{"id":167,"date":"2011-11-10T18:48:21","date_gmt":"2011-11-10T18:48:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/?page_id=167"},"modified":"2020-01-16T18:07:28","modified_gmt":"2020-01-16T20:07:28","slug":"briologia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/briologia\/","title":{"rendered":"Briologia"},"content":{"rendered":"<div class=\"wc-gallery\"><div id='gallery-1' data-gutter-width='5' data-columns='1' class='gallery wc-gallery-captions-onhover gallery-link-file gallery-masonry galleryid-167 gallery-columns-1 gallery-size-thumbnail wc-gallery-bottomspace-default wc-gallery-clear'><div class='gallery-item gallery-item-position-1 gallery-item-attachment-168'>\n\t\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/2010-07-07-Campylopus-DFPeralta.jpg' title='Campylopus' target='_self'><img width=\"200\" height=\"200\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/2010-07-07-Campylopus-DFPeralta.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<div class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\t\t<p>\n\t\t\t\t\t\tCampylopus\n\t\t\t\t\t\t<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/div><\/div><div class='gallery-item gallery-item-position-2 gallery-item-attachment-169'>\n\t\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/2010-07-07-Isotachis-DFPeralta.jpg' title='Isotachis' target='_self'><img width=\"200\" height=\"200\" src=\"https:\/\/www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br\/institutodebotanica\/wp-content\/uploads\/sites\/235\/2011\/11\/2010-07-07-Isotachis-DFPeralta.jpg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<div class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\t\t<p>\n\t\t\t\t\t\tIsotachis\n\t\t\t\t\t\t<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/div><\/div><\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify\"><span style=\"line-height: 1.5em;text-align: justify\">O N\u00facleo de Pesquisa em Briologia teve origem na Divis\u00e3o de Embri\u00f3fitas do Departamento de Bot\u00e2nica do Estado, criado em 1938, que passou a Instituto de Bot\u00e2nica em 1942. A denomina\u00e7\u00e3o N\u00facleo foi adotada em 2009, anteriormente chamava-se Se\u00e7\u00e3o de Briologia e Pteridologia, nome recebido em 1978, englobando tamb\u00e9m o grupo das samambaias.<\/span><\/p>\n<h2 class=\"tl-sub\" style=\"text-align: justify\">Sobre as bri\u00f3fitas<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\">As bri\u00f3fitas s\u00e3o o segundo maior grupo de plantas terrestres, atr\u00e1s apenas das plantas com flores. Atualmente est\u00e3o sistematizadas em tr\u00eas divis\u00f5es: ant\u00f3ceros (Anthocerotophyta), hep\u00e1ticas (Marchantiophyta) e musgos (Bryophyta).<br \/>\nExistem cerca de 17.900 esp\u00e9cies de bri\u00f3fitas no mundo, das quais 12.800 s\u00e3o musgos, 5.000 hep\u00e1ticas e 100 ant\u00f3ceros. Para o Brasil j\u00e1 foram listadas cerca de 3.200 esp\u00e9cies de bri\u00f3fitas distribu\u00eddas em 450 g\u00eaneros e 110 fam\u00edlias.<br \/>\nEstes vegetais s\u00e3o encontrados em quase todos os ambientes, desde as florestas pluviais extremamente \u00famidas at\u00e9 as \u00e1reas de pouca umidade como o cerrado, a caatinga e o deserto. Crescem nos mais variados substratos naturais ou introduzidos pelo homem.<br \/>\nAs bri\u00f3fitas apresentam v\u00e1rias aplica\u00e7\u00f5es diretas e indiretas para o homem, s\u00e3o utilizadas como bioindicadores ecol\u00f3gicos, paleoecol\u00f3gicos, de dep\u00f3sitos minerais e da polui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e do ar.<br \/>\nPossuem grande import\u00e2ncia no in\u00edcio da sucess\u00e3o ecol\u00f3gica das florestas rec\u00e9m-devastadas sendo respons\u00e1veis pela forma\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o do h\u00famus e a consequente redu\u00e7\u00e3o do pH do solo, na reten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua das chuvas e ainda pela forma\u00e7\u00e3o de um \u00f3timo substrato para a germina\u00e7\u00e3o de sementes.<br \/>\nO potencial econ\u00f4mico deste grupo vegetal ainda \u00e9 pouco conhecido, por\u00e9m os resultados de nossos projetos poder\u00e3o tamb\u00e9m subsidiar estudos nesta \u00e1rea, principalmente no campo da medicina e potencial ornamental.<\/p>\n<h2 class=\"tl-sub\" style=\"text-align: justify\">A Cole\u00e7\u00e3o do Herb\u00e1rio Seccional de Bri\u00f3fitas<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify\">\u00c9 importante conhecer o grupo das bri\u00f3fitas e documentar sua riqueza e diversidade nos diversos ecossistemas. A cole\u00e7\u00e3o seccional de bri\u00f3fitas do Herb\u00e1rio Cient\u00edfico do Estado \u201cMaria Eneyda P. Kauffmann Fidalgo\u201d (SP), com suas 80.000 amostras de bri\u00f3fitas, abrange cole\u00e7\u00f5es de todos os ecossistemas e estados do pa\u00eds. Esta cole\u00e7\u00e3o corresponde a mais da metade de todas as amostras depositadas em herb\u00e1rios do pa\u00eds, e, possui amostras de coletores importantes para o Grupo como Ule, Gehrt, Vital, Yano, Schuster, Frahm, Buck, entre outros e cerca de 70 materiais tipo de esp\u00e9cies brasileiras.<br \/>\nA cole\u00e7\u00e3o de bri\u00f3fitas est\u00e1 em estado avan\u00e7ado de informatiza\u00e7\u00e3o pelo programa BRAHMS.<\/p>\n<h2 class=\"tl-sub\" style=\"text-align: justify\">Atividades realizadas pelos pesquisadores<\/h2>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify\">Estudos bot\u00e2nicos em flor\u00edstica, taxonomia e ecologia de Bri\u00f3fitas, com \u00eanfase na \u00e1rea do Estado de S\u00e3o Paulo;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Manuten\u00e7\u00e3o e desenvolvimento do Herb\u00e1rio Cient\u00edfico do Estado &#8220;Maria Eneyda P. Kauffmann Fidalgo&#8221;;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Orienta\u00e7\u00e3o de estagi\u00e1rios, cursos de capacita\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o; assist\u00eancia a bolsistas e pesquisadores nacionais e estrangeiros e manuten\u00e7\u00e3o de interc\u00e2mbio cient\u00edfico no pa\u00eds e no exterior;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Atendimento \u00e0s demandas da Secretaria de Estado de Infraestrutura e\u00a0 Meio Ambiente, por meio da elabora\u00e7\u00e3o de laudos, pareceres, etc, e ou particulares, bem como colabora\u00e7\u00e3o na elabora\u00e7\u00e3o e na execu\u00e7\u00e3o da Pol\u00edtica Estadual de Meio Ambiente;<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">Divulga\u00e7\u00e3o dos conhecimentos adquiridos \u00e0 comunidade.<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O N\u00facleo de Pesquisa em Briologia teve origem na Divis\u00e3o de Embri\u00f3fitas do Departamento de Bot\u00e2nica do Estado, criado em 1938, que passou a Instituto de Bot\u00e2nica em 1942. 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