:06:09","date_gmt":"2014-06-10T19:06:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/?page_id=17118"},"modified":"2018-02-02T16:55:31","modified_gmt":"2018-02-02T18:55:31","slug":"palinologia-colecao-cientifica-palinoteca","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/palinologia\/palinologia-colecao-cientifica-palinoteca\/","title":{"rendered":"Palinologia  &#8211; Cole\u00e7\u00e3o cient\u00edfica &#8211; Palinoteca"},"content":{"rendered":"<div class=\"wc-gallery\"><div id='gallery-1' data-gutter-width='5' data-columns='1' class='gallery wc-gallery-captions-onhover gallery-link-file gallery-masonry galleryid-17118 gallery-columns-1 gallery-size-thumbnail wc-gallery-bottomspace-default wc-gallery-clear'><div class='gallery-item gallery-item-position-1 gallery-item-attachment-17123'>\n\t\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/Palinologia_Palinoteca-600x644.jpg' title='Palinologia_Palinoteca' target='_self'><img width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/Palinologia_Palinoteca-150x150.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/div><\/div><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">A Palinoteca ou cole\u00e7\u00e3o de l\u00e2minas de microscopia permanentes contendo gr\u00e3os de p\u00f3len e esporos de samambaias e lic\u00f3fitas do Instituto de Bot\u00e2nica (IBt) est\u00e1 sediada no N\u00facleo de Pesquisa em Palinologia do Centro de Pesquisa em Plantas Vasculares. A cole\u00e7\u00e3o pertence ao Governo do Estado de S\u00e3o Paulo e tem como miss\u00e3o gerar e subsidiar pesquisas e projetos cient\u00edficos na \u00e1rea palinol\u00f3gica e biogeogr\u00e1fica, bem como ser deposit\u00e1ria de esp\u00e9cimes pol\u00ednicos e esporos provenientes de pesquisas realizadas no \u00e2mbito nacional e internacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Palinoteca do Instituto de Bot\u00e2nica teve in\u00edcio na d\u00e9cada de 60 do s\u00e9culo XX, com a cole\u00e7\u00e3o de l\u00e2minas de Cerrado advinda das pesquisas desenvolvidas pelo grupo liderado pela Dra. Maria L\u00e9a Salgado-Labouriau, no Laborat\u00f3rio de Fisiologia Vegetal da Se\u00e7\u00e3o de Geobot\u00e2nica. Em 1969, a cole\u00e7\u00e3o foi transferida para o Edif\u00edcio da Fitotaxonomia, na Se\u00e7\u00e3o de Dicotiled\u00f4neas, sob a curadoria da Dra. Therezinha Sant\u00b4Anna Melhem, local onde permanece at\u00e9 os dias atuais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Pelo Decreto 55.165 que instituiu o novo organograma do Instituto de Bot\u00e2nica publicado em 15 de dezembro de 2009 no Di\u00e1rio Oficial de S\u00e3o Paulo a Se\u00e7\u00e3o de Dicotiled\u00f4neas passou a ser denominada N\u00facleo de Pesquisa em Palinologia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00a0O N\u00facleo de Pesquisa em Palinologia conta com uma \u00e1rea de 300 m<sup>2 <\/sup>onde se encontram dois laborat\u00f3rios de prepara\u00e7\u00e3o de amostras palinol\u00f3gicas (um para material atual e o outro para material f\u00f3ssil), sala de microscopia com microsc\u00f3pios fot\u00f4nicos e estereomicrosc\u00f3pios, sala de aula para 25 pessoas, assim como salas de pesquisadores, alunos e estagi\u00e1rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Palinoteca passou por uma reforma em 1998 com recursos oriundos da FAPESP, ampliando seus espa\u00e7os e adquirindo novos arm\u00e1rios com gavetas para acomoda\u00e7\u00e3o das l\u00e2minas de microscopia horizontalmente, planejados especialmente para a cole\u00e7\u00e3o, possibilitando dessa forma sua expans\u00e3o para at\u00e9 180.000 l\u00e2minas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A Palinoteca de refer\u00eancia, sob guarda do N\u00facleo de Pesquisa em Palinologia do Instituto de Bot\u00e2nica, \u00e9 uma das maiores cole\u00e7\u00f5es do Brasil, contando com gr\u00e3os de p\u00f3len e esporos de samambaias e lic\u00f3fitas da atualidade provenientes de v\u00e1rias \u00e1reas do pa\u00eds. A representatividade da cole\u00e7\u00e3o tem predomin\u00e2ncia de determinadas fam\u00edlias bot\u00e2nicas. Atualmente, s\u00e3o mais de 25.000 l\u00e2minas de microscopia catalogadas pertencentes a 3.500 esp\u00e9cies brasileiras organizadas em sua maioria de acordo com Cronquist (1981, 1988), com as mais novas inclus\u00f5es de l\u00e2minas conforme a APG II e APG III, sendo que aproximadamente 70% das esp\u00e9cies inclu\u00eddas na Palinoteca possuem voucher depositado no herb\u00e1rio do Instituto de Bot\u00e2nica de S\u00e3o Paulo. Na referida cole\u00e7\u00e3o encontram\u2010se gr\u00e3os de p\u00f3len de esp\u00e9cies da Mata Atl\u00e2ntica, Cerrado, Restinga, entre outros. Neste acervo, est\u00e3o depositadas somente as l\u00e2minas de microscopia permanentes com o p\u00f3len e esporos procedentes de coletas cujas plantas foram determinadas por especialistas nas diversas fam\u00edlias bot\u00e2nicas. Para a inclus\u00e3o na cole\u00e7\u00e3o de refer\u00eancia, o p\u00f3len ou o esporo \u00e9 extra\u00eddo de exsicatas depositadas em diversos herb\u00e1rios nacionais e, em alguns casos, de material fresco, sempre determinado pelos especialistas. O m\u00e9todo de prepara\u00e7\u00e3o utilizado \u00e9 a acet\u00f3lise onde os gr\u00e3os de p\u00f3len s\u00e3o acetolizados e montados em l\u00e2minas de microscopia com gelatina glicerinada e vedadas com parafina, tornando-se, portanto, permanentes. O p\u00f3len e esporo s\u00e3o depositados na cole\u00e7\u00e3o de refer\u00eancia somente ap\u00f3s serem medidos, descritos morfologicamente, fotografados, e apresentados em publica\u00e7\u00f5es cient\u00edficas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A documenta\u00e7\u00e3o da cole\u00e7\u00e3o de refer\u00eancia \u00e9 feita atrav\u00e9s do registro no cat\u00e1logo geral (livro) e no sistema de gerenciamento de banco de dados do Microsoft Office Access (MSAccess), onde \u00e9 inserido o n\u00famero de registro da exsicata (n.\u00ba de tombo), sigla do herb\u00e1rio, sobrenome e n\u00famero do coletor, nome da fam\u00edlia, nome da esp\u00e9cie, local e data de coleta, bioma, localiza\u00e7\u00e3o das l\u00e2minas de microscopia nas gavetas dos arm\u00e1rios em que se encontram depositadas e quantidades de l\u00e2minas de cada esp\u00e9cie. Todas as l\u00e2minas da cole\u00e7\u00e3o est\u00e3o acondicionadas em arm\u00e1rios de madeira com gavetas horizontais apropriadas para a cole\u00e7\u00e3o e devidamente numeradas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Como fruto dos trabalhos desenvolvidos no N\u00facleo de Pesquisa em Palinologia ao longo dos anos um importante e distinto acervo palinol\u00f3gico est\u00e1 constitu\u00eddo como Palinoteca Ecol\u00f3gica e Paleoecol\u00f3gica. Neste acervo est\u00e3o depositadas todas as l\u00e2minas de microscopia permanentes procedentes de coletas de material Quatern\u00e1rio de superf\u00edcie (provenientes de transectos) e subsuperf\u00edcie (resultado de perfura\u00e7\u00f5es de sedimentos lacustres e turfeiras), al\u00e9m das laminas resultantes das pesquisas de poliniza\u00e7\u00e3o zo\u00f3fila e anem\u00f3fila.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Atualmente a acessibilidade dos dados da Palinoteca \u00e9 somente feita no pr\u00f3prio N\u00facleo de Pesquisa em Palinologia, atrav\u00e9s da consulta <i>in loco<\/i>, sem interc\u00e2mbio (empr\u00e9stimo, doa\u00e7\u00e3o e permuta).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Palinoteca ou cole\u00e7\u00e3o de l\u00e2minas de microscopia permanentes contendo gr\u00e3os de p\u00f3len e esporos de samambaias e lic\u00f3fitas do Instituto de Bot\u00e2nica (IBt) est\u00e1 sediada no N\u00facleo de Pesquisa em Palinologia do Centro de Pesquisa em Plantas Vasculares. 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